Mostrando postagens com marcador Brasília. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasília. Mostrar todas as postagens
Mais de 2 mil pacientes com síndrome de Down atendidos e acolhidos no DF

Mais de 2 mil pacientes com síndrome de Down atendidos e acolhidos no DF

Projeto CrisDown oferece atendimento humanizado e multidisciplinar, evitando que as famílias tenham que buscar assistência em vários locais

Agência Brasília* I Edição: Débora Cronemberger

A equipe do CrisDown é composta por pediatras, hebiatras (pediatras especializados em adolescentes), clínicos, cardiologista, neurologista, psiquiatra, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeutas ocupacionais, psicólogos e nutricionistas

DF tem a maior triagem de doenças raras do país

DF tem a maior triagem de doenças raras do país

São 50 patologias raras testadas na rede pública e esse número pode aumentar para 70. Equipes multidisciplinares garantem tratamento de qualidade aos pacientes


Agência Brasília* | Edição: Saulo Moreno


Carnaval inclusivo: pessoas com deficiência têm espaço na folia

Carnaval inclusivo: pessoas com deficiência têm espaço na folia


O Carnaval é para todos! Portanto, as pessoas com deficiência (PcD) também têm espaço na folia. Nos últimos anos, a preocupação em dar acessibilidade à maior festa cultural do país chegou aos blocos de rua. O Bloco do Prazer, que recebe apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), está preparando um Carnaval inclusivo, propiciando às pessoas com deficiência uma verdadeira imersão na folia.

Nesta sexta-feira (17), a partir das 16h, na Praça dos Prazeres, localizada na Quadra 201 da Asa Norte, o bloco realizará um tour carnavalesco antes de sua abertura oficial, às 18h, com um grupo de pessoas cegas e com outras deficiências, em um aquecimento para a festa. “Vamos contar a história do bloco e da Praça dos Prazeres, conduzi-los pelo cenário e figurinos dos artistas e apresentar a equipe técnica. Para as pessoas cegas e com baixa visão, uma ação inédita no Carnaval do DF: profissionais vão realizar audiodescrição para que possam, em tempo real, mergulhar nessa experiência cheia de cor, brilho e movimento”, relata Karla Testa, idealizadora e produtora do Bloco do Prazer.

Ao público PcD, o Bloco do Prazer contará com acessibilidade, espaços exclusivos, intérpretes de Libras e audiodescrição ao vivo.

Quer participar também desse momento de diversão com alegria e segurança? A ação é gratuita e basta comparecer para as comemorações na Praça dos Prazeres.

“O carnaval é um grande encontro que é para todos. As pessoas fazem parte do nosso ambiente e não temos separação. Queremos que todos participem e vivenciem o momento. Venha se divertir conosco”, convida a produtora Karla Testa.

Alegria e segurança

Para a presidente da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV), Denise Braga, as iniciativas inclusivas dos blocos de rua trazem visibilidade para as pessoas com deficiência também nos momentos de diversão, garantindo a elas o direito de participar da festa popular com segurança e alegria.

Saúde prepara estratégias para feriado de Carnaval

“Estão começando a perceber que as pessoas com deficiência têm direito a saúde, educação e cultura e, por que não no Carnaval, que é a arte, a folia, a dança e a alegria? Temos deficiência, mas existimos. Iniciativas como esta, com um olhar diferenciado, nos traz a sensação de inclusão e segurança, e nos encoraja, ainda mais, a viver a vida”, ressalta Denise Braga.

O bancário Lúergio de Sousa, de Águas Claras, folião assíduo do bloco, disse estar pronto para curtir o Carnaval. Nascido com deficiência auditiva, ele está ansioso para curtir a festa com qualidade e diversão. “Nos últimos anos, participei de todos os carnavais no Bloco do Prazer. Sempre fui com um grupo de amigos surdos, pois o bloco oferecia intérpretes de Libras para incluir a nossa participação. Vamos nos reencontrar e, de quebra, curtir um Carnaval de qualidade e com muita alegria”, conta.

Serviço

Bloco do Prazer

Atrações: Tour com as pessoas com deficiência

Local: Praças dos Prazeres, na CLN 201, Asa Norte

Data: sexta-feira (17)

Horário: a partir das 16h

Entrada franca e livre para todos os públicos

Informações: Instagram

Fonte: 

Ônibus terão embarque prioritário em todos os terminais

Ônibus terão embarque prioritário em todos os terminais

Operadoras devem garantir prioridade a idosos, gestantes e pessoas com deficiência

Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

Funcionários das empresas de ônibus deverão orientar e controlar a entrada de passageiros, assegurando prioridade ao público especificado | Foto: Divulgação/Semob

Rede pública de saúde estimula desenvolvimento da pessoa com deficiência

Rede pública de saúde estimula desenvolvimento da pessoa com deficiência

Nas UBSs e hospitais do DF, é possível fazer também as triagens neonatais, como os testes de pezinho, olhinho e orelhinha

Lúcio Flávio, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

A oficina ortopédica é um dos serviços habilitados pela Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência da Secretaria de Saúde e faz a entrega de cadeiras de rodas, de banho, motorizadas, andadores, muletas, bengalas, palmilhas e calçados especiais | Foto: Arquivo Agência Brasília

DF conquista quarto lugar na etapa nacional das Paralimpíadas Escolares

DF conquista quarto lugar na etapa nacional das Paralimpíadas Escolares

Representantes de quase 60 escolas participaram da competição, conquistando 42 medalhas individuais: dez de ouro, 17 de prata e 15 de bronze

Agência Brasília* | Edição: Claudio Fernandes

A delegação do DF contou com representação em nove modalidades e voltou para casa com 42 medalhas | Foto: David Rodrigues Moreira/SEE


Após quatro dias de competição, a etapa nacional das Paralimpíadas Escolares 2022 foi encerrada em São Paulo. Esta foi a maior edição da história, com a participação de cerca de 1,3 mil atletas de 25 estados e do Distrito Federal, que disputaram provas em 14 modalidades.

A delegação local contou com representação em nove modalidades e a participação de 92 pessoas, incluindo atletas e equipes técnicas. Representantes de quase 60 escolas integraram a delegação do DF. Apesar de não ter subido no pódio no resultado por equipes, o DF ficou com a quarta posição no resultado final do torneio. Ao somar 280 pontos, a equipe brasiliense voltou para casa com 42 medalhas individuais, sendo dez de ouro, 17 de prata e 15 de bronze.

As premiações dos atletas do DF podem ser vistas neste link.. O gerente de Desportos da Secretaria de Educação, Marcelo Ottoline, lembra que as Paralimpíadas Escolares buscam atender a legislação vigente acerca do uso do esporte como ferramenta pedagógica na formação de crianças e jovens com algum tipo de deficiência.

“O esporte proporciona a inclusão e promove o princípio básico da cidadania que é o poder ir e vir de maneira autônoma, sem depender de ninguém”, afirma. Ele ressalta que muitos alunos participantes de edições anteriores hoje compõem a Seleção Brasileira nas respectivas modalidades.

As Paralimpíadas Escolares 2022 são uma realização do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e do Ministério da Cidadania, por meio da Secretaria Especial de Esporte. As etapas seletivas ocorreram em eventos municipais, regionais, estaduais e/ou distritais, e precedem a etapa nacional. No DF, as seletivas ocorreram no mês de setembro com a participação de mais de 300 estudantes com algum tipo de deficiência.

O grande evento do paradesporto tem por finalidade estimular a participação dos estudantes com deficiência física, visual e intelectual em atividades esportivas de todas as escolas do território nacional.

Desde 2016, a competição ocorre nas dependências do Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Este é o maior evento mundial para jovens atletas com deficiência em idade escolar.

*Com informações da Secretaria de Educação

Fonte: Agência Brasília

Artista plástico com T21 promove exposição inclusiva no Distrito Federal

Artista plástico com T21 promove exposição inclusiva no Distrito Federal

 Lucio Piantino estreia sua exposição inclusiva em dezembro, com acessibilidade e visitas guiadas para pessoas com deficiência auditiva ou visual; a entrada é gratuita

Imagem com descrição, #PraCegoVer - No centro fotografia colorida em ambiente interno com o artista plástico Lucio Piantino sentado sorrindo e segurando um dos quadros feitos por ele. Acima o texto: Artista plástico com T21 promove exposição inclusiva no Distrito Federal. Foto: Yasmin Velloso

GDF prepara novo RG para pessoas com deficiência

GDF prepara novo RG para pessoas com deficiência

Documento terá a descrição PcD e vai facilitar o cadastro único para o acesso do público a benefícios e programas do governo

A criação da nova identidade foi divulgada nesta sexta-feira (11) pelo secretário da pasta, Flávio Pereira dos Santos, durante os trabalhos da comissão de transição | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

Escola bilíngue de Libras do DF atende cerca de 90 alunos

Escola bilíngue de Libras do DF atende cerca de 90 alunos

 Espaço fica em Taguatinga e é a única com esse perfil no DF; segunda unidade está sendo montada no Plano Piloto

Lúcio Flávio, da Agência Brasília I Edição: Débora Cronemberger

A diretora Clissineide Caixeta com alunos da Escola Bilíngue Libras e Português Escrito, em Taguatinga | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

Mais de 57 mil pessoas no DF usam o cartão de transporte especial

Mais de 57 mil pessoas no DF usam o cartão de transporte especial

O Distrito Federal oferece diversos modelos de cartões de transporte para a população, a fim de facilitar o deslocamento entre as regiões administrativas. Um deles é o cartão especial, destinado a pessoas com deficiência (PcDs) residentes do DF que não tenham condições de custear as passagens de ônibus e metrô. Atualmente, há 57.331 cartões ativos.

A primeira via do cartão é gratuita. O usuário precisa se cadastrar no site e fornecer laudo médico, RG e CPF, comprovante de renda e de residência e uma foto 3x4

A gratuidade é para uso exclusivo do titular, de caráter pessoal e intransferível, indicada ao público com renda per capita de até três salários mínimos que tenha insuficiência renal e cardíaca crônica ou seja portador de câncer, vírus HIV e anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia), além de pessoas com deficiência física, sensorial ou mental, nas condições relacionadas em legislação específica.

A primeira via do cartão é gratuita. O usuário precisa se cadastrar no site e fornecer laudo médico, RG e CPF, comprovante de renda e de residência e uma foto 3×4. Deve-se aguardar o término da análise da documentação para a concessão da gratuidade. Pelo perfil, é possível acompanhar a situação do cartão e realizar mudanças e atualizações nas informações.

Em caso de perda, furto, danificação ou mau funcionamento, o usuário pode solicitar a segunda via mediante bloqueio do cartão (acesse aqui) ou pela central de atendimento no número (61) 3120-9500. Em seguida, deve pagar a taxa de R$ 5,40 – a mesma para todas as categorias de cartão de transporte – por depósito identificado com o CPF do titular, em qualquer conveniência ou agência do BRB.

O cartão é entregue no posto BRB Mobilidade da estação do Metrô 112 Sul. É preciso apresentar comprovante de pagamento, documento oficial original com foto e boletim de ocorrência, no caso de extravio por perda ou furto

O benefício pode ser cancelado nas seguintes situações: falecimento do beneficiário, aumento de renda familiar para mais de três salários mínimos, alteração do diagnóstico médico e alteração de endereço para fora do DF. O cartão também pode ser bloqueado se houver recadastramento pendente e uso indevido.

Acessos

Com o cartão, o usuário pode viajar por todas as 33 regiões administrativas, de ônibus e metrô. São concedidos oito acessos diários ao usuário. Se houver acompanhante, o total de acessos sobe para 16 por dia, sendo oito para o titular do benefício e oito para a companhia. Assim, ao embarcar no coletivo, o cartão deve ser passado duas vezes no validador, sendo uma para cada pessoa.

O acompanhante deve ter mais de 18 anos e ser cadastrado no BRB Mobilidade. O cartão especial também só pode ser utilizado na presença do titular. Para mais informações, acesse o site.

Fonte: Agência Brasília

Projeto ensina empreendedorismo para pessoas com deficiência

Projeto ensina empreendedorismo para pessoas com deficiência

 Aulas serão gratuitas e contam com conteúdos em Libras para alunos surdos. Ao todo, serão 250 vagas

Agência Brasília* | Edição: Rosualdo Rodrigues

Cursos terão todo o conteúdo traduzido para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Obras na Avenida Paranoá reforçam acessibilidade

Obras na Avenida Paranoá reforçam acessibilidade

 Investimento é de R$ 16 milhões para a construção de calçadas, estacionamentos e rampas, com o objetivo de facilitar o trânsito de idosos e pessoas com deficiência

Imagem com Descrição #PraCegoVer: Fotografia colorida, em ambiente externo com vários trabalhadores reformando e nivelamento uma das calçadas do Paranoá.| Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília

Catarina Lima, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

Pessoas com deficiência recebem apoio para garantir benefícios

Pessoas com deficiência recebem apoio para garantir benefícios

Servidores da SEPD se mobilizam nas regiões administrativas do DF para ampliar serviços destinados a público especial

Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

Imagem com Descrição #PraCegoVer - Fotografia colorida, de ambiente interno com alguns atendentes sentados na mesa com computador atendendo várias pessoas que estão sentadas esperando finalizar.

Rede pública oferece atendimento de saúde em domicílio

Rede pública oferece atendimento de saúde em domicílio

Serviço garante que pacientes como Kamilla, do Núcleo Rural Rajadinha, possam contar com assistência domiciliar

Agência Brasília* | Edição: Chico Neto52/

Kaline (à direita), com a irmã Kamilla e uma enfermeira do serviço especial: “O home care, para nós, foi de uma ajuda absurda” | Foto: Tony Winston/Agência Saúde

Deficientes visuais aprendem a usar sistema eletrônico de informação do DF

Deficientes visuais aprendem a usar sistema eletrônico de informação do DF

Escola de Governo capacita servidores cegos e de baixa visão a utilizarem aplicativo leitor de tela que lhes possibilita acessar a plataforma de gestão de documentos e processos

Maria Neile do Couto, concursada da Secretaria de Educação: “Nós deficientes somos capazes, o que precisamos é ser ensinados”

Ferramenta indispensável no Governo do Distrito Federal (GDF), o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) agora estará ao alcance também dos deficientes visuais. A Escola de Governo (Egov) está capacitando servidores cegos e de baixa visão para que possam, por si próprios, utilizar o sistema de gestão de documentos e processos do DF. Um treinamento pioneiro no Executivo local que iniciou nesta segunda-feira (16) sua segunda turma.

São 11 pessoas com deficiência (PCDs) neste segundo grupo, que aprenderão lições básicas do SEI em um curso de 20 horas (cinco dias). As aulas são guiadas pelo sistema NVDA, aplicativo que é um leitor de tela em que os PCDs visuais podem acessar e interagir com o programa Windows. O instrutor, não por acaso, também é cego e trabalha há 28 anos na Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

“O servidor que não é deficiente visual consegue aprender a operar o sistema assistindo a vídeos ou por meio do EAD. Para estes alunos aqui, é bem diferente. Eles precisam de recursos especiais para acessar o programa”. Lucirene Carneiro, chefe da Unidade Central do SEI.

“É difícil ficar na dependência de um colega para marcar um simples abono ou um período de férias em seu trabalho”, pontua o professor Clodoaldo Leandro. “Ser cego nos dias de hoje é mais fácil, dado as ferramentas tecnológicas que aí estão. O SEI já possuía opções de acessibilidade, agora o desafio era incluir os alunos”, acrescenta ele.

Independência, acima de tudo

Segundo levantamento da Secretaria de Economia, são aproximadamente 400 deficientes visuais em atuação no governo. Pessoas como Maria Neile do Couto, 53 anos, concursada da Secretaria de Educação e que trabalha em uma escola do Riacho Fundo I. Risonha e voluntariosa nas lições, a senhora que tem cegueira total revela que busca independência.

“Costumo dizer que sou uma ‘alma garimpeira’, gosto muito de entender das coisas, sabe? Faço pesquisas na internet, me informo”, diz. “E, assim, poder fazer minhas coisas pessoais no SEI já é uma grande ajuda. Nós deficientes somos capazes, o que precisamos é ser ensinados”, emenda Maria Neile.

Já Murilo Valério, 65 anos, é dos quadros da Terracap e possui apenas 20% da visão. Diz que soube da capacitação por meio da gerência de recursos humanos da companhia e que não recusaria o “convite”. “O SEI é uma ferramenta muito importante de gestão. E eu nunca tinha ouvido falar de um curso voltado especificamente pro deficiente visual, então resolvi participar”, diz.

Pandemia atrapalhou

O curso foi todo formatado em 2020, mas não saiu do papel devido à pandemia do coronavírus, que suspendeu as atividades presenciais no primeiro semestre daquele ano. Agora, deve alcançar em junho um total de 21 formados, todos na Egov.

“O servidor que não é deficiente visual consegue aprender a operar o sistema assistindo a vídeos ou por meio do EAD [ensino à distância]. Para estes alunos aqui, é bem diferente. Eles precisam de recursos especiais para acessar o programa”, observa a chefe da Unidade Central do SEI, Lucirene Carneiro. “Aí está a importância desta capacitação”, diz a mentora do curso.

Sobre o sistema eletrônico, acessado por servidores e cidadãos do DF, Lucirene lembra que ele representa um caminho sem volta. “O SEI acelerou a tramitação de processos no governo e, praticamente, eliminou o uso de papel nas repartições”, conta. “Processos que antigamente levavam 60 dias para se ter uma resposta hoje levam a metade do tempo. É uma tecnologia que veio para resolver ”, finaliza.

Como se inscrever

O servidor que quiser se inscrever nas próximas turmas de SEI para PCD visual deve procurar a unidade central do SEI, pelos telefones 3313-8178 / 3313- 8147 ou pelo e-mail: gestaosei@economia.df.gov.br.

Fonte: Agência Brasília

Mais de 4,8 mil órteses e próteses foram entregues pelo DF em 2021

Mais de 4,8 mil órteses e próteses foram entregues pelo DF em 2021

 Aparelhos são comprados ou fabricados pela Oficina Ortopédica e distribuídos pelo Núcleo de Atendimento Ambulatorial

Além das órteses e próteses, os núcleos vinculados à Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde distribuem cadeiras de banho, cadeiras de roda, palmilhas ortopédicas e calçados especiais. Há ainda almofadas terapêuticas, andadores, bengalas, coletes ortopédicos e muletas | Fotos: Renato Araújo / Agência Brasília

Acessibilidade ampliada no Sudoeste

Acessibilidade ampliada no Sudoeste

 Por meio de demandas da comunidade e mapeamento prévio da cidade, administração regional constrói rampas e calçadas

Seis rampas foram instaladas em alguns pontos do Sudoeste e outras serão construídas onde for identificada necessidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Cursos e Eventos

Vídeos no Youtube

Unawheel - Entrega e primeiro passeio

Unawheel - Entrega e primeiro passeio
Unawheel - Entrega e primeiro passeio

Imagem 1

Imagem 1
20 anos na cadeira de rodas

Imagem 2

Imagem 2
Tetra Dirigindo? Como consegui tirar a CNH

Lives da Fê no Insta

Live com a Isabela Ribeiro

Live com a Isabela Ribeiro
Converso com a Isabela sobre Autoestima e superação

Live sobre Pessoas com deficiência: Exemplo de superação? Ou não?

Live sobre Pessoas com deficiência: Exemplo de superação? Ou não?
Converso com a Váleria Schmidt @schmidt sobre Pessoa com deficiência: Exemplo de superação? Ou não?

Live com Roberto Denardo

Live com Roberto Denardo
A pessoa com deficiência na vida pública 06/10/2020