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Sem paixão, a ciência não anda

Sem paixão, a ciência não anda


Ele era alpinista. Perdeu as pernas, necrosadas depois de terem congelado na montanha. Então virou um alpinista melhor. Hugh Herr foi amputado dos joelhos para baixo. Agora tinha de usar próteses para andar. Mas aproveitou para transformar a deficiência em trunfo. Passou a construir membros artificiais adaptados para cada tipo de escalada: uma com chaves de fenda no lugar dos pés, para subir paredes verticais se apoiando nas fendas das rochas, outra cheia de pregos, para dar mais apoio no gelo…

Engenheiro, decidiu se especializar no assunto. E hoje coordena uma equipe no MIT que desenvolve novos tipos de prótese para amputados. A mais recente é esta aí da foto, uma experimental, que Hugh usa todos os dias. Vi o engenheiro e suas próteses pessoalmente, em março, no Canadá, quando ele deu uma palestra no TED. Impressiona: se eu fosse criança, pediria aquelas pernas mecatrônicas de Natal. Quando meu pai dissesse que eu precisaria perder as pernas para ganhar o presente, passaria o resto do dia tramando como me livrar delas.

As próteses do cara não são só bonitas. São inteligentes, controláveis pelo pensamento. Quando o cérebro dá um comando (inconsciente) para mover a perna que não existe, um motorzinho puxa um tendão artificial, simulando na prótese o ato reflexo que a amputação lhe roubou. Isso dá vida à perna artificial. Torna a coisa parte integrante do corpo. E não fica nisso: ela também tem sensores de tato. Quando você pisa, sente o chão, como se tivesse um pé de verdade.

Hugh diz que basicamente toda semana sua equipe desenvolve algum software ou alguma peça nova para a prótese. E nos últimos tempos esse processo acelerou. Hugh encontrou Adrian, uma bailarina que tinha perdido uma perna naquele atentado a bomba, o da Maratona de Boston, no ano passado. E decidiu criar uma prótese especial para ela, uma com as peças e o software necessários para reproduzir movimentos de balé (obviamente bem mais complexos do que os movimentos necessários para ir até a padaria). Como ele disse, na palestra do TED: “Em 3 segundos os criminosos covardes tiraram Adrian dos palcos. Em 200 dias a gente colocou ela de novo…”.

Ele segura as lágrimas e continua: “Não vamos ser intimidados, diminuídos, dominados ou impedidos por atos de violência”.

A plateia aplaude de pé, num ato reflexo. Hugh então chama Adrian no palco. E ela dança com a perna artificial que eu gostaria de ter ganho de Natal. Nunca tinha visto nada tão bonito, e acho difícil que veja de novo.

Ela não dançou com a mesma destreza que provavelmente tinha antes. Os movimentos eram limitados, já que a prótese continua em desenvolvimento, e o objetivo de que ela emule os movimentos naturais de uma bailarina ainda parece longe. Essa parte Hugh não falou na palestra. Mas tudo bem. A apresentação em si era um passo importante no próprio desenvolvimento da prótese. Por um lado, o objetivo de fazer uma conferência perfeita no TED moveu Hugh e sua equipe a dar um passo maior do que eles teriam dado sem esse estímulo. Por outro, a coisa chamou a atenção de boa parte do mundo para o trabalho que vem sendo feito para recuperar amputados – o vídeo da apresentação teve os milhões de acessos que toda palestra bem sucedida do TED consegue. E chamar a atenção significa conseguir mais dinheiro para continuar as pesquisas. É o espetáculo, a parte lúdica, trabalhando a favor de algo concreto, e fundamental – na plateia, estavam Sergey Brin, Larry Page, Jeff Bezos… Uma parte considerável do PIB mundial. Chamar a atenção desses caras faz toda a diferença.

Nicolelis tentou fazer a mesma coisa: transformou o objetivo de fazer uma apresentação perfeita para um bilhão de espectadores em motor para o desenvolvimento de seu trabalho. E haja trabalho: ele tem um projeto bem mais ambicioso que o de Herr. Fazer um paraplégico andar, afinal, é incomparavelmente mais complexo do que aperfeiçoar próteses de membros inferiores.

Ele não conseguiu a mesma repercussão. Mas não porque faltou ciência. Faltou justamente o supérfluo: o espetáculo em si. Nenhum marketeiro da Fifa, aparentemente, se interessou pela ideia (e mesmo se se interessasse não teria competência para produzir nada). O TED, pelo contrário, deu a Hugh Herr um roteiro capaz de tirar lágrimas dos bilionários da plateia. E das milhões de pessoas que assistiram ao vídeo no YouTube.

Bom, daqui a pouco é a vez de Nicolelis subir no palco do TED. A série de palestras vai acontecer no Brasil, em outubro. A ideia da organização é montar uma “arena” na praia de Copacabana, ligada ao Copacabana Palace por uma passarela. Um espetáculo bem além do padrão Fifa – padrão Rolling Stones (e, ainda bem, bancado por patrocinadores privados). Nicolelis vai estar lá. Aí sim o trabalho do melhor e mais ambicioso neurocientista do Brasil pode ganhar a embalagem que merece – uma tão espetacular quanto a ciência que existe ali dentro. Fico na torcida.



Taxista com deficiência: Uma corrida contra o tempo!

Taxista com deficiência: Uma corrida contra o tempo!

Ser um taxista com deficiência no Brasil é uma corrida contra o tempo. Que já foi perdido!
Até que enfim, saiu o primeiro alvará para taxista paraplégico (cadeirante) que se tem notícia no nosso país, e foi na cidade de Taboão da Serra, na grande São SP.

Particularmente, conheci o motorista Reinaldo Luz em uma pista de kart, onde ele ficou sabendo a minha luta para ser taxista, e disse que iria tomar providências para ser taxista também!

Ele foi à luta. Foi até a prefeitura de sua cidade e consegui falar com o Prefeito, Fernando Fernandes, que num ato consciente e louvável, logo liberou para Reinaldo um alvará de forma inclusiva. Agora o cadeirante Reinaldo Luz já trabalha com seu taxi próprio e está muito feliz! Não só por ser um motorista de taxi próprio e está muito feliz! Não só por ser um motorista de taxi reconhecido, mas também como um empreendedor.

Mas a pergunta é: e eu? Que comecei há anos essa luta aqui na capital paulista... já tenho meu alvará? Ainda não!

Aqui na cidade São Paulo/SP eu já falei com todo mundo que tinha e não tinha direito. Já procurei até o ministério do trabalho, ministério público, departamento de transporte público (DTP), e comuniquei a secretária de transporte (SP trans). Já até participei do sorteio de 1.200 novos alvarás em 2012, que foi feito pela loteria federal, e até agora, nada !!!

Foi criado o projeto PL 436/2010 que destina 2% de vagas nos pontos de taxi para taxistas com deficiência física ou mobilidade reduzida em São Paulo/SP, desde que devidamente habilitados. O PL está em processo para ser votado na câmara de vereadores paulistana, mas isso pode demorar muito tempo.

E para quem já perdeu tanto tempo com o veto que proibia que pessoas com deficiência pudessem trabalhar profissionalmente conduzindo veiculo? Será que o PL vai atender o nosso objetivo de ter alvará e poder participar do mercado de trabalho e ser um empreendedor?

Eu já era habilitado na categoria E - profissional de carreta e ônibus articulado - antes da deficiência (hoje sou paraplégico) Depois do acidente e da deficiência, fui rebaixado para categoria B. Desde então, estou lutando para voltar o que eu era antes, um transportador empreendedor. Já tenho curso condutax e gestão de serviço de taxi - necessários para exercer a profissão na capital paulista - e ganhei o selo de profissional qualificado na escola sest senat. Agora só me falta o secretário de transporte Jilmar Tatto e o novo prefeito paulistano, Fernando Haddad, me fornecerem um alvará inclusivo com urgência, seguindo o exemplo do prefeito de Taboão da Serra/SP. Será?!? A esperança não perco, nunca!

A posição da prefeitura de São Paulo/SP

A Revista Reação procurou ouvir o secretário Jilmar Tatto, sobre a questão da concessão de alvará para taxista destinado a motorista com deficiência. A coordenadoria de comunicação da secretaria municipal de transporte da prefeitura de São Paulo enviou a seguinte nota:

“A concessão de alvarás de estacionamento na cidade de São Paulo é feita através do departamento de transportes públicos (DTP) da secretaria municipal de transporte por meio de sorteio público. O ultimo sorteio - que contemplou 1.200 alvarás - Teve inicio em 2011 e encerramento em 2012, e foi realizado com base nos resultados da Loteria Federal. Ao fim de cada concurso foram publicados os nomes dos inscritos contemplados no Diário Oficial da cidade.

No caso do cadeirante que possui o condutax, não há registro de reivindicação de alvarás neste sentido. Como mencionado, a prefeitura disponibilizara alvarás por meio de sorteios, não podendo direcionar para setores da sociedade.

‘’Nestas condições, caso o profissional possua CNH em validade e consequentemente com condutax em validade, ele poderá participar dos próximos sorteios’’. Em relação ao projeto de lei nº 436/2010, de 16/09/2010, de autoria de Antonio Carlos Rodrigues, apresentado à câmara municipal paulistana (destina no mínimo 2% do total de vagas nos pontos de taxi para taxista devidamente habilitados mas com deficiência) A secretaria informou Não se pronunciará a respeito durante a tramitação.
 
Hermes Oliveira

Hermes Oliveira é cadeirante, piloto de parakart patrocinado pela Revista Reação, estudante de Administração de empresas, autor do livro ‘’Um motorista especial de carreta’’


Aplicativos para Tablets são utilizados para a estimulação de pessoas com síndrome de Down

Aplicativos para Tablets são utilizados para a estimulação de pessoas com síndrome de Down

 Tribunais serão orientados a adaptar tribunas para cadeirantes
   CNJ decide recomendar a todos os tribunais brasileiros a instalação nos plenários de tribunas para sustentação oral de advogados com layout adaptado para cadeirantes.
    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (31/7), recomendar a todos os tribunais brasileiros a instalação nos plenários de tribunas para sustentação oral de advogados com layout adaptado para cadeirantes. “A tribuna é indissociável da sustentação oral e constitui o prolongamento da função da advocacia. A sustentação oral ganha em qualidade quando proferida da tribuna”, destacou o presidente do CNJ, ministro Ayres Britto, que foi o autor da proposta.
   No plenário do CNJ, por determinação do próprio presidente, a tribuna foi adaptada para advogados que utilizam cadeira de rodas. O novo modelo é utilizado desde junho. No ano passado, quando assumiu a presidência da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ayres Britto também solicitou a adaptação. Com a decisão unânime tomada nesta terça-feira (31/7), durante a 151ª sessão ordinária, o Conselho vai editar recomendação orientando todos os tribunais a adotarem a mesma medida, em complemento à Resolução 114, que define normas de acessibilidade para as obras no Poder Judiciário.
Acessibilidade 
   Durante a sessão, o conselheiro Wellington Saraiva propôs a edição de normas e orientações mais abrangentes aos Tribunais para garantir o cumprimento da Lei de Acessibilidade (Lei 10.098/2000) nos órgãos do Poder Judiciário. Entre as medidas sugeridas pelo conselheiro estão a sinalização nos prédios da Justiça e a adaptação dos sistemas e portais na internet para pessoas com deficiência visual. Saraiva se comprometeu a elaborar uma proposta de texto para submeter à aprovação do plenário.
Fonte: O Girassol
Tire dúvidas sobre vagas para deficientes

Tire dúvidas sobre vagas para deficientes

Especialistas em leis de acessibilidade explicam as regras para usar vagas reservadas
Locais públicos e privados de uso coletivo devem ter no mínimo 2% das vagas reservadas às pessoas com deficiência física
A reserva de vagas especiais para deficientes físicos em estacionamentos - públicos ou privados - de uso coletivo é assegurada pelo decreto-lei de acessibilidade 5296. No entanto, passados sete anos em que a lei está em vigor, muitas dúvidas ainda permanecem para usuários, estabelecimentos e clientes.
O Portal da Band conversou com Teresa Costa D’Amaral, superintendente do IBDD (Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência), e com o bacharel em Direito e cadeirante Rodrigo Fagnani “Popó” para esclarecer algumas dessas questões.
1) Qual tipo de documentação é necessária para se conseguir o direito de parar nessas vagas?
RF: É necessário ter um cartão para ser colocado em um lugar de muita visibilidade como, por exemplo, o painel do carro. Esse documento é confeccionado e fornecido pela secretaria de trânsito de cada município. No meu caso, para obter o cartão, precisei apresentar a carteira de motorista que, no caso de deficientes físicos, já contém uma observação de que a pessoa é portadora de deficiência. Além disso foi necessário fornecer o documento do carro e um comprovante de residência.
TA: Os órgãos de trânsito de cada município informam a documentação necessária, normalmente cada cidade exige documentos diferentes. No entanto, é sempre obrigatório levar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) que mostra que a pessoa é portadora de deficiência.
2) Os locais públicos são obrigados a ter esse tipo de vaga? Quantas?
RF: A lei estabelece que todos os locais públicos e privados de uso coletivo como shoppings e parques devem ter no mínimo 2% de suas vagas de estacionamento reservadas para deficientes físicos. Se este porcentual der um resultado menor do que um, ainda assim é necessário ter no mínimo uma vaga específica para deficientes.
TA: O artigo 25 da Lei 5296 garante a reserva de no mínimo 2% das vagas em locais públicos e privados.
3) Qual a lei para locais privados de uso restrito, como condomínios?
TA: A lei não se aplica nesses casos. Cabe aos administradores de cada local decidirem como e quantas vagas reservadas devem ser disponibilizadas.
4) Caso a pessoa note que o local não possui o número de vagas necessárias, como ela pode reclamar?
RF: O usuário que notar quaisquer irregularidades pode chamar os órgãos fiscalizadores de trânsito, no caso de locais públicos. No caso de locais privados, quem cuida desse tipo de reclamação é a empresa administradora.
5) Como essas vagas devem ser?
RF: As vagas devem ser o mais próximo possível da entrada principal e precisam seguir as medidas padrão e normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Além disso, elas têm que respeitar todas as leis de acessibilidade.
6) Qual a punição para quem para neste tipo de vaga sem a documentação necessária?
RF: A infração tira três pontos da carteira de motorista e a pessoa é multada em R$ 57, além disso o carro pode ser guinchado.
TA: A lei estabelece que a utilização dessas vagas por pessoas que não estejam transportando pessoas com deficiência física constitui uma infração ao art. 181 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997.
7) Alguns locais colocam correntes e cones para reservar essas vagas. Isso é permitido?
RF: A lei não dispõe de nenhuma informação sobre esse tipo de prática. Normalmente, os locais fazem isso por causa do desrespeito das pessoas. Trata-se de uma medida válida se o estabelecimento deixar alguém disponível no local para retirar o bloqueio quando o deficiente físico chegar à vaga.


Obviamente, se não houver ninguém para retirar o cone ou a corrente, fica muito difícil parar nesses locais, já que as pessoas que as utilizam têm dificuldades de mobilidade. Eu, por exemplo, dirijo sozinho e preciso de alguém para ajudar a remover estes objetos.
Fonte Band
Fernando Fernandes é tricampeão mundial de paracanoagem velocidade

Fernando Fernandes é tricampeão mundial de paracanoagem velocidade

Fernando Fernandes tornou-se, na quinta 17/05, tricampeão mundial de paracanoagem velocidade. Remando no lago Malta, na cidade de Poznan, na Polônia – mesmo local onde havia vencido o primeiro mundial da sua carreira, em 2010 -, o atleta do clube Pinheiros venceu na categoria K1 200m A (caiaques solos para atletas com maior grau de lesão). Com o tempo de 53s550, o ex-BBB garantiu a medalha de ouro pelo terceiro ano consecutivo. Na segunda colocação ficou o polonês Jakub Tokarz, com 58s882, e na terceira o russo Alexey Malyshev, com 1m01s250.
- A prova foi muito dura porque, além do frio de 10 graus, estava ventando forte e a água ficou muito ondulada. Tratei de abrir uma boa vantagem e quando vi que a vitória estava garantida, apenas controlei a prova para garantir que o caiaque não virasse – disse o atleta, que se mostrou muito emocionado com a conquista.
- A gente abre mão de muita coisa, família, amigos, em busca desse objetivo. Quero sempre representar bem o nosso país e também uma garotada enorme que se espelha na gente. Por isso, estou muito feliz e emocionado com mais essa medalha de ouro – comemorou Fernando.
Neste ano, o paracanoísta não encontrou as mesmas facilidades das outras vezes em que ganhou o Mundial. Com mais competidores e cada vez mais bem preparados, a prova exigiu de Fernando mais do que de costume.
- É bom ver que a paracanoagem está crescendo e se desenvolvendo. Tem muita gente com bom potencial chegando, os países vieram com atletas fortes e isso é bom para mim porque passo a me cobrar ainda mais.
Fonte - Globo Esporte
Rampa de acessibilidade leva deficiente a barranco e terreno baldio

Rampa de acessibilidade leva deficiente a barranco e terreno baldio

Obras em Marechal Cândido Rondon, no Paraná, custam R$ 2 milhões. 'Eles vão retirar as rampas erradas e construir de novo', garante prefeito.
Empresa que construiu as rampas disse que seguiu o projeto
A construção de rampas de acessibilidade instaladas pela prefeitura de Marechal Cândido Rondon, no oeste do Paraná, tem chamado a atenção dos moradores. Isso porque as rampas destinadas a deficientes físicos foram construídas em locais inadequados que não levam o cadeirante a lugar algum. Algumas delas foram feitas em barrancos e em frente a terrenos baldios.
As rampas, que começaram a ser construídas há um mês, fazem parte de um projeto que prevê recapeamento asfáltico e sinalização. O investimento foi de R$ 2.091.381,10, dinheiro repassado pelo Ministério das Cidades. “É um dinheiro jogado fora. Quem vai passar ali? O que precisa fazer eles não fazem”, reclama o aposentado Holdi Wommer.
A presidente da Associação dos Deficientes de Marechal Cândido Rondon, que também é cadeirante, Alaíde Sauer, conta ao G1 que ficou surpresa quando viu as rampas prontas. “É totalmente fora do padrão. Deveriam ter conversado com algum cadeirante para saber os melhores lugares para construir esses acessos”.
Ela diz ainda que encontra muita dificuldade para se locomover na cidade. “Se construíssem essas rampas em outros lugares, poderiam ser mais usadas”, complementa.

O secretário de planejamento Mauro Siqueira Donha, esclarece que, ao todo, serão construídas 254 rampas, uma exigência da
Caixa Econômica Federal, responsável pela liberação do recurso. De acordo com Donha, se as rampas não fossem construídas, independente de haver calçada ou não, a liberação ficaria comprometida. “Num volume desses de rampas, provavelmente uma ou outra ficou em desacordo. Mas o pessoal já está fiscalizando e notificando. Eles vão retirar as rampas erradas e construir de novo”, garantiu.
A empresa Samp Construtora de Obras LTDA ganhou a licitação para construir a rampa. De acordo com o encarregado de obras Luiz Carlos dos Santos, a obra foi feita exatamente como estava no projeto. “Quando se pega um projeto da Caixa Econômica, é tudo vistoriado antes. Eles não mandam um projeto se não tiver vistoria. Nós só executamos o que eles pediram”, explica.
O secretário de planejamento de Marechal Cândido Rondon afirmou que uam reunião foi realizada na quarta-feira (16) com o responsável pelo projeto e o representante Samp. No encontro foi decido que a empresa ficará responsável por refazer as rampas que estão em lugares inadequados.

Fonte: Primeira Edição
Menina com paralisia cerebral sonha em poder dançar como a sua irmã gêmea

Menina com paralisia cerebral sonha em poder dançar como a sua irmã gêmea


Gêmeas Isabella e Gabriella Platt (Foto: Daily Mail)
As inglesas de 4 anos nasceram saudáveis e médicos não sabem o motivo de uma delas ter desenvolvido a deficiência
Quando colocadas lado a lado, as gêmeas Isabella e Gabriella Platt, de 4 anos, parecem idênticas. Porém, ao observá-las melhor, nota-se que a primeira precisa de talas de metal nas pernas para andar. A menina sofre de uma forma debilitante de paralisia cerebral. Seu maior sonho é ter “pernas novas” para que possa fazer aquilo que mais ama: dançar como a irmã.
Uma cirurgia na coluna poderia ajudar a menina, mas, no seu país natal, a Inglaterra, o sistema de saúde pública não cobre a operação. Por isso a família das gêmeas está arrecadando fundos para custear uma cirurgia nos Estados Unidos, onde um inovador cirurgião promete realizar o sonho de Isabella – dançar. Ao todo, a família precisa de 50 mil libras (cerca de R$ 130 mil). A mãe das meninas, Stacey, contou ao jornal britânico Daily Mail que uma maneira de ajudar Izzy, forma como se refere à filha, a não se sentir tão diferente das outras crianças é comprar calçados pretos para Gabriella também. “Visto a Gabriella com um calçado mais parecido o possível com as botas de Isabella”, contou.
A mãe ainda disse que deseja ver a filha sem as talas e a bota para que ela possa brincar, dançar e correr como qualquer menina da sua idade. “Sem essa parafernália ela vai poder fazer o que quiser”, garantiu. Stacey afirmou que Isabella entende a sua condição e nunca reclama. Mesmo com a pouca idade, Gabby dá suporte à irmã. “Vejo ela ajudando Izzy a se equilibrar a todo momento” disse a mãe.
A descoberta da paralisia veio quando Isabella tinha 1 ano e meio. “Enquanto Gabby andou no primeiro aniversário, Izzy nem sequer sentava ou rolava”, explicou Stacey. Os primeiros médicos consultados não acertaram o diagnóstico: diziam apenas para a família resistir à tentação de comparar as meninas só porque elas eram gêmeas. Mesmo com a descoberta da paralisia, os especialistas ainda não sabem por que ela ocorreu, já que as duas garotas nasceram saudáveis.
Sobre a cirurgia nos Estados Unidos, a família Platt conta que soube do procedimento por meio do noticiário. Trata-se de uma operação na coluna vertebral e do alongamento dos músculos da perna. “Desde então, já vi cerca de 180 vídeos de famílias que contaram sobre a sua experiência com esse procedimento”, afirmou Stacey. “Aqui na Inglaterra há tratamentos que poderiam melhorar a qualidade de vida de Izzy, mas isso só aconteceria depois dos 7 anos. Acontece que já percebi que ela está começando a ficar envergonhada da sua condição”, justificou a mulher. A família pretende operar a garota em janeiro do próximo ano.

Fonte: Revista Crescer - http://www.deficienteciente.com.br
Após 16 dias, paraplégica completa o percurso da maratona de Londres

Após 16 dias, paraplégica completa o percurso da maratona de Londres

Claire Lomas é aplaudida por centenas de pessoas ao completar o percurso (Foto: Agência Getty Images)
   Mary Keitany, vencedora da Maratona de Londres no dia 22 de abril, bateu o próprio recorde ao cruzar a linha de chegada em 2h18m36s. Nesta terça-feira, 16 dias depois da largada oficial, Claire Lomas também completou o percurso de 42 quilômetros, tornando-se a primeira paraplégica a terminar a prova com a ajuda de um exoesqueleto, popularmente conhecido como traje biônico.
   - Estou nas nuvens. Quando estava treinando houve momentos em que duvidei que seria capaz. Uma vez que dei a largada, só pensava que a cada passo que dava estava mais perto da meta – disse.
   A britânica, de 32 anos, perdeu o movimento das pernas em 2007 após cair de um cavalo. O sistema que ela utiliza para se locomover possui suportes motorizados e sensores que detectam o balanço do corpo, permitindo que ela caminhe com o auxílio de muletas. Por dia, nas últimas duas semanas, Claire percorreu cerca de três quilômetros.
   Com um acompanhante durante a maior parte do trajeto, a britânica foi acompanhada por centenas de pessoas nos últimos metros. Apesar do esforço, o feito não aparecerá nos registros oficias da competição. De acordo com os jornais do país, vários atletas teriam colocado suas próprias medalhas de participação à disposição de Claire.

Fonte: Rede Saci
Sobrecarga do cuidado e qualidade de vida relacionada à saúde de cuidadores de indivíduos com lesão medular

Sobrecarga do cuidado e qualidade de vida relacionada à saúde de cuidadores de indivíduos com lesão medular

Resumo

   Estudo descritivo-exploratório e transversal, teve por objetivos identificar as características sócio-demográficas e clínicas dos indivíduos com LTME e seus cuidadores; avaliar a sobrecarga do cuidado e a Qualidade de Vida Relacionada à Saúde (QVRS) dos cuidadores; investigar a associação entre características sóciodemográficas e clínicas dos indivíduos com LTME e cuidadores com a sobrecarga do cuidado e com a QVRS e a associação entre a sobrecarga do cuidado e a QVRS dos cuidadores.
   Após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, o estudo foi desenvolvido em duas etapas. Na primeira, foi realizado levantamento em prontuários das instituições de saúde credenciadas ao SUS em Ribeirão Preto, e na segunda, entrevistas no domicílio com a díade indivíduos com LTME e cuidadores utilizando os instrumentos “escala de Katz, SF-36 (QVRS) e CBScale (Sobrecarga do cuidado)”, todos validados no Brasil.
    Dos 70 indivíduos com LTME, 88,6% eram do sexo masculino, 71,4% com idade entre 20 a 39 anos, 47,1% solteiros, 50% aposentados, 58,6% procedentes de Ribeirão Preto e o restante das cidades da DRS XIII. Ferimento por arma de fogo (30%) foi a principal causa da LTME, seguida de acidente motociclístico (21,4%), Quanto ao nível da lesão, 50% tinham lesão torácica e 38,6% lesão cervical. Quanto a complicações, 48,6% apresentaram uma ou mais complicações, sendo a úlcera por pressão a mais prevalente (47,1%). Como cuidador principal, 32,9% citaram ser esposo (a) e 25,71% referiram serem os pais, onze indivíduos referiram não ter cuidador.
   Houve predomínio de cuidadores do sexo feminino (75,7%), com idade entre 40 a 59 anos, 74,6% casados, 89,8% residiam no mesmo endereço que o indivíduo com LTME, 39% deixaram o emprego para assumir os cuidados, 49,2% faziam tratamento para algum tipo de doença.
   Quanto a sobrecarga do cuidado os aspectos mais afetados foram referentes aos domínios Ambiente, Decepção e Tensão geral. Quanto a QVRS os aspectos que mais contribuíram para pior QVRS foram: Aspectos físicos, Dor, Vitalidade e Aspectos emocionais.
   Das características sócio-demográficas e clínicas que contribuiram para maior sobrecarga do cuidado e pior QVRS destacaram-se, o indivíduo com LTME ser do sexo masculino, tetraplégico, com complicações secundárias e o cuidador ser do sexo masculino, com alguma doença e gastar mais horas por dia nos cuidados.
   Ao associar a sobrecarga do cuidado com a QVRS do cuidador obteve-se que quanto maior a sobrecarga, pior a QVRS do cuidador.
   Estratégias que auxiliem a prevenir a sobrecarga que pode afetar a saúde são essenciais para que tanto o indivíduo com LTME como seu cuidador possam ter uma melhor qualidade de vida.

Artigo completo: PaulaCNogueira

Fonte: Biblioteca Digital USP

Você conhece o Hardcore Sittigin?

   Pois é galera, para quem gosta de pura adrenalina acompanhe o vídeo com o jovem Adriel praticante de Hardcore Sitting, um show de superação!!!
   Este vídeo é mais um exemplo de que somos capazes de tudo basta vencer o medo e encarar os desafios...
   "Os deficientes não tem que ser vistos como coitadinhos e sim como pessoas normais" Adriel
   Isso aí garoto!! Parabéns pela força, talento e dedicação....
   Você e toda a equipe que te acompanha merecem ser divulgados por todos os cantos do mundo... provando mais uma vez que todos nós somos capazes!!  #vireifãdeadriel
Fonte: Blog Inclusão também é moda
Tetraplégica foi a primeira mulher com deficiência a posar nua para a Revista Playboy

Tetraplégica foi a primeira mulher com deficiência a posar nua para a Revista Playboy

    Há aproximadamente 25 anos a americana Ellen Stohl, uma mulher com deficiência, abriu um grande debate ao posar nua para a Revista Playboy.
   Através dessa ação, Ellen Stohl queria mostrar a sociedade uma perspectiva diferente em relação ao tema deficiência. Ela escreveu para o editor da Revista Playboy, Hugh Hefner, pedindo uma chance de aparecer na Playboy para acabar com os mitos que envolvem o universo da pessoas com deficiência.
   “A razão pela qual eu escolhi a revista Playboy é que a sexualidade é a coisa mais difícil para uma pessoa com deficiência lidar”, Ellen escreveu em sua carta a Hefner.
   Ellen disse que queria enviar a mensagem, “Olhe para mim! Eu sou uma mulher mais do que uma cadeira de rodas e você precisa ver isso em mim”. Isso foi há quase 25 anos, quando ela entrou para a história. Ellen foi fotografada nua e se tornou a primeira mulher com deficiência a aparecer na Playboy.
   “Hef ficou convencido de que eu tinha o direito de ter a mesma voz que as mulheres sem deficiência. A deficiência não vai embora. E se não podemos lidar com as mudanças em nossos corpos e as mudanças no nosso físico, seja do envelhecimento ou da lesão, nós limitamos o que podemos fazer”, afirmou a modelo.
   Ellen tem tetraplegia incompleta. Ela ficou paralisada em um acidente de carro do pescoço para baixo, mas recuperou alguns movimentos da parte superior do corpo. No hospital, em desespero, ela disse que perdeu a vontade de viver.
   Mas com o tempo descobriu que sua deficiência não era motivo para deixar de viver.
   “Eu aprendi que a vida pode ser boa e algumas coisas são diferentes. Mas você pode esquiar, pode montar a cavalo, pode casar, pode ter filhos, ter um emprego – na verdade, você está fazendo isso apenas sentada”, disse Ellen.
   A modelo e atriz disse que pretende realizar alguns sonhos. Ela voltou a atuar e um dos seus sonhos é trabalhar em Hollywood.
   Atualmente Ellen vive com o marido e a filha em Northridge, Califórnia, EUA. Ela leciona numa universidade e dá palestras sobre sexualidade e imagem corporal, relacionadas especificamente à deficiência física.
   Em relação à pergunta se ela ainda posaria para a Playboy, Ellen responde: “Certamente!”

Fonte: Deficiente Ciente
Pesquisa sugere nova abordagem terapêutica para lesão medular

Pesquisa sugere nova abordagem terapêutica para lesão medular

   Um novo estudo sugere que a administração de FTY720, um medicamento oral que tem se mostrado promissor em ensaios para a esclerose múltipla humana, melhora significativamente a recuperação locomotora nos ratos com lesão da medula espinal (SCI). Esta pesquisa sugere um possível novo caminho para combater a degeneração da medula espinhal na SCI humana. O estudo será publicado na edição de abril e 2012 da American Journal of Pathology.
    Além do dano tecidual inicial, grande parte da degradação da medula espinal no SCI deve-se a uma cascata de lesões secundárias, incluindo a apoptose neuronal e da glia, a inflamação, a formação de cicatriz glial, o edema local, a isquemia, e o estresse oxidativo. O objetivo do tratamento da SCI atual é o de neutralizar os mecanismos de lesão secundários e evitar as suas consequências patológicas, porque os neurônios do sistema nervoso central (CNS) têm uma capacidade muito limitada de auto-reparação e regeneração.
   Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Jichi Medical University e da Faculdade de Medicina da Universit of Tokyo já haviam mostrado que a concentração do mediador lisofosfolípido, esfingosina 1-fosfato (S1P), foi significativamente maior no local da lesão por contusão, provocando a migração de células neurais progenitoras/células-tronco para o local da lesão. Eles consideraram a hipótese de que atacar os receptores de S1P pode se tornar uma terapia candidata para vários distúrbios refratários do sistema nervoso central, incluindo a SCI.
   O FTY720 atua como um modulador amplo do receptor S1P. Acredita-se que a sua eficácia no sistema nervoso central deriva da imunomodulação. Os pesquisadores descobriram que a administração oral do FTY720 a camundongos logo após a contusão SCI melhorou significativamente a recuperação da função motora. Eles descobriram que os efeitos terapêuticos do FTY720 não dependiam exclusivamente da modulação imunológica. A administração de FTY720 induziu a linfopenia retirando os linfócitos do sangue e reduziu a infiltração de células-T na medula espinal. Mas isso não afetou a infiltração precoce de neutrófilos e a ativação da micróglia, não reduziu os níveis plasmáticos e a expressão mRNA de citocinas inflamatórias na medula espinal. Testes em camundongos com imunodeficiência combinada severa (SCID) com lesão medular descobriram que o FTY720 melhorou significativamente a recuperação da função do membro motor posterior.
   “Estes dados indicam claramente a importância das funções imuno-independentes do FTY720 na melhora dos déficits funcionais após da SCI nos camundongos”, explicou o pesquisador principal, Yoichi Sakata, da Divisão de Pesquisa de Medicina Celular e Molecular da Jichi Medical University School of Medicine.
   Sakata observa que os receptores S1P existem em muitos tipos de células e atuam em muitos processos celulares. “Observamos que o FTY720 diminuiu a permeabilidade vascular e o acúmulo de astrócitos na medula espinhal lesionada. Estas mudanças foram também notadas nos ratos SCID, sugerindo que eles não são dependentes da função dos linfócitos. O aumento da permeabilidade vascular pode levar à destruição da barreira hemato-encefálica na medula espinal, e a acumulação de astrócitos é o principal componente celular de cicatriz glial após a lesão do CNS. O FTY720 pode agir contra estas lesões secundárias e, assim, impedir as suas consequências patológicas. Nossos dados sugerem que atacar os receptores S1P com o FTY720 é uma abordagem terapêutica atraente para a SCI. No entanto, uma avaliação mais aprofundada, utilizando animais maiores, como primatas não-humanos será necessária para confirmar sua eficácia no tratamento da SCI. Além disso, estratégias que visem modular a concentração de S1P no CNS ferido pode levar a novas abordagens terapêuticas para reparar vários distúrbios do CNS”, ele disse.
Fonte: Isaude.net
Em maior desafio, lutador com deficiência vence e chega a 7 vitórias, invicto no MMA

Em maior desafio, lutador com deficiência vence e chega a 7 vitórias, invicto no MMA

   O lutador norte-americano, Nick Newell, que não tem a mão esquerda e parte do antebraço, participou do XFC 17, em seu país natal. Pela frente teve Chris Coggins, seu rival com melhor cartel na carreira: 5 vitórias e uma derrota.
    Nick Newell ficou conhecido pela sua carreira invicta no MMA, apesar de uma deficiência física e, após mais um combate, manteve a série de vitórias. Neste sábado, nos EUA, ele triunfou pela sétima vez, no combate mais duro que realizou até hoje.
   O lutador norte-americano, que não tem a mão esquerda e parte do antebraço, participou do XFC 17, em seu país natal. Pela frente teve Chris Coggins, seu rival com melhor cartel na carreira: 5 vitórias e uma derrota.
   Newell pela primeira vez teve de encarar todos os 15 minutos de combate, vencendo por pontos após três rounds. No primeiro round, o lutador conseguiu uma queda e dominou a luta, mas no segundo quase foi finalizado. No último giro, usou seu jogo de chão para se recuperar.
   Com isso, completa sete vitórias seguidas, sendo cinco por finalização, uma por pontos e um nocaute. O sonho do lutador de 26 anos, que começou a carreira no wrestling - a luta olímpica -, é chegar ao UFC em breve.

Livro Maria de Rodas

Livro Maria de Rodas


   As autoras, após concretizarem o sonho da maternidade, decidiram dividir sua experiência com outras mulheres. A princípio, o ponto em comum entre elas era o fato de serem mães cadeirantes…
Autoras: Carolina Ignarra, Flávia Cintra e Tatiana Rolim
Autoras convidadas: Juliana Oliveira e Katya Hemelrijk
Lançamento do livro Maria de Rodas
Quando: 10 de maio de 2012
Onde: Museu do Futebol – Praça Charles Muller, s/nº
Estádio do Pacaembu, São Paulo.
Programação:
18h30 – Coletiva de imprensa (auditório)
19h00 – Apresentação ao público (auditório)
19h30 – Coquetel de lançamento (foyer)

Homem paquera uma mulher, mas depois percebe que ela é cadeirante; Veja essa campanha


Abaixo está a tradução do vídeo.

Homem: Bom dia! L.G. está no sexto andar, não é?
Mulher: Sim. Você está aqui para a entrevista?
Homem: Sim.
Mulher: Boa Sorte!
Homem: Obrigado! Se der tudo certo vou levá-lo para almoçar fora.
Mulher: Isso não deu certo para ninguém.
Homem: Entrevista de almoço?
Mulher: Ambos

Horas mais tarde…

Homem:  Gostaria que você almoçasse comigo.
Mulher: Então… Correu tudo bem?
Homem: Sim. E não me diga que você tem um namorado.
Mulher: Não, não tenho namorado… Eu aceito.
Algo mudou em sua mente…. Eu posso posso mudar de ideia.  E você?

Campanha para pessoas com deficiência: MUDE SUA MENTE! MUDE SEU JEITO DE  PENSAR E DE  COMO ENXERGAR A DEFICIÊNCIA!


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