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Robôs controlados por pessoas com deficiência servem clientes em café no Japão

Robôs controlados por pessoas com deficiência servem clientes em café no Japão


Robôs garçons controlados remotamente por pessoas com deficiências estão abrindo um mundo de oportunidades em um novo café em Tóquio, no Japão.

O café, que iniciou um período de testes na segunda-feira (26), utiliza robôs OriHime-D, que são controlados de longe por pessoas que estão presas em casa com condições físicas severas ou deficiências.

A iniciativa combate o isolamento, além de proporcionar oportunidades de trabalho às pessoas com deficiência.

Os robôs garçons tem o tamanho de crianças, com 1,20 metro de altura, e pesam 20 kg.

A Internet é usada para transmitir áudio e imagens de vídeo filmadas pelos robôs aos seus controladores em casa, que podem, então, orientá-los com o uso de computadores ou tablets.

Fonte: Casa Adaptada 
Alunos de Engenharia Mecânica desenvolvem protótipo para auxiliar na reabilitação de cadeirantes

Alunos de Engenharia Mecânica desenvolvem protótipo para auxiliar na reabilitação de cadeirantes

Alunos no Laboratório de Robótica Assistiva do curso de Engenharia Mecânica do UniSALESIANO

Um grupo de alunos do 10º termo do curso de Engenharia Mecânica do UniSALESIANO, desenvolveram um protótipo inovador e exclusivo que irá auxiliar no processo de reabilitação de pessoas com deficiência incapacitante dos membros inferiores.

Denominado “Exoesqueleto”, o equipamento possuí vários diferenciais como: baixo custo, boa funcionalidade, eficiência e durabilidade. Ele foi construído parcialmente no Laboratório de Robótica Assistiva da instituição.

O professor de Automação Industrial e Física, Edval Rodrigues de Viveiros, que acompanhou o desenvolvimento do Exoesqueleto, explica que a ideia de construir o equipamento surgiu da necessidade auxiliar na reabilitação da professora, Genilda Aguiar de Valparaíso, mãe de uma ex-aluna do curso de Fisioterapia da instituição.

“Há uns quatro anos conheci essa senhora que é tetraplégica devido a um acidente de carro. Pensando em sua reabilitação, apresentei a ideia do Exoesqueleto a um grupo de alunos e eles toparam”, disse.

Segundo Viveiros, o projeto é uma experiência inédita produzida com custo reduzido. “Equipamentos desta natureza já existem no mercado internacional, entretanto, seu custo não é menos que 25 mil dólares”, destacou.

O protótipo foi desenvolvido com materiais acessíveis como alumínio e plástico ABS. Apresenta o que chamam de “6 graus de liberdade”, ou seja, seis possibilidades de movimentação espacial, onde quatro delas são atuantes (joelho e quadril) com motores que produzem os movimentos.

Em uma abordagem multidisciplinar entre as engenharias e a fisioterapia foram realizados estudos de biomecânica do movimento de sentar, levantar e caminhar, e sobre o controle para permanecer na postura em pé, para equilíbrio.

O co-orientador do projeto, professor Fernando Henrique Alves Benedito, Fisioterapeuta e Engenheiro Mecatrônico, participou ativamente na construção do protótipo. Além da estrutura, destacou a importância que o aparelho terá no trabalho da fisioterapia com Genilda.

“Para se reabilitar, um paciente com disfunções neurológicas, causadas por um acidente vascular cerebral ou acidente automobilístico, há a necessidade de criar uma nova memória do movimento perdido, como o levantar-se e ficar em pé”, disse.

Segundo ainda Benedito, inicialmente o dispositivo será uma ferramenta de reabilitação neurológica, principalmente em clínicas, ambulatórios e instituições de cuidados a esses pacientes.

Participaram do desenvolvimento do Exoesqueleto os acadêmicos: Chaira Parpinelli Ferreira; Débora da Costa Gandra; Erick Vinicius Demarque Scarpim; Lincon M. T. Kawaguishi Junior; Marcio Cristiano da Silva Narcizo, Mike Vinicius de SouzaOrientado pelo professor Físico do UniSALESIANO, Edval Rodrigues de Viveiros e co-orientado pelo Fisioterapeuta e Engenheiro Mecatrônico, Fernando Alves Henrique Benedito, e pelo Engenheiro de Computação, Rodrigo de Andrade Simon.

ESPERANÇA

Genilda e sua filha Giseli Aguiar, descobriram sobre o projeto do Exoesqueleto em dezembro de 2017, quando receberam o Lift de transferência, também desenvolvido por alunos do UniSALESIANO, orientados por Viveiros.

“Saber que o professor Edval estava incentivando os alunos a voltarem seus trabalhos para um projeto tão importante e grandioso assim, me emocionou bastante”, disse Genilda.

Segundo ela, no Japão, já se usa o exoesqueleto nos asilos para auxiliar idosos que não tem força para caminhar. Nos Estados Unidos, o exoesqueleto é usado por soldados para percorrerem longas distâncias.

“Este projeto é muito complexo, ousado e moderníssimo. Sinto muito orgulho por estar sendo desenvolvido no UniSALESIANO”, salientou.

Para Giseli, o projeto é incrível, e vai muito além de apenas um trabalho de conclusão de curso. “Esta é uma ação maravilhosa. Pessoas que querem ajudar ao próximo, transformando em realidade o sonho de alguém”, destacou.

Segundo ainda a fisioterapeuta, o equipamento irá ajudar na reabilitação não apenas de sua mãe, mas de muitas outras pessoas que possuem esse tipo de deficiência.

Além de estimular emocional e psicologicamente os pacientes, a sensação de estar em pé traz muitos benefícios, como a melhora na frequência cardíaca, e também da circulação sanguínea.

“Se Deus quiser o Exoesqueleto será aperfeiçoado e o professor Edval atingirá seu objetivo com grande maestria. E, muitos serão os benefícios e beneficiados por este protótipo”, concluiu.


Fonte: UniSalesiano
Robôs controlados por PCDs servem clientes em café no Japão

Robôs controlados por PCDs servem clientes em café no Japão

Controladores recebem áudio e vídeo e usam computadores ou tablets para orientar os garçons a partir de suas casas



Robôs garçons controlados remotamente por pessoas com deficiências estão abrindo um mundo de oportunidades em um novo café em Tóquio, no Japão.

O café, que iniciou um período de testes no dia 26 de novembro, utiliza robôs OriHime-D, que são controlados de longe por pessoas que estão presas em casa com condições físicas severas ou com deficiência.

A iniciativa combate o isolamento, além de proporcionar oportunidades de trabalho às pessoas com deficiência (PCDs).

Os robôs garçons tem o tamanho de crianças, com 1,20 metro de altura, e pesam 20 kg.

A Internet é usada para transmitir áudio e imagens de vídeo filmadas pelos robôs aos seus controladores em casa, que podem, então, orientá-los com o uso de computadores ou tablets.

Fonte: G1
Garçom robô controlado por deficientes é testado num café no Japão

Garçom robô controlado por deficientes é testado num café no Japão


Garçom robô controlado por deficientes. A ascensão dos robôs na vida cotidiana é, para alguns, um conceito distópico. No entanto, esse não é o caso no Japão, onde uma empresa lançou garçons robóticos como forma de combater o isolamento social e criar empregos para cidadãos com deficiência.

Japão é uma nação sinônimo de robôs . O país fez manchetes por funerais de cães robóticos, hotéis robôs e até mesmo sacerdotes robôs.

O mais recente lançamento do robô para fazer a notícia é o de garçons robóticos controlados remotamente por pessoas com deficiências físicas.

Com 1,2 metros de altura e pesando 20 quilos, os robôs OriHime-D estavam em plena exibição quando o Dawn veria.

O Beta Café organizou uma demonstração em pop-up do mini garçons em ação. Durante o esquema piloto, o garçom era controlado por Nozomi Murata, uma mulher com miopatia vacuolar autofágica, uma condição que causa atrofia nos músculos esqueléticos de uma pessoa.

Para garantir que mesmo aqueles com capacidades físicas limitadas possam utilizar as habilidades do robô, os projetistas do robô criaram uma capacidade de controle de entrada de rastreamento ocular.


garçom robô controlado por deficientes transmitem imagens de vídeo e áudio via internet, permitindo que seus controladores os direcionem de casa através de tablets ou computadores.

“Eu quero criar um mundo no qual as pessoas que não podem mover seus corpos também possam trabalhar”, explicou Kentaro Yoshifuji, diretor executivo da Ory Lab.

Dez pessoas trabalharão por mil ienes por hora. A inspiração para os robôs é algo incrivelmente próximo do coração de Yoshifuji.

Quando menino, ele sofria de uma doença induzida pelo estresse que limitava sua capacidade de se comunicar efetivamente com os outros, deixando-o sentindo-se isolado.

O fenômeno das pessoas que se desligam da sociedade, conhecida no Japão como hikikomori , é incrivelmente alto.

O governo estima que cerca de 540.000 pessoas com idades entre 15 e 39 anos se isolaram do mundo e não frequentaram a escola ou trabalharam por pelo menos seis meses.

Embora seja mais difícil de rastrear, as estatísticas para pessoas com 40 anos ou mais são consideradas incrivelmente significativas.
E para aqueles que também têm capacidades físicas limitadas, a barreira é ainda maior.


Se este café funcionar como planejado, há muita esperança para o que esse garçom robô controlado por deficientes remotamente poderiam fazer no Japão no futuro.

Atualmente, cientistas e profissionais de saúde estão procurando maneiras de ajudar a assistência robótica do país a envelhecer rapidamente .

Aparecendo em todo o país nos últimos anos, os chamados “robôs de apoio” foram empregados em várias instalações de atendimento a idosos .

]Eles não apenas auxiliam com o cuidado físico de idosos, mas também com o lado emocional e psicológico, proporcionando um senso de companhia e oferecendo fácil conectividade com a família, amigos e profissionais da área médica.

Um excelente exemplo é o Dinsow, um pequeno robô em pé que trabalha como assistente pessoal, ajudando seus donos idosos a fazer exercícios, tomar suas pílulas e até mesmo fazer chamadas de vídeo com amigos e familiares.

Após o café-piloto, o Ory Lab, a Nippon Foundation e a ANA Holdings Inc., espera abrir um estabelecimento mais permanente, totalmente equipado com garçom robô controlado por deficientes, prontos para atender a cerca de 40 milhões de turistas que visitarão o Japão para os 
Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2020.

Endereço: Edifício Nippon Zaidan, 1-2-2 Akasaka, Minato-ku, Tóquio, 107-8404, Japão



Microsoft começa a vender controle do Xbox com foco na acessibilidade

Microsoft começa a vender controle do Xbox com foco na acessibilidade


Controle já está disponível para a venda na loja da Microsoft e foi criado especiamente para jogadores com mobilidade motora reduzida


A Microsoft lançou nesta terça-feira, 4/9, o controle do Xbox One com foco na acessibilidade, apresentado oficialmente em maio. O dispositivo conta com um design diferenciado e suporta diferentes módulos para auxiliar jogadores com deficiências físicas a jogarem.

O produto já está sendo vendido na loja da Microsoft e também na Gamestop por US$ 99,99, cerca de R$ 416 em conversão direta. Assim como outros controles Xbox, o dispositivo é compatível com o Xbox One e também com o Windows 10.

Segundo explicou a gigante tecnológica na ocasião do lançamento, o controle foi construído com base nas opiniões da comunidade de jogadores que precisam de um controle adaptado. Graças a isso, o acessório pode ser programado e customizado para diferentes restrições motoras.

Os complementos para o controle são vendidos separadamente e a página do joystick adaptado no site da Microsoft traz informações sobre as fabricantes parceiras que já possuem acessórios disponíveis no mercado.

A iniciativa da Microsoft de lançar um controle voltado para inclusão e acessibilidade também ganhou destaque no The Victoria and Albert Museum (V&A). A instituição anunciou que adquiriu uma edição do produto que está em exposição na galeria dedicada para acontecimentos notórios atuais e cultura pop.

Mais informações sobre o novo controle Xbox estão disponíveis nesta página. Ainda não existe previsão de chegada do produto no Brasil.

Fonte: Adrenaline

Como inovações digitais têm melhorado a rotina de pessoas com deficiência

Como inovações digitais têm melhorado a rotina de pessoas com deficiência


Tendência é que tenhamos linhas próprias de computadores e sistemas operacionais produzidos para aqueles que convivem com algum tipo deficiência.

Pensar em um futuro melhor, ampliando horizontes, é pensar sobre acessibilidade. E por que digo isso? Porque não faz sentido refletir sobre o que vem pela frente, ainda mais no que tange às tecnologias, se não houver preocupação sólida em abraçar todos os tipos de pessoas, sobretudo aquelas com necessidades especiais. 

Justamente por isso é que acho estimulante demais acompanhar os esforços e inovações em prol desse grupo. O Estatuto da Pessoa com Deficiência, de 2015, já reforça a obrigatoriedade de seguir diretrizes de acessibilidade digital, garantindo acesso completo às informações, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente. Mas é preciso caminhar além da obrigatoriedade e em outras direções. 

Felizmente, nos próximos anos, a tendência é que já tenhamos linhas próprias de computadores e sistemas operacionais produzidos para quem tem algum tipo deficiência. E não só isso. Itens como os mouses oculares, por exemplo, que usam os músculos do globo ocular para controlar o cursor do mouse – voltados principalmente para quem é tetraplégico –, já são realidade e sinalizam um cenário otimista. Cito aqui outras práticas positivas que merecem destaque, caso de aplicativos que mapeiam prédios, bares e restaurantes acessíveis para cadeirantes ou softwares desenvolvidos para a educação de pessoas com síndrome de Down e Autismo. 

Curiosamente, o mais fascinante nessa questão é que grande parte dessas soluções são de empresas e entidades brasileiras, cujos profissionais engajados têm expertise suficiente para colocar em prática ideias que muitos consideram impossíveis. Isso mostra, acima de tudo, como é urgente valorizar o capital intelectual do nosso país. Já imaginou se houvesse ainda mais estímulo para produção de tecnologias nacionais de acessibilidade? 

Som visual - Para portadores de deficiência auditiva, é oportuno frisar que inúmeros sites já contam com ferramentas avançadas e, claro, de custos elevados. Elas transformam textos, imagens e arquivos de vídeo em sinais de LIBRAS, auxiliando quem não entende bem a língua portuguesa (ou é analfabeto) e tornando simples a interação com os conteúdos da web. 

Um novo olhar - Já para os portadores de deficiência visual as inovações focadas no uso do computador ou na leitura de livros, como softwares que transformam em áudio conteúdos em texto e até hardwares, como o display Braille, que apresenta informações exibidas nas tela dos dispositivos nessa linguagem, são alguns dos exemplos – exemplos caros, vale ressaltar. 

Braille portátil - A propósito, o sistema Braille, que permitiu que as pessoas portadoras de deficiência visual pudessem explorar um universo totalmente novo, sentindo a leitura com os dedos, agora alia-se à tecnologia para proporcionar novas oportunidade para este público. Isso porque em breve os livros digitais poderão usar esse sistema de linguagem para cegos, representando um marco e tanto na acessibilidade. Já pensou em transportar uma biblioteca inteira de livros em uma estrutura leve e acessível na linguagem Braille e tudo isso por um preço baixo, ao contrário do que vemos hoje? Não seria interessante? 

*Camilo Stefanelli é CEO da Compaq Brasil


Fonte: Idgnow
Aplicativos de Celular Para Cegos

Aplicativos de Celular Para Cegos


Existem diversos tipos de deficiência e adaptar o mundo para que pessoas que sofram com isso e fazer que não se sintam como verdadeiros estranhos na sociedade é muito importante. Diante um mundo mais moderno, adaptável e de certa forma consciente sobre tais questões, diversos meios de socialização para cegos já foram criados e muitas vezes nem sabemos disso.

Aplicativos de Celular Para Cegos


Um grande exemplo são aplicativos para celular que ajudam a deixar as pessoas que não enxergam mais informada sobre as coisas que acontecem no mundo. Quem disse que uma pessoa com deficiência visual não pode ter seu próprio celular e desfrutar de suas funções como qualquer outra pessoa que enxerga? Viemos então, apresentá-los alguns exemplos de aplicativos voltados à esse grupo de pessoas e que ajuda de alguma forma o acesso de todos os cegos ao mundo.

Georgie

Se o cão guia é o melhor amigo do cego nas ruas, o Georgie é o melhor amigo deles no mundo tecnológico. Este aplicativo está disponível apenas para celulares com sistema operacional Android e tem como principal função falar, literalmente, o que a pessoa está fazendo no celular.

Com o Georgie, você terá uma espécie de assistente por voz em seu aparelho. Ele digita e envia mensagens de texto que devem ser citadas usando o comando de voz do celular. Diz o nome de cada contato da agenda tanto na hora da busca como quando ele está ligando para o aparelho, repete o numero discado e diz o nome de cada função do celular que foi selecionada.

Uma função muito eficiente desse aplicativo é que com a câmera do celular apontada para qualquer letreiro ou placa, ele consegue captar e ler o que tem ali escrito, repetindo para o dono do aparelho. Ainda possui um GPS inteligente onde o usuário registra seus lugares preferidos e ele marca todas as informações, além de reconhecer buracos, galhos ou qualquer obstáculo que o cego encontre em seu trajeto.

Voice Over

Este na verdade não é um aplicativo que você vai encontrar para download. Ele é um recurso nativo do sistema operacional iOS, ou seja, só está disponível para iPhone e iPads, o Voice Over funciona basicamente como o Georgie só que de forma bem mais eficiente. Ele descreve exatamente tudo o que acontece na tela do seu smartphone e todos os alertas que chegam são identificados também como um aviso sonoro.

Ele é extremamente eficiente caso a pessoa com deficiência visual precise ler uma mensagem de texto, uma página na internet, emails recebidos, entre outros detalhes. Você encontrará em aparelhos com iOS instalado e precisa apenas ativá-lo. Para isso acesse a função de Configurações, Ajuste> Geral > Acessibilidade.

A partir daí é só configurar de acordo com as necessidade do usuário e deixar que ele faz o resto.

LookTel

Este aplicativo funciona de forma diferente dos citados acima porque ele não auxilia bem o cego a usar o seu celular, mas para facilitar o acesso sobre o mundo ao seu redor. O LookTel possui um sensor que identifica objetos e locais que está ao redor da pessoa com deficiência visual e informa através de comandos de voz o que se passa ao seu redor.

Essa identificação é feita quase que instantaneamente e deve apontar a câmera do celular para o lugar que você deseja identificar. Ele se torna um cão guia falante que vai ajudar qualquer pessoa com deficiência a reconhecer suas atividades no dia a dia e deixá-lo menos dependente de outras pessoas.

Bus Alert

Não é todo mundo que possui um carro para se deslocar de um lugar para outro e passa a depender do transporte público. Isso dificulta muito a vida de qualquer cego porque ele precisa identificar o ônibus e isso depende de outra pessoa que enxergue para dizer qual linha se aproxima. Na verdade precisava.

Com o Bus Alert basta o cego aponta seu celular e a função de GPS identifica à uma distância considerável qual a linha que se aproxima. Dessa forma o usuário pode decidir se dá ou não sinal para aquele ônibus parar no ponto. Esse aplicativo está disponível para celulares com Android e Java.

TalkBack

Assim como existe o Voice Over para aquelas pessoas que possuem um iPhone, o TalkBack foi criado para suprir a mesma necessidade, mas daqueles que preferem aparelhos com Android. Ele possui as mesmas funções que o Voice Over e facilita muito o acesso de qualquer pessoa com deficiência. Dependendo do aparelho ele já vem instalado e você precisa apenas configurá-lo, mas caso isso não tenha acontecido, você pode baixar pelo Google Play gratuitamente. Ele só funciona com aparelho que tenham o Android a partir da sua versão 2.3 instalado.

TypeInBraile

Este é um exemplo de aplicativo muito inteligente. Diferente dos que já citamos aqui, ele possui uma taxa de aquisição de 4,99 dólares e pode ser adquirido pelo iTunes, sendo assim, só está disponível para iPhone, iPod Touche e iPad. Esse aplicativo ler em braile os gestos de qualquer usuário.

O cego precisa apenas ligar a câmera do celular e apontar para o alvo, sendo assim qualquer movimento é transformado em leitura para eles. Cada caractere em braile é representado por uma sequencia de toques na tela. É importante lembrar que mesmo tendo em português, ele reconhece a linguagem em braile apenas em inglês.

Tandera Dinheiro

Se um deficiente não quer correr o risco de ser enganado com troco e pagamento, esse é o aplicativo mais indicado.  O Tandera dinheiro identifica as notas em reais através da câmera do celular e informa quanto de dinheiro o cego recebeu  em mãos. Basta localizar o celular sobre a nota e em condições ideais de iluminação que ele faz a identificação instantânea.

Ele diz através do comando de voz, que cédula é aquela que está sendo fotografada. Na versão free ele identifica apenas notas de 2 (dois) e 5 (cinco) reais, enquanto na versão paga, além destas ele também identifica notas de 10 (dez), 20 (vinte), 50 (cinquenta) e 100 (cem) reais.

*Texto adaptado pela Revista PcD

Fonte: Universo PcD
Rede Lucy Montoro recebe equipamento de robótica

Rede Lucy Montoro recebe equipamento de robótica


Durante a tarde desta quarta-feira, 13 de junho, a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella, e o Governador do Estado de São Paulo, Márcio França entregaram um novo equipamento de robótica, com tecnologia inédita, para a unidade de Santos da Rede de Reabilitação Lucy Montoro.

Paciente demonstra uso do Vivax, observado pela Dra. Linamara e o governador Márcio França

A unidade, que completou quatro anos de funcionamento, é a primeira a receber o Vivax fora da Capital de São Paulo. O equipamento tem tecnologia 100% nacional, que possibilita movimentos tridimensionais dos membros superiores até então não alcançados por nenhuma tecnologia do mundo.


Também estiveram presentes na entrega, o diretor do Centro de Reabilitação Lucy Montoro Santos, Celso Vilella Matos, e o engenheiro idealizador do Vivax, Antonio Makiyama. Pioneira em uso de robôs na reabilitação, a Rede Lucy Montoro já conta com equipamento Vivax na unidade Vila Mariana da capital paulista.


A Secretária Dra. Linamara destaca a importância de um equipamento como esse para a Rede de Reabilitação. “A Rede Lucy Montoro cumpre seu papel na formação de recursos humanos, na qualidade da assistência oferecida aos pacientes e no estímulo e apoio ao desenvolvimento de novas tecnologias. Este é o Brasil produtor de tecnologias para que todos os brasileiros sejam usuários de produtos assistivos que melhorem a qualidade de vida”, destacou.


O Vivax, viabilizado com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Fapesp, possibilita uma amplitude do movimento do braço até então não alcançada em nenhuma tecnologia existente no mundo, ao permitir movimentos tridimensionais mais realistas e próximos às atividades cotidianas dos pacientes.


Entre as vantagens da nova tecnologia está o fato de o aparelho ser portátil e pesar apenas 15 quilos, cerca de 7 vezes mais leve do que os equipamentos disponíveis no mercado, aproximando a tendência de os pacientes utilizarem a robótica em casa.


Além de ser mais vantajoso no peso, o robô apresenta um custo significativamente inferior a um equipamento similar no mercado e permite maior feedback auditivo e visual ao disponibilizar games mais atrativos. A novidade é voltada para vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC), pessoas com paralisia cerebral, lesão encefálica, lesão medular, traumatismo craniano e doenças degenerativas.


Desde o início de funcionamento da Rede Lucy Montoro em Santos, foram realizados cerca de 170 mil atendimentos e dispensados mais de 9 mil órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção.

Apple e Microsoft ajudam a criar um novo padrão para terminais braile

Apple e Microsoft ajudam a criar um novo padrão para terminais braile


As duas gigantes da tecnologia se uniram para otimizar a tecnologia em braile de terminais


É muito interessante ver a rivalidade de empresas caindo por terra quando elas se juntam para criar algo que beneficia a muitos, principalmente quando se tratam de pessoas com necessidades especiais.

E é exatamente isso que a Apple, a Microsoft e outras empresas de tecnologia fizeram ao colaborarem na criação do mais novo padrão para terminais braile (braille displays).

A organização sem fins lucrativos USB-IF (USB Implementers Forum) anunciou hoje o novo padrão USB HID (Human Interface Device) para terminais braile.

A Apple já suporta diversos terminais braile em seus dispositivos móveis, possibilitando a leitura e a escrita digital de usuários cegos ou com baixa visão. Entretanto, o novo padrão irá facilitar o funcionamento desse tipo de dispositivo em qualquer tipo de hardware ou sistema operacional.

Sarah Herrlinger, diretora de políticas e iniciativas de acessibilidade global da Apple, falou sobre a participação da Maçã no projeto:

“A tecnologia deve ser acessível a todo mundo e a Apple projeta todos os produtos com isso em mente. Estamos orgulhosos de promover este novo padrão do USB-IF porque acreditamos em melhorar a experiência de todas as pessoas que dependem de terminais braile para usar seus produtos Apple ou qualquer outro dispositivo.”

O chefe do programa de acessibilidade do Windows na Microsoft, Jeff Petty, também falou sobre o projeto, afirmando que a empresa “vê a oportunidade que os avanços em tecnologia podem criar para pessoas com deficiências” e “tem a responsabilidade de desenvolver novas formas de capacitar todos para obter mais”. Ele acredita que, com a implementação desse novo padrão, a taxa de desemprego para pessoas com deficiência melhorará.

Definitivamente, não há melhor uso da tecnologia do que aplicá-la em acessibilidade, a fim de proporcionar oportunidades igualitárias às pessoas que normalmente não teriam.

Fonte: MacMagazine
Microsoft vai investir US$ 25 milhões em acessibilidade

Microsoft vai investir US$ 25 milhões em acessibilidade


Em evento anual de desenvolvedores, empresa destacou benefícios para mais de um bilhão de usuários com fortalecimento de pesquisas. "Futuro da inteligência artificial para pessoas com deficiência é ilimitado", destacou a presidente da Microsoft Brasil.
        
Luiz Alexandre Souza Ventura

IMAGEM 01: Em evento anual de desenvolvedores, empresa destacou benefícios para mais de um bilhão de usuários com fortalecimento de pesquisas. “Futuro da inteligência artificial para pessoas com deficiência é ilimitado”, destacou a presidente da Microsoft Brasil. DESCRIÇÃO DA IMAGEM PARA CEGO VER: Duas mulheres e um homem conversam e estão sorrindo. Elas estão em pé e ele está em uma cadeira de rodas, com a cabeça apoiada e olha para a tela de um computador que controla a cadeira. Crédito da foto: Reprodução

A Microsoft vai investir US$ 25 milhões (aproximadamente R$ 90 milhões) nos próximos cinco anos para ampliar os recursos de acessibilidade em seus produtos e serviços com aplicação de inteligência artificial (artificial intelligence).

O anúncio do novo programa AI for Accessibility (IA para Acessibilidade) foi feito nesta segunda-feira, 7, durante o Microsoft Build 2018, evento anual da companhia para desenvolvedores.

Em artigo publicado no Linkedin, a presidente da Microsoft Brasil, Paula Bellizia, ressaltou a importância do programa, que deve beneficiar mais de um bilhão de usuário em todo o mundo.

“Há muitos anos a Microsoft AI and Research desenvolve projetos de acessibilidade. São inovações, lideradas por um cérebro brasileiro, o engenheiro Henrique Malvar, que comanda o grupo de pesquisas NeXt Enable da Microsoft AI and Research”, afirmou a executiva.

Malvar esteve em São Paulo no último mês de março para apresentar um panorama das atividades desenvolvidas por sua equipe. “Inteligência artificial demanda algoritmos complexos e tecnologia pesada”, explicou o pesquisador, que apresentou estudos para novas soluções voltadas às pessoas com deficiência auditiva, inclusive para uso de língua de sinais, no Brasil e nos Estados Unidos.

“O futuro da inteligência artificial para pessoas com deficiência é ilimitado. Nossas iniciativas em prol da acessibilidade estão fundamentadas na nossa missão de empoderar cada pessoa e organização no planeta a conquistar mais. Juntos, podemos contribuir para um mundo mais inclusivo”, afirma a presidente da Microsoft Brasil (clique aqui para ler o artigo).


Fonte: Estadão

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