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Fundação Dorina Nowill para Cegos promove gratuitamente cursos de qualificação profissional para pessoas com deficiência visual

Fundação Dorina Nowill para Cegos promove gratuitamente cursos de qualificação profissional para pessoas com deficiência visual


Reconhecendo a importância da inclusão e independência de pessoas com deficiência visual, a Fundação Dorina Nowill para Cegos abre inscrições para 12 cursos de qualificação profissional e 2 oficinas para desenvolvimento pessoal. A programação contará com aulas de Informática Básica, Atendimento ao Cliente, Auxiliar Administrativo, Empreendedorismo, Oficina de Talentos e Massoterapia. Já estão abertas as inscrições para participar do projeto e as primeiras turmas terão início em fevereiro de 2021.

COVID-19 - Rede de Reabilitação Lucy Montoro – Comunicado

COVID-19 - Rede de Reabilitação Lucy Montoro – Comunicado



Imagem: card com fundo escuro com "TELEATENDIMENTO para pacientes que não puderem comparecer na unidade. Telefones no post"


No momento atual de enfrentamento a Pandemia COVID 19, o Governo do Estado de São Paulo não vem poupando esforços e recursos para fazer frente aos enormes desafios que se avolumam a cada dia, em especial na área da saúde.

Sabemos que entre as pessoas com deficiência há um grupo de risco significativo que compreende as que apresentam sequelas graves, principalmente com restrições respiratórias, dificuldades na respiração e cuidados pessoais; aquelas com condições autoimunes; pessoas idosas (acima de 60 anos); aquelas que apresentam doenças associadas como diabetes, hipertensão arterial, doenças do coração, pulmão e rim, doenças neurológicas e aquelas em tratamento de câncer. 

A Rede de Reabilitação Lucy Montoro e suas 17 unidades de atendimento distribuídas em todo o Estado, reafirmando seus objetivos e compromisso maior  de cuidar da saúde das pessoas  com deficiência física e visual vem informar que mantem suas Unidades abertas e funcionando em respeito a seus pacientes, acolhendo, atendendo e orientando a todos que precisem, seja os de grupo de risco, neste momento em suas casas resguardando-se dos riscos de contágio pelo Coronavírus, seja os que não conseguem se deslocar com segurança até a sua Unidade de atendimento. Para este grupo de pacientes, a Rede de Reabilitação Lucy Montoro oferecerá a opção de TELEATENDIMENTO à distância. 

As Unidades estarão disponíveis nos telefones abaixo, caso você precise tirar alguma dúvida ou orientação. 

No caso de TELECONSULTA o paciente deverá ligar para o mesmo número indicado e seguir as orientações dadas.

UNIDADES E TELEFONES:

IRLM MORUMBI  (11) 3905-8700
IRLM VILA MARIANA  (11) 5180-7800
IRLM RIBEIRÃO PRETO  (16) 3602-1800
IRLM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (17) 3201-5253 / 5254 ou 3201-5000
CRLM CLÍNICAS (11) 2661-7557
CRLM LAPA (11) 3803-4600
CRLM UMARIZAL (11) 5180-7900
CRLM MARÍLIA (14) 3402-1700
CRLM SANTOS (13) 3278-0400  
CRLM SOROCABA (15) 3212-9150
CRLM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (12) 2138-4800
SRLM MOGI MIRIM (19) 3806-5063 / 5189 / 5192 
SRLM CAMPINAS (19) 3787-9000
SRLM FERNANDÓPOLIS (17) 3463-8100
SRLM PARIQUERA-AÇU (13) 3856-9990
SRLM PRESIDENTE PRUDENTE (18) 3918-9850
SRLM BOTUCATU (14) 99852-5960 / (14) 99851-9839 / (14) 99850-8602

Reforçamos que os atendimentos presenciais continuam ocorrendo para aqueles que puderem comparecer à Unidade. 

A Rede Lucy Montoro, desta forma, reafirma o compromisso em assistir, cuidar e proteger todos os seus pacientes.
Equoterapia para pessoas com deficiência será obrigatória em plano de saúde

Equoterapia para pessoas com deficiência será obrigatória em plano de saúde

Nova legislação aprovada neste mês começa a vigorar em 10 de novembro. "Quando houver indicação médica, cobertura não poderá ser recusada", diz advogada. Método terapêutico reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina tem benefícios comprovados para reabilitação até nos casos mais severos.

Luiz Alexandre Souza Ventura

Descrição da imagem #pracegover: Criança que está de olhos fechados é conduzida por adultos e toca de leve a face de um cavalo de cor cinza.
Crédito da foto: Reprodução.

A partir de novembro, operadoras de planos de saúde serão obrigadas a oferecer tratamentos terapêuticos de equoterapia a clientes com deficiência. É o que determina a Lei Nº 13.830/2019, publicada no Diário Oficial da União no dia 14 de maio.

A nova legislação determina que a reabilitação com cavalo em abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação voltada ao desenvolvimento biopsicossocial da pessoa com deficiência será exercida por equipe multiprofissional, composta por médico, médico veterinário e profissionais como psicólogo, fisioterapeuta e da equitação.

Também poderão fazer parte da equipe pedagogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e professores de educação física, desde que tenham curso específico na área da equoterapia. Outra exigência é que deve haver o acompanhamento das atividades desenvolvidas pelo praticante, por meio de um registro periódico, sistemático e individualizado das informações em prontuário.
“A equoterapia é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina como método terapêutico. E agora está regulamentada por lei federal. Portanto, sempre que houver uma indicação médica, a cobertura pelo plano de saúde será obrigatória”, afirma a advogada Diana Serpe, especializada na defesa de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras deficiências.

“A lei efetivamente entrará em vigor em 10 de novembro, data a partir da qual os planos de saúde não poderão mais negar este tipo de tratamento. Até lá, há uma brecha de tempo, em que pode dificultar esse atendimento para estes fins”, explica a especialista.

Os centros de equoterapia poderão operar somente com alvará de funcionamento emitido pela vigilância sanitária, conforme normas previstas em regulamento. Esses centros devem ser responsáveis pelo atendimento médico de urgência ou pela remoção para unidade de saúde, quando necessário.

“A interação com o cavalo e o ato de montar desenvolvem novas formas de socialização, autoconfiança e autoestima. De acordo com o projeto, a prática passa a ser condicionada a um parecer favorável, com avaliação médica, psicológica e fisioterápica”, diz o senador Flávio Arns (Rede/PR), autor da proposta.

O texto aprovado é um substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado (PLS264/2010).

PROJETO EM SANTOS ATENDE DE GRAÇA – Acompanhar os movimentos do cavalo ajudou a estudante Meg Baskerville, de 17 anos, que tem paralisia cerebral, a conquistar muito mais do que condicionamento físico, equilíbrio e postura.

“Houve uma época em que ela ficava muito nervosa, talvez pela troca de medicamento, e o trato com o cavalo foi ótimo para acalmá-la”, afirma Wendy Baskerville, mãe da adolescente.

Os benefícios comprovados da equoterapia – técnica que reúne equitação, saúde e educação – ratificam a possibilidade de reabilitação até mesmo para pessoas com deficiências severas. O tratamento pode ser aplicado em diversas situações e permite uma interação com o animal que ultrapassa o condicionamento físico.

“Atendemos crianças com deficiência física ou intelectual, e todas são beneficiadas de alguma forma. Além do trabalho de força muscular, equilíbrio e coordenação, trabalhamos memória, fala e até a inciativa dessas crianças. Nós buscamos a independência da criança, para que ela saiba tomar uma decisão”, explica Fernanda Racolto Mendes, fisioterapeuta da Associação Equoterapia de Santos, no litoral sul de SP, projeto mantido pela Prefeitura desde 2004 que atende 75 pessoas por ano e tem uma fila de espera que pode chegar a 36 meses.

“O movimento de andar do cavalo tem 95% de semelhança com o do humano. Quando uma criança que não anda está em cima do cavalo, o cérebro dela interpreta aquele movimento como uma caminhada. E essa criança passa a adquirir força muscular na perna, que ela não exercita porque não fica em pé”, destaca a fisioterapeuta.

“O movimento tridimensional – para frente, para trás e para os lados – é transferido do cavalo para a criança e algumas fazem referência à sensação de caminhar, de liberdade”, conclui Fernanda.


Fonte: Estadão
Governador de SP sanciona lei de deputado sobre autismo

Governador de SP sanciona lei de deputado sobre autismo

Governador Márcio França e o deputado Orlando Bolçone 


O governador Márcio França sancionou em 7/6 lei do deputado Orlando Bolçone que autoriza o Poder Executivo a fazer convênios com entidades especializadas no tratamento e acompanhamento de crianças autistas. 

"A aprovação da lei é um importante avanço para a saúde de uma forma geral, e particularmente para famílias com crianças autistas", disse o deputado. 

Os contratos, a partir de agora, poderão oferecer, com menos burocracia, suporte às famílias carentes de crianças diagnosticadas com algum transtorno autista. 

Esta é uma causa pela qual luto há mais de 30 anos. Tenho convicção de que esta lei vai desburocratizar e melhorar o atendimento às crianças autistas e seus familiares", afirmou. 

Na ocasião da publicação da lei no Diário Oficial estavam, além do governador, a secretária estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, o secretário estadual da Saúde, Marco Antonio Zago, e o secretário-chefe da Casa Civil, Claudio Valverde Santos.


No DF, hospital oftalmológico oferece 30 consultas gratuitas para PCDs

No DF, hospital oftalmológico oferece 30 consultas gratuitas para PCDs

O Visão Institutos Oftalmológicos oferece 30 consultas gratuitas a pessoas selecionadas previamente pelo Instituto de Promoção das Pessoas com Deficiência Visual


Para facilitar o acesso de pessoas com deficiência visual ao passe livre, o Visão Institutos Oftalmológicos oferece 30 consultas gratuitas a pessoas selecionadas previamente pelo Instituto de Promoção das Pessoas com Deficiência Visual (IPPCDV), do Recanto das Emas. Essas consultas serão realizadas por oftalmologistas que assinam os laudos médicos comprovando o direito ao benefício. O prazo de atualização do cadastro é até 15 de dezembro.

Para o presidente do IPPCDV, Fernando Rodrigues, a iniciativa contribui para uma maior qualidade de vida das pessoas com deficiência visual. “O passe livre faz parte da inclusão social e diminui muitas barreiras. Com ele é possível ter maior autonomia, a pessoa com deficiência pode se locomover pela cidade, trabalhar, estudar”. Fernando explica ainda que muitas pessoas acreditam que cegos não precisam ir ao oftalmologista (especialista que trata as doenças relacionadas ao olho). “É preciso cuidar da saúde dos olhos independente de enxergar ou não. Ter a possibilidade de acompanhar com um especialista é muito importante”, reforça.

Para a gerente de marketing do Visão Institutos Oftalmológicos, Thelma Gonsalves, esse tipo de ação faz parte da filosofia da empresa. ” A clínica tem um perfil assistencial, com vários projetos voltados para pessoas com necessidades especiais. Visamos a qualidade de vida e o apoio à sociedade como um todo”, detalha.

Thelma Gonsalves reforça ainda a importância de inclusão e assistência para as pessoas com nenhum ou baixo nível de visão. “Para as pessoas que foram selecionadas pelo Instituto de Promoção das Pessoas com Deficiência Visual, além da consulta para a obtenção do laudo, será feito um acompanhamento clínico e exames, caso seja necessário”, ressalta.

Passe Livre

Pessoas com deficiência que usam o benefício da gratuidade no transporte público do Distrito Federal devem atualizar o cadastro até 15 de dezembro pela internet, no portal do Bilhete Único. Para a obtenção do passe livre, é necessário preencher formulário com os dados pessoais, como CPF, RG, telefone, e apresentar foto 3×4 atual, laudo médico que comprove o direito ao benefício e comprovante de residência.

Fonte: Terra







Terapia de células-tronco ajuda tetraplégicos a recuperarem funções

Terapia de células-tronco ajuda tetraplégicos a recuperarem funções


Todos os tetraplégicos tratados com a terapia de células-tronco da Asterias Biotherapeutics apresentaram melhora da função motora em suas extremidades superiores após um ano em um estudo inicial com seis pacientes.
Com uma lesão da medula espinhal, o controle funcional do corpo fica paralisado abaixo do nível do dano. Quatro dos pacientes foram capazes de controlar músculos pelo menos dois níveis abaixo do local da lesão, que é o objetivo final do teste, informou a empresa nesta segunda-feira. Um deles apresenta três níveis de melhora.
“São dados muito encorajadores, embora precoces”, disse o CEO Michael Mulroy. “Ninguém conseguiu mostrar um benefício sustentado em 12 meses para esse tipo de lesão.”
O tratamento AST-OPC1 também foi qualificado como terapia avançada de medicina regenerativa pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês), o que garante à Asterias, que tem sede em Fremont, na Califórnia, permissão adicional da agência para desenvolver seu primeiro produto de célula-tronco. A denominação é dada a terapias celulares destinadas a tratar doenças que causam risco à vida e que tenham mostrado sinais iniciais de benefício potencial.
Os resultados são provenientes do segundo grupo de pacientes tratados como parte de um estudo chamado SCiStar, que deverá incluir futuramente 35 pacientes com lesão cervical da medula espinhal, o tipo mais grave de lesão medular.
A melhoria permite que os pacientes tenham um papel mais ativo em atividades diárias como se alimentar, digitar, escovar os dentes ou pentear o cabelo. Um dos pacientes, Lucas Lindner, de Eden, Wisconsin, EUA, fez o primeiro arremesso em um jogo da Major League Baseball em agosto, um ano depois de estar em tratamento. Com cada nível de recuperação, os pacientes recebem sinais cerebrais e alguma função em pontos mais abaixo na espinha, o que se traduz em algum controle dos músculos aos quais os nervos estão conectados.
As respostas em cada categoria ultrapassam a meta da empresa de uma melhora de dois níveis em 45 por cento a 50 por cento dos pacientes em todo o teste, disse Mulroy. Os resultados também mostram que mais pacientes chegaram a essa meta ao longo do tempo. Dois pacientes tiveram dois níveis de melhora após três meses. O terceiro alcançou esse objetivo após nove meses e o quarto, depois de um ano.
“Mesmo se tivéssemos ficado no nível de 50 por cento teria sido uma vitória”, disse o CEO.
É muito cedo para afirmar com certeza que o tratamento é responsável pelas melhorias observadas em pacientes individuais, embora a evidência como um todo sugira benefício, disse Mulroy.
“Parece haver algo acontecendo aqui que merece mais investimentos”, disse ele.
Fonte: Uol
Musicoterapia para os deficientes auditivos

Musicoterapia para os deficientes auditivos

Estudos apontam que apenas uma pequena porcentagem de pessoas com deficiência auditiva não ouve absolutamente nada


As deficiências visuais são umas das mais devastadoras desvantagens sensoriais. Embora as deficiências visuais sejam avassaladoras, estão ligas ao ambiente, ou seja, afasta você das coisas.

Já as deficiências auditivas, são desvantagens de comunicação que o impede de interagir com as pessoas, a comunicação é a base do nosso ser social e cognitivo e sem ele estamos isolados do mundo, por isso não é incomum associar essa deficiência a depressões.

O treinamento auditivo é parte integrante de um processo de habilitação com pessoas com deficiência auditiva. Se você sofre de algum problema auditivo deve aprender a interpretar e atender aos sons, especialmente a fala, em seu ambiente, a fim de aumentar a taxa e a qualidade de seu desenvolvimento social e comunicativo

Por esta razão, acredita-se que a prática clínica da musicoterapia em casos de deficiência auditiva, se concentrada nas áreas intimamente relacionadas à comunicação: treinamento auditivo, produção de fala e desenvolvimento da linguagem.

O QUE É A MUSICOTERAPIA

É o uso da terapia de som, que através do trabalho sobre esses déficits de comunicação, a musicoterapia tem o efeito secundário de melhorar a socialização e a auto-estima.

Estudos apontam que apenas uma pequena porcentagem de pessoas com deficiência auditiva não ouve absolutamente nada, e devido à variedade de frequências e à intensidade usual, a percepção da música é muitas vezes mais acessível aos que sofrem auditiva do que as complexidades do sinal de fala.

A música também é flexível e pode ser modificada de acordo com o nível de audição, nível de linguagem, maturidade e preferência musical do paciente.

É um meio de atividade externa e experiência interior, e se relaciona diretamente com a fala e a linguagem, comunicação e pensamento, bem como com a expressão corporal e uma ampla gama de emoções, trabalhando a auto-estima sem precisar de medicamentos para depressão.

Musicoterapia para os Deficientes Auditivos

Em vez de excluí-los, a terapia de som abrange e melhora a habilitação e o desenvolvimento geral das pessoas com deficiência auditiva.

Para pessoas com deficiência auditiva, a musicoterapia pode:

  • Aumentar a capacidade de audição, treinar e expandir o uso de audição residual
  • Melhoria de fala que muitas vezes é pouco clara ou distorcida
  • Oradores com deficiência auditiva tendem a demonstrar menos variações na afinação e entonação, o que resulta em monótonos, a musicoterapia trata esses problemas rítmicos.
  • Qualidade de voz melhorada
  • Canções podem estimular a prática de discriminação auditiva, diferenciando e integrando sons de letras, silabicação e pronúncia
  • Gera maior espontaneidade vocal / verbal e confiança
  • Melhorar o desenvolvimento e a educação da língua e melhorar as habilidades de comunicação em geral, sem perder a sua qualidade de vida pessoal e profissional.

As técnicas e as atividades da terapia musical podem eficazmente ajudar ao desenvolvimento destas características prosódicas da fala, do ritmo, da entonação, da taxa e do stress.


Nota musical para melhorar a prosódia da fala em clientes com deficiência auditiva

Há um sistema de notação visual concebido para ajudar os clientes a combinar palavras familiares e desconhecidas ou sons de palavras com a estrutura rítmica apropriada.

Resultados positivos significativos foram encontrados para a melhoria da prosódia da fala, bem como generalização e transferência significativa de aprendizagem.

Musicoterapia para os Deficientes Auditivos -Terapia de Ruído Branco

O ruído branco é aquele que se distribui pelo espectro, tanto eletromagnético, quanto sonoro de forma constante, é um tipo de ruído produzido pela combinação simultânea tanto de freqüência eletromagnéticas quanto sons, em todos os comprimentos de ondas. O adjetivo branco é utilizado para descrever este tipo de ruído em analogia ao funcionamento da luz branca, dado que esta é obtida por meio da combinação simultânea de todas as freqüências cromáticas.

Há quem afirme que a terapia do ruído branco tem aspecto relaxante, uma vez que toda a audição se concentra em um único som.

É ideal para o tratamento para zumbido no ouvido, já que sua audição ignora todo e qualquer som à volta, concentrando-se apenas na emissão dos ruídos, sem precisar usar aparelhos auditivos caros.

O mesmo principio é aplicado na terapia de sons da natureza ou a terapia de sons finos clássicos.

A música tem o poder de ir abaixo da superfície da comunicação típica e experiência.

Estudos sugerem que a terapia de som pode ser um método útil no ensino de conceitos selecionados para pessoas com deficiência auditiva.

Muitos distúrbios emocionais e comportamentais são associados à frustração experimentada por uma pessoa com perdas auditivas, e se você sofre de zumbidos no ouvido, tonturas, enjôo, vertigem, saiba que existem recursos que podem melhorar sua audição.

Se antes não via solução, saiba que você nunca mais vai pensar em suicídio, ou em soluções extremas.

A comunicação pode ser entendida de diversas formas e a musicoterapia para os deficientes auditivos tem melhorado e aumentado a qualidade vida de muitos pacientes adeptos a esta técnica.


Fonte: Zumbido no Ouvido
Tratamento ajuda paraplégicos a recuperar movimentos das pernas sem cirurgia

Tratamento ajuda paraplégicos a recuperar movimentos das pernas sem cirurgia


Lesões na coluna espinhal podem ser fatais, afinal essa estrutura do corpo é responsável por levar os comandos do cérebro para todo o corpo. E mesmo quando essas contusões não matam, muitas vezes podem levar a paralisia das pernas ou mesmo dos braços também. No entanto, um novo tipo de terapia, testado nos Estados Unidos, tem mostrado resultados animadores para a recuperação desse tipo de caso, sem necessidade de cirurgia. Os resultados foram publicados na edição de Agosto do Journal of Neurotrauma.

Neste estudo, cinco pacientes homens com paralisia dos membros inferiores há mais de dois anos foram submetidos a sessões de treinamento de 45 minutos por 18 semanas. Nessas sessões, eletrodos foram colocados na parte inferior das costas desses pacientes, transmitindo uma série única de correntes elétricas, que não causava desconforto algum aos pacientes.

No começo do experimento, os pacientes só moviam as pernas quando o estímulo elétrico era forte o suficiente para causar reações involuntárias. Mas, com o passar do tempo, no entanto, era pedido que os pacientes tentassem mover as pernas enquanto esses estímulos elétricos eram aplicados, o que fez com que a gama de movimentos aumentasse significativamente.

Nas últimas quatro semanas, foi adicionado também ao tratamento o medicamento buspirona duas vezes ao dia. Esse remédio mimetiza a ação do hormônio serotonina e já ajudou a induzir movimentos em ratos com problemas na coluna espinhal.

No final do estudo, os homens conseguiam mover as pernas sem estimulação elétrica, mas ainda precisavam tomar a buspirona. Os movimentos tinham as mesmas características de quando os pacientes ainda recebiam estimulação elétrica.


Fonte: Minha Vida
Projeto de Equitação Adaptada é lançado em São Paulo

Projeto de Equitação Adaptada é lançado em São Paulo

Nesta quinta-feira, 03 de julho, às 13h, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo lança o Projeto de Equitação Adaptada, no Parque da Água Branca, na Barra Funda.

O objetivo do programa é proporcionar socialização, autoconfiança e prazer às pessoas com deficiência, ao promover estímulo sócio motor, por meio de terapia com cavalos em abordagem multidisciplinar.

A cerimônia acontece às 13h e conta com a participação da Secretária de Estado, Dra. Linamara Rizzo Battistella. Todos estão convidados.
 
SERVIÇO
Implantação do “Projeto de Equitação Adaptada”
Data: 03 de julho
Horário: 13h
Local: Parque da Água Branca
Endereço: Rua Ministro de Godói, 180 - Barra Funda – São Paulo/SP

PARTICIPE!!



Corrida pela Cura da Lesão Medular

Corrida pela Cura da Lesão Medular


O Wings for Life World Run é uma modalidade de evento inteiramente nova nunca antes vista ou empreendida de nenhuma forma no atletismo ou em outro campo esportivo. Como? É um evento de aventura genuinamente global, envolvendo mais de 40 locais, em que todo mundo corre exatamente ao mesmo tempo em todo o mundo!

100% de tudo o que for gerado no evento vai ser revertido para a fundação Wings for Life, que financia a pesquisa para a cura das lesões de medula. A corrida vai unir atletas de todo o mundo, em uma corrida em apoio aos que não podem correr!

Chegou a hora de arregaçar as mangas e comprar esse barulho, e se você quer comprar esse barulho….no dia 4 de maio em Floripa, todos irão correr por essa causa , entre no 
site www.wingsforlifeworldrun.com  e inscreva-se !!!


Fonte: www.wingsforlifeworldrun.com
Cães ajudam crianças com paralisia cerebral a se desenvolverem em SP

Cães ajudam crianças com paralisia cerebral a se desenvolverem em SP

Por Anna Gabriela Ribeiro

O amor e o afeto oferecidos pelos cães auxiliam crianças com paralisia cerebral em um Centro de Reabilitação em São Vicente, no litoral de São Paulo. O projeto ‘Cão Amor’ conta com 12 voluntários peludos e simpáticos, dispostos a proporcionar alegria para as crianças em tratamento. A aceitação do projeto foi positiva por parte dos pacientes, pais e profissionais da área da saúde, já que os cães ajudam a melhorar a parte motora e psicológica das crianças.

O projeto de pet terapia começou há cerca de um ano e surgiu após uma experiência pessoal da voluntária Danielle Gravina Calasans. “Meu pai ficou internado alguns meses e ele sentia falta dos cães. Como ele ficou muitos meses no hospital, ele entrou em depressão e eu comecei a buscar uma forma de levar os cães até ele. Comecei a entender que isso podia servir para outras pessoas também, por meio da pet terapia. Ele faleceu, mas o projeto continua’, conta Danielle.

Os cães chegam ao local enfeitados e logo enchem os olhos das crianças. Para a voluntária, a relação e muito benéfica. “O tratamento é para reabilitação. Muitas crianças já estão cansadas de sempre fazer a mesma atividade, então para elas é especial poder fazer a reabilitação tendo um cão como recurso. Eles fazem de uma maneira lúdica e bem prazerosa uma coisa que era só um exercício. Agora é jogar a bolinha, fazer carinho no cachorro. Eles gostam muito”, afirma.

Ao todo, são 12 cães e 16 voluntários que participam do projeto. Danielle diz que os animais também gostam de auxiliar as crianças. “Eles adoram. Os cães sabem o dia da visita e ficam bem animados. Nosso receio era como seria a aceitação das crianças, das famílias e dos profissionais e todas foram positivas. Os profissionais tem um incentivo maior, porque eles têm o cachorro ali como um auxílio para um movimento que antes era difícil de ser alcançado sem o cão. É um estímulo muito bom”, conta.

A voluntária lembra de uma visita que marcou bastante. “Tinha uma menina cadeirante e um menino que não era cadeirante. O menino jogou a bolinha e o cão retornou com o objeto e lambeu o pé dele. Quando a menina cadeirante jogou a bolinha, o cão lambeu a roda da cadeira. Ele entendeu que a cadeira era uma extensão do corpo dela. E ela também entendeu isso porque ela disse: ele me lambeu. O cão não tem preconceito, ele age naturalmente”, diz.

Antes de entrar no projeto, os animais são avaliados para verificar se são aptos para este tipo de trabalho. “Antes de entrar no projeto o cão é avaliado e uma vez por mês fazemos uma reavaliação de todos os cães. É importante o trabalho de adestramento que eles passam, porque não chegam com muita euforia, eles vão no ritmo que a pessoa está”, explica Danielle.

A psicóloga Claudia Valéria de Jesus trabalha no Centro de Reabilitação de São Vicente, conheceu o projeto e acabou virando voluntária. “Eu sempre gostei de cachorros e acho que eles são muito benéficos para a saúde, principalmente para a saúde psicológica. Quando a ONG entrou aqui eu adorei, porque sempre quis trabalhar com serviço voluntário. A resposta é muito imediata. Você está há meses trabalhando algum aspecto psicológico, como trabalhar a autoestima, melhorar a aceitação da doença, e quando o cachorro vem você vê que a crianças se transforma, ela interage melhor, demonstra mais afeto, então e resposta é fantástica”, explica a psicóloga.

Além de crianças com paralisia cerebral, a pet terapia Cão Amor também atende em outros seis locais, incluindo um asilo, um centro pediátrico de oncologia, hospitais e um lar de amparo ao menor. Uma universidade em Santos concede o tratamento veterinário dos cachorros e alguns dos Golden Retrievers foram doados para o projeto. O projeto ‘Cão Amor’ mantém uma página na internet  com informações sobre as visitas dos cães.

Fonte: G1 e Blog Deficiente Ciente
Santos terá uma unidade da Rede de Reabilitação Lucy Montoro

Santos terá uma unidade da Rede de Reabilitação Lucy Montoro



O Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin e a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, assinaram decreto que cria o Centro de Medicina de Reabilitação Lucy Montoro na cidade de Santos (SP).

A cidade conta com uma Unidade Modelar da Rede, que funciona dentro do Ambulatório Médico de Especialidades fornecendo órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção. Segundo a Secretária Dra. Linamara, a criação do Centro na região possibilitará a ampliação do atendimento. "A ampliação não será apenas em número de atendimento, mas em qualidade. Nós vamos trazer para essa unidade os recursos mais modernos de robótica, na área de avaliação e acompanhamento".

Durante seu discurso, o Governador Geraldo Alckmin destacou, "hoje nós criamos por meio do decreto a Rede Lucy Montoro que atenderá a região, com certeza esse será um grande serviço em prol da população com deficiência".

Rede Lucy Montoro

A Rede de Reabilitação Lucy Montoro foi criada pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio das Secretarias de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Saúde, em parceria com renomadas instituições de assistência, ensino e pesquisa.

O objetivo principal é propiciar melhoria na qualidade de vida, participação na sociedade e capacitar plenamente a pessoa com deficiência para o exercício de seus direitos. A Rede de Reabilitação Lucy Montoro é composta por unidades fixas e uma Unidade Móvel, construídas em regiões estratégicas do Estado de São Paulo.

Fonte: Secretaria de Direitos da Pessoa com Deficiência
São Paulo recebe primeiro Centro de Tecnologia e Inclusão para Pessoas com Deficiência

São Paulo recebe primeiro Centro de Tecnologia e Inclusão para Pessoas com Deficiência

Trata-se do primeiro Centro de Tecnologia e Inclusão para pessoas com deficiência. Composto por quatro casas e um teatro com capacidade para 50 pessoas, o centro conta com mil metros quadrados construídos e abriga 30 ambientes que irão oferecer orientação, aconselhamento profissional, atividades artísticas para estimular a relação interpessoal, laboratório de imagem e autocuidado, orientação e mobilidade para pessoas com deficiência visual com oficinas de Libras, braile e comunicação alternativa.
 
Haverá também atividades para formação de profissionais que atuam no segmento de pessoas com deficiência, como cursos de atualização para órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção, manutenção e cuidado para cadeira de rodas e formação de cuidadores ou atendentes de pessoas com deficiência.
 
O Centro de Tecnologia e Inclusão tem entre seus objetivos o incentivo à inovação e fortalecimento do setor produtivo na área de ajudas técnicas. O espaço será gerenciado pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), responsável pela contratação de 53 profissionais.
 
As oficinas têm início em janeiro de 2014 e os interessados devem se inscrever no local. Todas as atividades são gratuitas e voltadas para pessoas com deficiência, cuidadores e familiares, além de profissionais voltados a questão da deficiência e de recursos humanos.
 
Anote o endereço: Rodovia dos Imigrantes km 11,5 São Paulo /SP. A Secretária Dra. Linamara Rizzo Battistella e o governador Geraldo Alckmin participam.
 
SERVIÇO
 
Inauguração do Centro de Tecnologia e Inclusão do Parque Estadual Fontes do Ipiranga (PEFI)
Fone: (11) 5588.4797
Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 11,5 São Paulo /SP
Nutep inicia terapia de alta intensidade em crianças com paralisia cerebral

Nutep inicia terapia de alta intensidade em crianças com paralisia cerebral

O Núcleo deTratamento e Estimulação Precoce (Nutep), programa de extensão ligado ao Complexo Hospitalar da UFC, será o primeiro centro de saúde no Brasil a utilizar, na rotina de serviços, o Treinamento Intensivo Bimanual em Crianças com Hemiparesia na rotina de serviços. Trata-se de técnica desenvolvida nos Estados Unidos para tratamento e reabilitação de crianças com paralisia cerebral hemiparéticas, (que apresentam limitações no uso da extremidade superior do corpo). No Brasil, o método é pesquisado na Associação Mineira de Reabilitação, de Belo Horizonte (BH).

Este ano, o Núcleo promoveu um Curso de Terapia de Alta Intensidade com a Profª Marina de Brito Brandão, terapeuta ocupacional da mencionada Associação, para um grupo de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais com o objetivo de implantar o Treinamento Intensivo Bimanual em Crianças com Hemiparesia assistidas na instituição. Nesta segunda-feira (18), a Profª Marina estará no Nutep para a avaliação final do projeto piloto iniciado em setembro passado, com vistas à implantação do projeto definitivo que deverá ser iniciado em janeiro de 2014.

De acordo com a Profª Marina Brandão, o treino intensivo bimanual é indicado para a melhoria da função das duas mãos por crianças com paralisia cerebral hemiparéticas. Por meio dele, os pequenos pacientes são submetidos a um protocolo intensivo diário, totalizando 90 horas de intervenção, no qual são estimulados a utilizar a extremidade superior acometida, por meio da provisão de atividades selecionadas de acordo com as habilidades, dificuldades e interesse da criança, em um ambiente estruturado e motivador.

SOBRE O NUTEP – O Núcleo de Tratamento e Estimulação Precoce é uma instituição sem fins lucrativos, criado em 1987, que funciona no Complexo Hospitalar da Faculdade de Medicina como um programa de extensão da UFC. Atua também como Centro de Referência no município de Fortaleza e no Ceará para o atendimento às crianças que estejam sob o risco de apresentar distúrbios no desenvolvimento neuropsicomotor e sensorial ou com patologias já definidas. Oferece também treinamento aos familiares que convivem com essas crianças.

Atualmente, são atendidas cerca de 800 crianças de zero a 12 anos de idade e suas respectivas famílias, por meio do Sistema Único de Saúde – SUS. Os serviços ofertados são: Serviço Social, Enfermagem, Neurologia Infantil, Pediatria, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Ortopedia, Psicologia da Criança e da Família, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Serviço de Audiologia, Comunicação Alternativa, Estimulação Auditiva, Estimulação Visual, Oficina de Adaptações e Mobiliários Adaptados em PVC e Centro de Estudos e Pesquisas.

Fonte: Prof. José Lucivan Miranda, diretor do Nutep – fone: 85 3223 4522

Fonte: APNEN Nova Odessa

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