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Como Stephen Hawking consegue falar?

Como Stephen Hawking consegue falar?


O físico britânico Stephen Hawking, 69 anos, ajudou a entender a origem do universo, o papel dos buracos negros e, de quebra, escreveu as 262 páginas do maior best-seller da ciência para leigos: Uma Breve História do Tempo. E fez isso sem conseguir mover o corpo.

O problema dele: aos 21 anos, foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, doença que afeta células nervosas responsáveis pelo controle da musculatura. Os médicos lhe deram 2 anos de vida. A doença afetou a fala, cada vez mais desarticulada, mas ele conseguia se comunicar. Ditou à secretária o rascunho do livro em 1984.

No ano seguinte, porém, Hawking teve uma pneumonia grave e precisou fazer uma traqueostomia de emergência. Foi então que perdeu de vez a voz. Mudo e quase todo paralisado, passou a levantar uma sobrancelha quando alguém apontava para letras. Mais tarde adotou o software Equalizer, que permite escrever frases selecionando palavras de um menu com um toque da mão. Por fim, um sintetizador de voz instalado com o Equalizer trouxe de volta a fala, ainda que eletrônica. Hawking ocupou a cadeira de Isaac Newton na Universidade de Cambridge até 2009 comunicando-se apenas com um botão. E reclama: "O sintetizador me dá um sotaque americano".

A supercadeira
   Como Hawking escreve e pronuncia seus discursos

1. Um tablet é instalado em um suporte de metal acoplado a um dos braços da cadeira.
 2. No menu há termos prontos, como "sim", e uma lista de palavras em ordem alfabética, além da função Soletrar.
 3. Um sensor nos óculos capta movimentos da bochecha usados para escolher as frases.
 4. O texto completo é enviado ao sintetizador, que cria a voz simulando entonação, segundo Sam Blackburn, assistente de Hawking. O som sai atrás do suporte do computador.
 5. Para palestrar, ele escreve o discurso antes. Na hora da participação, envia ao sintetizador uma frase por vez, o que deixa a fala mais natural.

Hawking no dia a dia
   Stephen Hawking tem na cadeira de rodas um controle remoto universal que usa para acender luzes, abrir portas e usar TV, DVD e aparelho de som.

Rollaball: Novo documentário produzido inspirado no time de sobreviventes de pólio de Gana

Rollaball: Novo documentário produzido inspirado no time de sobreviventes de pólio de Gana

  
   Um jogo de futebol em que você pode usar as mãos? Um novo documentário financiado pelo Kickstarter, Rollaball , espera dar ao futebol de skate – um esporte em extrema expansão – o impulso que necessita para reconhecimento nacional e status Paraolímpico.
   O futebol de skate é rápido e extremamente físico, jogado por pessoas com deficiência que combina skate, futebol e handebol. Jogadores rolam em torno de um campo concreto em skates caseiros, e tem que bater a bola para a rede para marcar.
   Soa bem, não? Mas o que é ainda mais legal é que o documentário conta a história de um improvável, mas extremamente inspirador grupo de jogadores para quem o jogo é quase uma salvação da natureza.
   Os Rolling Rockets são uma equipe ganense de sobreviventes de pólio que encontraram um novo propósito na vida através do futebol de skate – apesar de viver com os estigmas de ser uma pessoa com deficiência e sem-teto.
  Vivendo à margem da sociedade, os jogadores devem recorrer à mendicância para alimentar suas famílias. A prática do futebol de skate, no entanto, mantém o ânimo.
   “No sábado, eu vou dormir cedo porque sei que amanhã é domingo e eu vou jogar bola”, diz um jogador.
   “Mesmo que eu não tenho nada, eu sei que, mesmo agora, se você deixar cair uma bola na minha frente, eu posso jogar”, outro entra na conversa.
   O Diretor Eddie Edwards espera que o documentário ajude a melhorar a vida dos jogadores e também fazer do futebol de skate um esporte paraolímpico.
   “Apesar de todas as dificuldades, eles são atletas incríveis que merecem ser estrelas. Eles inspiraram algo em mim e eu acredito que vão inspirar muitos outros. Dentro e fora do campo, suas histórias são lendárias”, disse Edwards em um o comunicado de imprensa.



Fonte: Huff Post e Turismo Adaptado
À espera de um milagre

À espera de um milagre

Por Alessandro Fernandes
Ficar esperando não é a solução

   A partir de julho de 2006 entrei para um seleto grupo de pessoas que aguarda ansiosamente novidades vindas de cientistas e pesquisadores sobre a solução de um grave problema de saúde. Nesse seleto grupo podem ser incluídos portadores de HIV, câncer, lesões medulares e dezenas de outras doenças e imperfeições que ainda são incuráveis. São problemas que vem sendo pesquisados há anos, mas infelizmente até hoje os avanços só trazem melhora na qualidade de vida, sem, entretanto, eliminar a causa. 
   Uma vez nesse grupo, você tem algumas alternativas para levar sua vida. Pode acreditar que a cura está próxima, afinal, são centenas de pessoas pesquisando há tantos anos, que a cada dia aumenta a probabilidade de descobrirem a solução. Enquanto isso você aguenta impacientemente, lendo tudo que sai sobre o assunto na mídia, faz contato com pesquisadores e entidades de pesquisa para saber dos avanços e só pensa no que vai fazer quando tudo se resolver. Ah, e junta um montão de dinheiro para pagar o tratamento adequado assim que a cura for descoberta, afinal você não vê a hora de ficar livre disso e voltar a ser viver sua vida e perseguir seus sonhos. Com esse objetivo, mal mal você sai de casa, não compra nada para seu prazer e arquiva todos seus sonhos para depois que o "milagre" chegar.
   Ou você pode pesquisar formas de tornar sua vida cada vez melhor e adaptar sua realidade para realizar seus sonhos. Me incluo neste segundo grupo, pois acredito que é muito melhor celebrar o milagre que é estar vivo ao invés de esperar acontecer um milagre para que eu volte a viver. Nessa época de tanta esperança no futuro e fé na vida, deixo aqui meu recado junto com votos de boas festas e um próspero ano novo: viva o milagre da vida intensamente, pois assim perceberá que muitos pequenos milagres te acompanharão nessa jornada todos os dias. Ao invés de depositar sua fé no trabalho dos outros, tenha fé em si mesmo e na sua capacidade de realizar seus sonhos e ser feliz! 
Ficar esperando não é a solução
Sonhos a gente realiza driblando as limitações


Boas festas e um ano novo iluminado para todos!
Dentro de nós há muitos milagres
Sonhos a gente realiza driblando as limitações
Ficar esperando não é a solução.

Deficiência de personagens históricos é ignorada


As deficiências físicas de muitas figuras históricas conhecidas, e outras nem tanto, é um aspecto muitas vezes pouco conhecido do público.

   Em um museu de Veneza há quatro estátuas colossais de cavalos em cobre. A milhares de quilômetros de lá, na magnífica igreja de Santa Sofia, em Istambul, fica a tumba do homem que roubou essas esculturas – Enrico Dandolo.
   Dirigente e magistrado da República de Veneza em 1192, Dandolo liderou a Quarta Cruzada (expedição militar cristã que pretendia conquistar o Egito muçulmano) até a cidade de Constantinopla, na atual Turquia. Seu exército atingiu o coração do Império Bizantino.
   Dandolo foi um líder dinâmico que reformou o sistema monetário veneziano e se tornou uma figura inspiradora no campo de batalha. Quando suas tropas flanqueavam o inimigo sob uma chuva de flechas, ele foi o líder responsável pela vitória. Seus homens foram a primeira força militar estrangeira a romper as muralhas da capital bizantina.
   Dandolo morreu em uma expedição no ano seguinte. Entre seus seguidores era considerado um líder valente, enérgico e vigoroso. Para seus inimigos, era ambicioso, inescrupuloso e astuto. Mas há dois aspectos de sua vida que podem surpreender o leitor. Dandolo realizou todas esses feitos com 90 anos – e já estava cego há mais de duas décadas.

Deficientes
   O líder veneziano ficou cego após levar um golpe na cabeça, quando já era sexagenário, segundo Thomas Madden, autor de sua biografia. E ele não foi o único guerreiro deficiente da Idade Média. O rei John da Bohemia, que era cego, morreu cavalgando na batalha de Crecy, contra os ingleses. Balduino 4º, rei de Jerusalém, venceu Saladino na batalha de Montgisard, em 1177, apesar de estar seriamente debilitado pela lepra.
   Na lista de deficientes estão outras figuras famosas, como Ludwig van Beethoven, cuja surdez se tornou amplamente conhecida, ou Julio César – que tinha convulsões possivelmente devido a uma epilepsia.
   Outro exemplo é o almirante britânico Nelson, que ao perder seu braço direito escreveu: “um almirante canhoto não voltará a ser considerado útil, portanto quanto antes eu encontre uma morada humilde para me aposentar, melhor. É preciso deixar espaço para que um homem melhor possa servir ao Estado”.
   Entretanto, a maior parte das pessoas não pensa nessas figuras históricas como deficientes, segundo o sociólogo Tom Shakespeare, autor do livro Disability right and wrongs (Erros e acertos das deficiências, em tradução livre). Segundo ele, a associação de identidade com deficiência é um conceito recente, do século 20.

A cadeira de rodas de Roosevelt
   “A deficiência está associada a excluídos. Quando aparece alguém como Dandolo, ele recebe um status honorário de não deficiente”, diz. “Se tiveram êxito, não podem ser deficientes. Esse aspecto de sua identidade não é priorizado”. Além disso, afirma, os deficientes sempre foram estimulados a dissimular ou esconder sua condição.
   Isso ocorreu com Dandolo. “Circulavam histórias sobre como ele ocultava sua cegueira. Colocava um cabelo em sua sopa e se queixava em voz alta”, segundo seu biógrafo. Seus esforços anteciparam a atitude do presidente americano Franklin Roosevelt, mais de sete séculos depois.
   Paralisado da cintura para baixo uma década antes de assumir o cargo, Roosevelt se empenhou em esconder sua deficiência. Há dezenas de imagens dele em pé, já como presidente, mas sempre apoiado cuidadosamente em algum suporte. Esse esforço seria resultado de uma suposição de que a deficiência diminuiria suas perspectivas eleitorais.
   Todas as suas aparições eram meticulosamente coreografadas, para que a cadeira de rodas não aparecesse. “Não há caricaturas ou imagens de arquivo que o mostrem como deficiente, o que é extraordinário”, disse Shakespeare. No caso de Dandolo, até seu biógrafo afirmou não identificá-lo como deficiente.

Importância simbólica
   De acordo com a mentalidade moderna, histórias de vida semelhantes dariam margem a mensagens de otimismo sobre o potencial de todas as pessoas com deficiência.
   Mas as coisas eram diferentes na Idade Média. A grande ironia é que na época de Dandolo, os imperadores bizantinos depostos eram cegados propositalmente para evitar que voltassem ao poder. Apesar da história não ser escrita somente por meio dos feitos de grandes homens, o sociólogo Tom Shakespeare afirma que a valorização das figuras deficientes tem um propósito simbólico.
   “É muito importante nomear as pessoas porque temos uma visão muito negativa [das pessoas com deficiência“.

Fonte: BBC
Paciente tetraplégico casa em UTI

Paciente tetraplégico casa em UTI


   Uma história de amor está comovendo a cidade de Juazeiro, no norte da Bahia. Na quarta-feira (14), Givanildo Alves Lima, 46 anos, e Graça Leá Souza, 51, casaram-se dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do município. Juntos há 20 anos e com duas filhas, uma de 24 e outra de 18, o casamento foi oficializado depois que Givanildo sofreu um acidente de trabalho e ficou tetraplégico.
   "Eles construíram uma família, mas minha mãe sempre foi daquelas pessoas que não gostavam de casar, dizia que tudo estava bem daquela forma, não tinham por que casar. Mas isso sempre foi um sonho dele, desde sempre", explica a filha Larissa Emanuele, responsável pela organização da pequena cerimônia que foi realizada no quarto onde o pai está internado há quatro meses, assim como na organização dos papéis para o casamento. Para realizar o procedimento, a jovem conseguiu uma procuração e solicitou o casamento civil.
   Apesar da dificuldade de comunicação, porque atualmente ele respira com o auxílio de aparelhos, Givanildo consegue falar, embora o som seja praticamente inaudível, segundo a família. "Não sai muita coisa da voz, mas com calma nós conseguimos ler o que está dizendo", explica Larissa.
   Graça Leá Souza Lima fala da reação do esposo quando soube do casamento: "Nossa, foi uma alegria incrível. Ele tratou logo de chamar todo mundo, os enfermeiros, a equipe médica, e foi aquela festa dentro do quarto. Ele me disse que a culpa dele estar ainda aqui, vivo, era minha, que eu era a culpada disso tudo", conta, emocionada, a esposa.

   No dia da cerimônia, Graça lembra que o "sorriso fácil" do marido era maior do que o de costume. "Eu sou suspeita, mas ele tem um olhar muito bonito e expressivo, mas no dia isso tudo foi maior", conta. A cerimônia religiosa foi ministrada por um pastor evangélico.
   O diretor do Hospital Regional de Juazeiro, José Antônio Guimarães Bandeira, acompanhou a cerimônia e falou da situação até então inédita entre os seus 12 anos de atuação na medicina. "Foi uma cerimônia muito emocionante para todos nós. No final teve o beijo deles, e foi um grande momento para quem estava ali", diz.

Apesar da luta diária já que, segundo a família, Givanildo pode não conseguir voltar para casa, principalmente por conta da necessidade da respiração com ajuda de aparelhos, a "esperança não irá acabar", afirma a filha Larissa. "Meu pai tem nos ensinado muito sobre a vida, sobre a vontade de viver. Ele já nos deu tantas reviravoltas durante este mês, já chegou a ter parada cardíaca e a desacreditar a equipe médica, mas voltou firme e forte, que hoje nós temos muita fé e acreditamos que ele ainda tem muito para nos ensinar", completou Larissa.
   "Ontem [dia 16] mesmo ele pediu para os enfermeiros pintarem na testa dele a frase 'eu amo minha família' e nos surpreendeu, mais uma vez", disse a esposa.
   O diretor médico do hospital disse ao G1 que, por enquanto, a volta de Givanildo para casa não é possível, mas com o passar do tempo a situação pode ser analisada novamente. "Por agora, isso ainda não é visto como possível porque o caso dele é grave e inspira cuidados, mas com o passar do tempo o hospital pode analisar a possibilidade do internamento domiciliar, já que ele precisa respirar com a ajuda de um ventilador", explicou o médico José Antônio Guimarães Bandeira.

Tetraplegia
   Givanildo ficou tetraplégico há quatro meses após cair de uma altura de aproximadamente seis metros, no dia 27 de julho deste ano, enquanto fazia alguns "bicos" na cidade. Apesar de trabalhar como pintor, ele realizava a troca de um exaustor de ar no momento do acidente.
   "Ele fazia bicos para ajudar na renda mesmo e porque ele gostava de trabalhar", lembra a esposa. De acordo com a direção médica do hospital, o motivo da tetraplegia se deu por conta do diagnóstico de traumatismo raquimedular cervical, causado após o deslocamento da coluna cervical. "Aqui na cidade tá todo mundo comovido, porque ele é muito querido, ótimo profissional, sempre se deu bem com todo mundo", pontua Graça.
   Esperançosas, a esposa e as duas filhas do casal agora aguardam que Givanildo continue dando força a todos. "Somos uma família muito humilde, mas cheia de amor, sempre fomos muito dedicados uns aos outros. É a nossa força", diz a matriarca da família, Graça Leá Souza Lima


Fonte: G1
Soldado americano sofre acidente no Afeganistão e emociona a Internet

Soldado americano sofre acidente no Afeganistão e emociona a Internet

Taylor Morris tem sua história contada em fanpage, perfil no Twitter, YouTube e um website oficial (Foto: Reprodução)

   A história de um soldado norte-americano ferido no Afeganistão está fazendo sucesso nos Estados Unidos por meio da Internet. O especialista em explosivos, Taylor Morris, de 23 anos, teve que amputar as duas pernas, a mão direita e o braço esquerdo após pisar em explosivos durante uma missão, em maio de 2012. O vídeo contando sua história foi publicado na última segunda-feira (22/10) no YouTube, e já teve mais de 31 mil visualizações. Além do canal, o soldado conta com uma fanpage com mais de 26 mil likes, um perfil no Twitter com 1.426 seguidores, e um website.
   Desde que começou o tratamento em Washington, duas semanas após o acidente, Taylor recebe apoio incondicional da namorada de longa data, Danielle Kelly, de 21 anos. Em setembro, o site agrupador de conteúdo, Buzz Feed, publicou uma galeria de 22 fotos contando a história do casal. As imagens são do acervo pessoal do soldado, e contam com registros da fisioterapia feitos por Tim Dodd, fotógrafo e amigo do de Taylor e Danielle. A compilação de fotos foi compartilhada mais de 105 mil vezes.
   Ao retornar para o estado de Iowa, onde morava, Taylor recebeu tratamento de herói nacional. O jovem foi condecorado pela marinha dos Estados Unidos com a medalha "Estrela de Bronze". De acordo com o blog de Tim Dodd, ele ainda dedicou a homenagem à Danielle, dizendo que, se tivesse mãos, entregaria a premiação a ela. "Tudo tem sido muito difícil e ela está comigo o tempo todo”, disse.
   O tratamento de Taylor está sendo custeado pelo exército norte-americano. Atualmente, o site oficial do rapaz possui uma campanha para arrecadar dinheiro, de modo a realizar o sonho de comprar uma casa próxima a um lago para ele e a namorada.

Fonte: TechTudo
Ex-BBB Fernando Fernandes ignora deficiência e salta de paraquedas

Ex-BBB Fernando Fernandes ignora deficiência e salta de paraquedas


   Com equipamentos diferenciados, salta da altura de quatro mil metros em queda livre e é o primeiro lesionado medular a aterrizar sozinho em solo
Fernando Fernandes conquistou mais uma marca histórica. Após dois anos de preparação, pela primeira vez um lesionado medular encarou um salto de paraquedas e aterrizou sozinho em solo. Com ajuda de instrutores e equipamentos diferenciados, o atleta paralímpico, ex-participante do reality show Big Brother Brasil, encarou o desafio e pulou de uma altura de quatro mil metros.
   - Isso soma na canoagem e na minha vida. Você aprende a controlar seus medos. Você tem que vencer o medo diariamente.
   Vontade de viver não falta para Fernando. O mais difícil foi encontrar um instrutor que topasse o desafio. Por não ter o controle do corpo da cintura para baixo, o risco de algo dar errado na hora do salto assustou muita gente. Mas ele não desistiu e convenceu João Tambor. Com 25 anos de experiência em paraquedismo e mais de 14 mil saltos, o instrutor apoiou Fernando no novo desafio.
   - Quando fiquei sabendo o que ele queria, fiquei muito contente de poder ajudar a concretizar esse sonho, esse projeto.
   A parceria deu certo. Os treinos foram exaustivos. Diferente do salto duplo, no qual o instrutor está no comando e o aluno é apenas um passageiro, Fernando saltou em queda livre. Nessa modalidade, dois instrutores saltam junto com o aluno, mas apenas como guias.   Na altura de 2 mil metros, eles soltam o aluno e o próprio aciona o paraquedas, faz a navegação e a aterrissagem sozinho.
   - Ah, é uma mistura de tudo. É medo, com ansiedade, com vontade, com liberdade – afirmou Fernando.
   Adaptações foram necessárias nos equipamentos. Fernando treinou em um tubo de vento durante meses. Simulações de queda livre se repetiram para que nada pudesse dar errado.
   - Pensamos em estabilizar as duas pernas dele. Como ele não tem força na perna, então bloqueamos o joelho dele um pouquinho acima de 90 graus, para que quando ele estivesse em queda livre, a perna não ficasse solta – explicou o instrutor.
   Mas deu errado. Na hora do salto, o atleta ficou com as costas virada para o chão. Um imprevisto que assustou a todos, mas que foi resolvido com a sabedoria dos professores. Eles tentaram virar o corpo de Fernando e colocar na posição correta durante a queda, mas não foi possível. A solução foi soltar o paraquedas para o atleta e aí permitir que ele completasse o salto sozinho.
   “É medo, com ansiedade, com vontade, com liberdade” Fernando Fernandes”
    - A gente estava caindo na posição invertida, ele estava caindo de costas.
   Cheguei perto dele e achei que ele estaria com aquela cara que o aluno de primeiro salto faz, com o olho saltando para fora dos óculos. Mas não, ele estava sorrindo – contou João Tambor.
   A manobra final foi orientada por rádio. O passo a passo foi dado para que Fernando pousasse no lugar certo, sem mais complicações. E quando pisou no solo, a emoção tomou conta do atleta.
   - É muita adrenalina, muita, muita, muita adrenalina – vibrou Fernando.
   Já são seis desafios cumpridos pelo ex-BBB. Uma marca de superação e esforço. Fernando Fernandes pretende quebrar mais tabus e mostrar que com força de vontade, nada é impossível.
   - É uma paz de espírito. Parece que é um momento meu com Deus. Não tem palavras para dizer o que é aquilo. Parece que você grita e ninguém te ouve.

Fonte: Globo Esporte
Cachorro de três patas muda a vida de criança com síndrome

Cachorro de três patas muda a vida de criança com síndrome


    Inglaterra – Uma criança teve sua vida mudada após a chegada de um cachorro de três patas em sua casa na Inglaterra. Owen Howkins, de 7 anos, sofre da síndrome de Schwartz-Jampel, quando os músculos ficam tensos de forma permanente. A doença fez com que a criança se afastasse do colégio. O menino tinha medo de se comunicar com as pessoas e já não saía mais de casa.
   Quando o pai de Owen, Will, trouxe de um centro de resgate um cachorro de três patas, rapidamente a criança e o animal se aproximaram. Haatchi foi socorrido após ter sido atropelado, enquanto estava amarrado à linha do trem. O animal teve o rabo mutilado e graves ferimentos na pata traseira, que teve que ser amputada.
   Segundo a família, a mudança que Haatchi fez na vida de Owen é bastante perceptível e o menino melhorou muito o convívio com as pessoas. O fato da criança precisar de cuidados especiais e fazer uso de uma medicação constante o fazia se sentir diferente. Já com Haatchi, Owen não se sente assim, pois o cachorro também tem que tomar medicação, uma mistura de mel, óleo de salmão e suplementos, que na visão do menino os tornam iguais.
   O animal que fez um treinamento há 15 meses para se tornar um “cão terapia”, vai também levar alegria aos soldados que tiveram suas pernas amputadas nos conflitos do Afeganistão e Iraque, além de crianças com doenças em estado terminal.


Fonte: O Dia
Menino que não tem os pés encanta os jogadores do Barcelona

Menino que não tem os pés encanta os jogadores do Barcelona


   Encantador! Com apenas 11 anos, o menino Gabriel, de Saquarema, no Rio, conquistou os jogadores do Barcelona.
   Ele é conhecido não apenas por não ter os dois pés, mas também, por ser dono de uma habilidade de dar inveja.
   O garoto conheceu os craques do Barça e até bateu bola com o melhor jogador do mundo, Messi.  


Fonte:http://www.sidneyrezende.com e APNEN Nova Odessa
Americano exibe rosto recuperado sete meses após transplante

Americano exibe rosto recuperado sete meses após transplante


A universidade de Maryland, nos EUA, revelou o resultado do transplante de face de Richard Lee Norris, 37, que passou há sete meses pelo mais extenso transplante do gênero. 

Richard Lee Norris, 37, que teve o rosto transplantado.
Na primeira foto, Norris jovem.
Na segunda, após o acidente, em 1997.
Em seguida, um mês após a cirurgia, e na última, sete meses após o transplante.

   Norris teve seu rosto deformado por um tiro acidental em 1997 e perdeu boa parte de seu maxilar superior e inferior e o nariz. O transplante ocorreu em 20 de março deste ano.

   "Por quinze anos eu vivi recluso, escondido atrás de uma máscara cirúrgica e fazendo a maioria das minhas atividade durante a noite, quando há menos gente", disse Norris. "Agora posso sair e não receber olhares e comentários".
   Norris aos poucos vai ganhando mais sensibilidade em sua face e já é capaz de sorrir e mostrar expressões. Os médicos dizem que a função motora no lado direito da face é de cerca de 80% do normal e as funções motoras do lado esquerdo estão 40% restabelecida. Ele se alimenta principalmente por via oral e já é capaz de sentir cheiro e sabor.
   "Nosso objetivo com Richard foi restaurar a harmonia facial e funcional obtendo o melhor resultado estético possível", disse o líder da equipe de cirurgia, Eduardo Rodriguez. "Richard está superando as expectativas de recuperação e ele merece grande crédito pelas incontáveis horas gastas praticando a fala e exercitando seus músculos faciais. Ele é um dos mais corajosos e comprometidos indivíduos que eu conheço", completou o médico.

Jovem com paralisia cerebral se prepara para o vestibular em RO

Jovem com paralisia cerebral se prepara para o vestibular em RO


   Embora tenha a fala e os movimentos prejudicados devido à paralisia cerebral, lesão adquirida em virtude da falta de oxigenação no cérebro durante o nascimento, Julio Cesar Silveira, de 31 anos, estuda o terceiro ano do ensino médio e se prepara para prestar vestibular no fim de 2012 para o curso de direito, em Ariquemes, RO.
   Empolgado, Julio afirma que vai passar no vestibular e já tem um patrocinador, que prometeu pagar todo o curso superior ao jovem.
   Sorrindo e gesticulando bastante, Julio Cesar manobra a cadeira de rodas, que ganhou através de uma doação na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).
   Apesar da dificuldade na fala, o rapaz ouve com atenção e tenta responder devagar. “Eu gosto muito de estudar”, conta Julio.
    A mãe, a dona de casa Maria Helena Silveira, conta que Julio é o terceiro filho, do total de quatro. Ele começou a estudar aos 7 anos, na Apae. Maria Helena revela que no início duvidava que o filho pudesse passar pelo processo de aprendizagem, pois dependia muito das pessoas, mas a vontade de Julio em estudar começou a chamar a atenção dos familiares.
   “Ele nos surpreendeu e mostrou que é capaz”, diz Maria Helena. Os estudos também contribuíram para a independência de Julio Cesar, que hoje toma banho sozinho, se veste e trabalha no computador.
   A coordenadora pedagógica da Apae em Ariquemes, Ana Maria Moura, explica que acompanha Julio desde criança e que ele aprendeu a ler normalmente, pois a paralisia cerebral, nesse caso, não afetou o cérebro.
   Ela diz que o estudante só não consegue escrever devido aos movimentos comprometidos, mas que ele tira ótimas notas.

Universidade
    O esforço de Julio Cesar sensibilizou o advogado Paulo Cesar dos Santos, que prometeu custear o curso de direito para Julio. O advogado conta que conheceu o rapaz durante uma palestra sobre acessibilidade, no Ministério Público, em 2011.
    “Apesar das limitações, ele está buscando uma profissão, buscando os sonhos. Eu sei como é isso, pois eu também tenho deficiência”, diz. Santos sofreu paralisia infantil aos 11 meses de idade, mas disse que a deficiência também não o impediu de buscar seus objetivos.
    Atualmente a rotina de Julio Cesar se resume a estudos. Nos momentos livres, ele aproveita para se preparar para o vestibular. “Estou me preparando e vou passar no vestibular”, afirma.

Fonte:  G1
Shaolin se comunica pela primeira vez com ajuda de aparelho que lê movimentos dos olhos

Shaolin se comunica pela primeira vez com ajuda de aparelho que lê movimentos dos olhos

Pela primeira vez, o humorista Shaolin conseguiu se comunicar com a família na última segunda-feira (3/9) graças a um aparelho levado pela apresentadora Ana Hickmann, que viajou até Campina Grande (PB) no começo desta semana para fazer uma reportagem exclusiva com o humorista. A mulher de Shaolin, Laudiceia Veloso, conversou nesta terça-feira (4/9) e explicou.
O aparelho, que é fabricado na Suécia, forma respostas a partir da leitura do olhar. Laudiceia conta que o equipamento está sendo testada por eles, mas que Shaolin já deixou claro que entende tudo o que se passa ao redor. Desde que sofreu um acidente de carro em janeiro de 2011, ele não conseguia se comunicar.
— O Shaolin saiu do estado mínimo de consciência e provou ontem que entende tudo o que acontece ao redor, mas ainda não consegue falar. Não posso adiantar o que ele disse, mas quero dizer que estamos muito animados com o aparelho. Ele expressou que não está feliz devido ao fato de ainda estar em uma cama e não falar, mas isso é totalmente compreensível.
Nesta terça (4/9), durante entrevista coletiva de lançamento do Programa da Tarde, que estreia na próxima segunda-feira (10), na Record, o diretor Vildomar Batista — que também foi até a casa de Shaolin ao lado de Ana — disse ficou sensibilizado ao ver o artista.
— Fiquei emocionado e chocado. Porque não tinha visto ele após o acidente. Ele está muito diferente. Fizemos as primeiras imagens dele deitado na cama. Para mim foi um momento mais difícil, imagine para a Ana. Ela chorou muito.
Vildomar contou que Shaolin está triste, porque tem a percepção do que ocorre à sua volta, mas não pode se comunicar da forma como gostaria.
— Levamos uma máquina sueca para ele se comunicar. Ele me reconheceu e reconheceu a Ana. Foi a primeira vez que ele se comunicou após o acidente. O Shaolin é uma pessoa alegre, brincalhona, mas por conta do acidente ele não pode ser do jeito que gostaria.
Ana Hickmann se emocionou quando viu o carro de Shaolin na época do acidente.
O humorista já tinha demonstrado uma melhora quando passou a dar risada com cenas de filmes e histórias engraçadas. Ele continua com tratamentos diários de fisioterapia e fonoaudiologia.
Acidente e recuperação
Shaolin se recupera em casa de um acidente que sofreu em janeiro de 2011, em Campina Grande, na Paraíba. O humorista ficou gravemente ferido no acidente na BR-230, na região de Mutirão, em Campina Grande (PB). Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o comediante dirigia no sentido São José da Mata da rodovia quando um caminhão, que vinha na faixa oposta, invadiu a contramão e bateu contra o veículo do artista.
Desde o acidente, já foram ouvidos policiais rodoviários federais; médicos do Samu, que prestaram os primeiros atendimentos ao humorista e pessoas da comunidade local, que presenciaram o ocorrido. O motorista envolvido no acidente, Jobson Clemente Benício, de 23 anos, responde processo por lesão corporal e omissão de socorro, por ter fugido do local do acidente.
Fonte: Cenário MT
Feevale - Aluno com paralisia cerebral se forma nesta sexta-feira

Feevale - Aluno com paralisia cerebral se forma nesta sexta-feira

Guilherme Finotti
   As últimas semanas têm sido de muita expectativa e ansiedade para o acadêmico Guilherme Finotti que, aos 20 anos de idade, está prestes a se formar em Sistemas para Internet na Universidade Feevale. À medida que se aproxima o dia 3 de agosto, data da sua formatura, o sorriso fácil vai dando lugar à inquietação. E não é para menos, afinal, esta não é só mais uma batalha que está chegando ao fim, mas o começo de uma longa trajetória profissional.
    Guilherme, que possui paralisia cerebral, ingressou na Feevale em 2010, depois de ter se formado no curso técnico em Desenvolvimento de Software e Aplicação para Internet, na Escola de Aplicação da Feevale. Em 2009, foi preciso lutar muito para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por meio de um computador adaptado. Apesar da restrição motora e de fala, a sua capacidade cognitiva não foi afetada. Por causa da deficiência, ele não consegue abrir totalmente a mão e, para usar o computador, depende de teclado e mouse especiais.
    E se, apesar de todos os problemas Guilherme é uma pessoa bem resolvida, isso se deve, em primeiro lugar, ao apoio e carinho da mãe Eunice e do pai Luis. Hoje, ele também é funcionário da Universidade Feevale, onde atua como auxiliar de Suporte a Sistemas no setor de Recursos Humanos. “Trabalhar aqui é muito bom, pois a Instituição incentiva o profissional; o clima é agradável, nossa equipe é ótima e há espaços para perguntas e sugestões”, afirma ele sobre sua primeira experiência profissional. Por e-mail, Guilherme respondeu as perguntas abaixo.

O que a formatura representa para você?
O fim de uma etapa muito importante na minha vida pessoal e profissional, estar me formando em um curso que eu adorei, em todos os sentidos, e os primeiros passos em minha profissão, que amo. Temos que lutar por nossos sonhos e o fato de você andar sobre uma cadeira de rodas ou não enxergar, por exemplo, apenas significa que você terá que adaptar suas ações diferentemente dos outros, mas nunca que você é “diferente” e terá que viver, pensar, desejar e ser tratado diferente só por isso.

O que você projeta daqui para frente?
Muitas coisas, como me especializar em minha área, ganhar experiência e crescer profissionalmente, além de descansar uns meses da vida acadêmica e cuidar mais de mim e de meu físico. Quero e serei um profissional muito respeitado e bem-sucedido e um grande homem, reconhecido não somente pelas minhas lutas para me incluir, mas sim, pelo meu trabalho.

O que falta, no Brasil, para as pessoas com deficiência?
Muito conhecimento por parte do povo sobre as diferentes deficiências e suas reais limitações, o que, acredito, seja a solução para acabar com grande parte do preconceito existente. Também é preciso maior respeito por parte da sociedade, do poder público e, ouso falar, de muitos PCD’s, que usam suas limitações só para ganhar vantagens, denegrindo nossa imagem.

Que conselho você daria para quem possui deficiência?
Precisamos de ajuda sim, mas não espere que outro lute por você, suas vitórias começam por você.
Como uma grande amiga diz, somos (d)Eficientes.

Paraplégica supera desafios e consegue ser mãe

Garota que ficou paraplégica em um assalto a banco em São Paulo (SP) engravida e dá a luz a um menino. O Domingo Espetacular acompanhou essa emocionante, mas perigosa gravidez. Um exemplo de vida e superação.


Fonte: R7
Messi, de autista e anão a Bola de Ouro.

Messi, de autista e anão a Bola de Ouro.

   Lionel Messi não teve vida fácil, desde criança que era muito apegado à bola, mas desde cedo lhe foram diagnosticados alguns problemas.
   Aos 8 anos Messi foi considerado autista, e aos 11 anos foi-lhe detectado um problema hormonal que lhe retardava o desenvolvimento ósseo e consequentemente o seu crescimento. Aos 13 anos, foi mesmo considerado anão.
    O talento de Messi desde cedo sobressaiu  em relação aos outros meninos, mas os pais tiraram-no da equipe onde jogava porque houve um jogo que não tinham dinheiro para pagar os bilhetes e o clube não os deixou assistir ao jogo do seu filho.
   Aos sete anos o pai volta a inscrever Messi para fazer aquilo que mais gostava, conduzir a bola com o seu pé esquerdo e driblar tudo e todos.
    Mas, os diagnósticos médicos alarmaram Messi, e os custos do tratamento alarmaram seus pais. Messi tinha que fazer um tratamento durante 42 meses, que consistia em apanhar injecções de somatropina, uma hormona de crescimento inscrita na tabela de produtos proibidos pela Agência Mundial de Antidopagem e só autorizada para fins terapêuticos.
    Os tratamentos tinham um custo de 1000 euros mensais, quatro meses de rendimentos da família de Messi, que vivia num bairro pobre de Rosário. Durante 18 meses os tratamentos foram pagos pela fundação onde o pai trabalhava, até que a fonte secou. Como o Newells Old Boys, clube onde brilhava Messi não quis pagar o tratamento, seu pai ofereceu Messi ao River Plate, e como o River mostrou interesse em Messi, o Newells voltou atrás e ofereceu 200 pesos por mês a Messi, dinheiro insuficiente para pagar os tratamentos.
   Sem tratamentos contra o nanismo, os prognósticos médicos eram arrasadores, Lionel Messi chegaria à idade adulta com 1,50 metros de altura, no máximo.
   O pai de Messi não se resignou, ele sabia que o filho, pequeno no corpo, mas gigante no talento, tinha tudo para vingar no mundo do futebol.
    A famíla Messi foi mais forte, e com a ajuda de uma tia de Lionel, emigrada na Catalunha, a famíla viajou para Lérida, Messi tinha 12 anos. Dias depois o pequeno prodígio foi fazer testes ao Barcelona, e com a bola quase a dar-lhe pelos joelhos, com uma enorme habilidade, logo maravilhou os treinadores do Barça.
   Carles Rexah, director desportivo do clube, hesitava em contratar Messi, até que o viu treinar, e depois de ver o craque em acção não hesitou e tratou logo de fazer o seu contrato. Tal foi o seu espanto, quando o pai de Messi apenas pediu para que o clube pagasse os tratamentos do seu filho. Foi dito e feito.
    Em 2003 a milagrosa hormona faria de Messi um rapagão de 1,69 metros, actual altura do prodígio.
    Aos 17 anos Leo, que foi o nome que lhe deram no Barça, entrou para o Barcelona B, mas só efectuou 5 jogos, o seu enorme talento reclamava maiores palcos. Rapidamente começou a jogar na equipa principal.
    A 16 de Outubro de 2004, o prodígio estreou-se na liga espanhola, num dérbi com o Espanhol. No dia 1 de Maio de 2005 entrou para a história do Barça, marcou ao Albacete e tornou-se o mais jovem jogador a marcar um golo pelo Barcelona. Aos 17 anos começou a lenda.
    Desde então Leo tem espalhado magia pelos relvados por onde passa.
    Em 2005 foi eleito Golden Boy, melhor jogador do mundo e melhor jogador do Mundial sub-20.
    Em 2008/2009 foi eleito o melhor atacante e melhor jogador da Liga dos Campeões.
    Em 2009 foi eleito melhor jogador da final e melhor marcador do Mundial e teve a consagração máxima, foi eleito Melhor Jogador do Mundo de 2009, com um feito inédito do Barça; Campeão de Espanha, Vencedor da Taça do Rei, Vencedor da Supertaça Espanhola, Vencedor da Supertaça Europeia, Vencedor da Liga dos Campeões e Vencedor do Mundial de Clubes.
    Em 2010 e pela 2ª vez consecutiva foi eleito Melhor Jogador do Mundo.
    O prodígio considerado um dos melhores do Mundo de sempre, já é comparado a Maradona.
    O menino que o Barça contratou pelo custo da terapia de crescimento é hoje a maior jóia do futebol mundial, o menino pobre que vivia num bairro de La Heras é hoje multimilionário, o menino que algumas equipas recusaram é hoje O Melhor do Mundo. Tudo graças a um pai que nunca desistiu do seu filho e tudo fez para conseguir que ele vingasse não só no futebol mas também na vida.
    Messi deve tudo ao seu pai, que nunca desisitiu do seu sonho, curar o seu filho.

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