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Teleton 2020: maratona será transmitida pelo SBT

Teleton 2020: maratona será transmitida pelo SBT

 

Teleton 2020 terá novidades no formato (Foto: Montagem)


A Campanha AACD Teleton 2020 se adequou ao novo normal para seguir os protocolos devido à pandemia da Covid-19.

O grande momento da maratona de solidariedade, transmitida diretamente dos estúdios do SBT, em Osasco (SP), neste sábado, dia 7 de novembro, com flashes a partir das 7 horas. O evento, ao vivo, acontece das 10h30 às 20h30, com apresentadores que se revezarão no palco do SBT.

A música-tema desta edição será ‘Pra Ser Feliz’, do cantor Daniel, e o evento terá diversas novidades neste ano, com atrações musicais e participações especiais de artistas e influenciadores.

Entre eles: Alcione, Darlisson Dutra, Aline Barros, Márcia Dantas, André Valadão, Luis Ricardo, Chitãozinho & Xororó, Silvinha Abravanel, Daniel, Zé Américo, Dilsinho, Ticiana Villas Boas, Felipe Araujo, Livia Andrade, Gustavo Mioto, Ivete Sangalo, Ratinho, Joelma, Chris Flores, Júlia & Rafaela, Helen Ganzarolli, Léo Chaves, Gabriel Cartolano, Maiara & Maraisa, Nadja Haddad, Maneva, Marlei Cevada, Marilia Mendonça, Maisa, Matogrosso & Mathias, Celso Portiolli, Patati Patatá, Eliana, Paula Fernandes, Daniel, Sorriso Maroto, Tiago Abravanel, Vitor Kley, Patricia Abravanel, 3 Palavrinhas, Rebeca Abravanel, Wanessa Camargo, Jota Quest, entre outros.

O Teleton 2020 contará também com o apoio dos artistas: Marcão do Povo, Liminha, Flor, Ana Paula Renault, Carlos Bertolazzi, Quintal da Cultura, Otávio Mesquita, Tiago Barnabé (Narcisa), Mara Maravilha, Murilo Couto, Milene Pavorô, Christina Rocha, Raul Gil, Teo José, Jackson Foolmann, Carlos Alberto de Nóbrega, César Filho, Rodrigo Faro, Marcos Mion, Sabrina Sato, Olivier Anquier, Beca Milano, Juliana Oliveira, Arlindo Grund, Lilia Cabral, Padre Juarez, Adriane Galisteu, Tirulipa, Carlos Nascimento, Guga Kuerten e Tony Ramos.

Teleton 2020

Descrição da imagem #pracegover: Foto da Mariana com seu filho Dudu. Eles são os personagens símbolos do Teleton 2020. Mariana tem amputação bilateral e Dudu tem mielomeningocele. Ambos realizam tratamento na AACD. Eles estão lado a lado e usam roupas preatas. Fim da descrição.

Família símbolo do Teleton 2020 (Foto: Divulgação)

Neste ano, pela primeira vez na história, as pessoas podem fazer doações pelo 0500 durante quatro meses. A campanha teve início em setembro e até 31 de dezembro os números estarão disponíveis (informações completas, com todos os canais de doação, abaixo).

Neste ano o digital está tendo um papel fundamental, promovendo diversas ações de engajamento que contribuem para a captação de recursos.

Além da live inédita, realizada no início desse mês, na semana que antecede o Teleton na TV haverá uma ação com diversos gamers engajados na causa da pessoa com deficiência.

Para gerar engajamento e audiência de arrecadação para a campanha, o SBT Games vai realizar a maior ação beneficente com gamers já feita no Brasil, serão oito dias de lives com mais de 120 horas de entretenimento digital com a participação de mais de 70 personalidades, como publishers, pro players, streamers, jogadores de futebol, organizações de E-Sports, youtubers, entre outros convidados.

Liga Teleton

Nesta sexta-feira, 6 de novembro, a partir das 19 horas, será realizada a Liga Teleton, uma noite de jogos virtuais com gamers e influenciadores com algum tipo de deficiência física.

Já no sábado, dia 7 de novembro, a partir das 19 horas, também será apresentada uma live no canal do Youtube do SBT, apresentada por Maisa, Yudi Tamashiro e Priscilla Alcantara, entre outros. O público poderá entrar ao vivo no programa, interagir com os apresentadores e concorrer a prêmios. A transmissão também acontecerá pelo canal 500 da Claro TV.

Outra novidade neste ano é que não haverá meta de captação. A AACD e o SBT optaram por seguir dessa maneira devido à crise econômica proveniente dos impactos da Covid-19.

“Diante do cenário que estamos vivendo, essa certamente é uma das campanhas mais importantes de toda a história de 70 anos da AACD. Afinal, a crise nos trouxe um gap financeiro de cerca de R$ 50 milhões, fazendo nossa necessidade de captação saltar de R$ 80 milhões para R$ 130 milhões neste ano. Por isso, contamos muito com a colaboração de todos os que puderem doar e ajudar a não deixar os nossos pacientes sem os tratamentos que tanto precisam”, diz Edson Brito, superintendente de Marketing e Relações Institucionais da AACD.

“O compromisso esse ano será muito maior e complexo, é poder realizar o Teleton com a questão do distanciamento, tendo que se adaptar a essa nova realidade e sempre com o compromisso de conseguir ajudar com os recursos necessários para que a AACD mantenha sua atividade. É muito importante que o público continue apoiando esse projeto, ainda que esse ano de uma maneira diferente, mas sempre com a mesma preocupação para que a AACD de fato continue cumprindo com o seu papel”, explica José Roberto Maciel, CEO do SBT.

Família símbolo

É por meio das histórias de vida de pacientes que a AACD consegue mostrar a realidade do amplo trabalho que realiza no Brasil. Para esta campanha, dará destaque à trajetória da Mariana de Oliveira, de 38 anos, e seu filho Dudu, de 9 anos.

Com doença de Crohn, Mariana teve uma perfuração intestinal seguida de infecção generalizada que causou necrose. Ao completar um ano da amputação das pernas e mãos, Mariana estava em pé e realizando as tarefas junto a seu filho Dudu. “Meu filho nasceu com mielomeningocele e acompanho desde pequeno sua reabilitação na AACD, vejo o cuidado dos terapeutas. Quando chegou a minha vez de precisar de tratamento, sabia que queria ir para a Instituição, pois eles estão preparados para receber não só quem nasce com deficiência, mas também quem adquire alguma”.

Assista ao vídeo da campanha: 

Fonte: Portal Acesse

Academia de Cinema dos EUA quer promover atores com deficiência

Academia de Cinema dos EUA quer promover atores com deficiência


A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, que trabalha para diversificar suas fileiras e renovar a premiação do Oscar, volta a atenção para outro grupo sub-representado: atores com deficiência.

Em parceria com a Ruderman Family Foundation, a organização está os incluindo ao Academy Gold Program, um estágio voltado para jovens atores de minorias. O programa terá 74 participantes.

Hollywood não tem exibido muito a inclusão na tela nos últimos anos. E isso é particularmente evidente durante o Oscar, que frequentemente homenageia atores sem deficiência por interpretarem o papel de uma pessoa com deficiência física ou mental – segundo um estudo da Ruderman, essa situação acontece em 78% dos casos.

A situação também apresenta uma oportunidade financeira, segundo o mesmo estudo – um aumento na representação poderia ajudar a aproveitar US$ 10,4 bilhões em poder de compra.

CBS e BBC são dois dos únicos estúdios que se comprometeram a aumentar os retratos precisos da diversidade. “Ter mais pessoas com deficiência envolvidas na frente e atrás da câmera oferecerá mais oportunidades, aumentará a representação autêntica na tela e melhor representará o mundo ao nosso redor”, afirmou Jay Ruderman, presidente da fundação, em comunicado.

Fontes:  Money Times
A representatividade das pessoas com deficiência nas mídias

A representatividade das pessoas com deficiência nas mídias


Ao assistir a um filme, série ou até mesmo comercial de televisão, você consegue notar a representatividade das pessoas com deficiência? Provavelmente a sua resposta é não, isso porque quase não se fala em  pessoas com deficiência nas mídias.

Cerca de 24% da população brasileira tem algum tipo de deficiência, o que é um percentual significativo. Porém, a julgar pelo que se vê nos meios de comunicação, a sensação é que esta parcela da sociedade é esquecida. Nas poucas ocasiões em que pessoas com deficiência aparecem na mídia, falta naturalidade: ou são mostrados como coitados ou tenta-se criar uma narrativa para que sejam supervalorizados.

Para tentar lidar com a diversidade, algumas empresas tentam mostrar a deficiência de alguma maneira e, na maioria das vezes, os fatos apresentados não condizem com a realidade. O que se tem no fim é uma imagem distorcida.

Apesar disso ocorrer na maioria dos casos, não se pode generalizar. Existem mídias preocupadas em como será transmitida essa imagem e buscam se informar sobre o tema antes de fazer qualquer divulgação.

Entretanto, a realidade é que a maioria das mídias deseja transmitir ideias de pessoas perfeitas, que seguem um padrão imposto e a representatividade das pessoas com deficiência nem sempre não faz parte dela.

Representatividade das pessoas com deficiência por pessoas que não possuem deficiência

A representatividade das pessoas com deficiência só pode acontecer se ela transmitir a realidade, mostrando que são pessoas comuns que enfrentam desafios e têm suas conquistas diárias, como qualquer outra pessoa. Não se trata de super-heróis, estamos tratando apenas de pessoas que querem conquistar o seu espaço mediante esforço e direitos garantidos; não por pena.

Isso fica evidente quando se assiste a um programa de televisão que aborda algum tipo de deficiência. Na maioria das vezes, o papel é representado por alguém que não tem deficiência, quando, na verdade, existem ótimos atores que vivenciam essa realidade e poderiam fazer aquela interpretação.

As imagens usadas em divulgações e campanhas publicitárias muitas vezes não são fidedignas. Quem posa para a foto normalmente não tem deficiência e isso pode ser notado quando existe o uso de equipamentos como cadeiras de rodas, muletas ou aparelhos auditivos. É nítido que o modelo não está confortável com aquela situação nem sabe como manusear tais acessórios.

O que se tenta fazer é abordar o tema da diversidade quando existe a exclusão. Não se pode usar a representatividade das pessoas com deficiência se elas não são chamadas para demonstrar uma realidade; isso deixa evidente o preconceito existente e a dificuldade que há para lidar com o assunto.

O correto seria abrir oportunidades para que todos possam mostrar como são, desmistificar a deficiência e mostrar suas capacidades. Pessoas que integram esse grupo podem transmitir uma mensagem de como conseguem executar tarefas, vivem uma situação de normalidade e, muitas vezes são consumidoras de uma determinada marca.

Os ganhos para as marcas ao trabalhar com a diversidade

Aos poucos, é possível ver uma pequena mudança na mídia, principalmente quando se trata de propagandas institucionais, afinal, essas representam não apenas um produto, mas a imagem da empresa.

A diversidade começou a ser abordada de diferentes formas e hoje já se discute sobre raças, preferencias sexuais e deficiência. Está se tornando mais evidente que a população é diversificada e que todos devem ser inseridos nesse novo contexto.

Quando as marcas mostram pessoas “fora do padrão”, conseguem se aproximar dos grupos que eram esquecidos e que muitas vezes tinham dificuldade para se aceitar. É nesse momento que se cria a sensação de pertencimento, que não estão sozinhos e que estão sendo vistos e lembrados.

Ao fazer isso, não se prega apenas a representatividade das pessoas com deficiência, as empresas estão buscando melhorar as suas marcas e agregar valor a elas. Aos poucos, é possível conscientizar a população, mesmo que com ações simples, ao trazer à tona a representatividade das pessoas com deficiência.

Com o tema em discussão, a sociedade passa ver com outros olhos a diversidade e o preconceito velado vai se desconstruindo. Por essa razão, é importante abrir cada vez mais espaço para a representatividade das pessoas com deficiência na mídia, para que se alcance, enfim, uma real e natural inclusão.

Quer entender um pouco mais sobre representatividade das pessoas com deficiência e inclusão? Acompanhe o blog da Talento Incluir.

Dupla de cadeirantes celebra prêmio com apresentação de street dance no palco do 'The Wall'

Dupla de cadeirantes celebra prêmio com apresentação de street dance no palco do 'The Wall'

Carla e Mariana zeram na parede, mas assinatura do contrato garante mais de R$ 23 mil para a dupla, que faz parte de uma companhia de dança para pessoas em cadeiras de rodas

As amigas dançaram e se divertiram no palco do 'Caldeirão' — Foto: Globo

Carla, de 38 anos, e Mariana, de 27, são de Brasília (DF) e amam dançar. As duas fazem parte de uma companhia de dança, inclusive. Só tem um detalhe: ambas são cadeirantes e não têm movimento nas pernas. Uma história de superação e amor pela arte tomou conta do The Wall no Caldeirão do Huck.
As duas perderam o movimento nas pernas no decorrer da vida. Carla teve um sangramento espontâneo na medula e chegou a ficar tetraplégica na época, mas acabou superando a doença e voltou a movimentar a parte superior do corpo. Mariana sofreu um acidente de carro.

Elas entraram na disputa contra a parede por causa da iniciativa Street Cadeirante, em que pessoas em cadeiras de rodas têm aula de street dance. "Pela dança consigo me expressar muito. Me sinto muito mais viva, muito mais mulher, muito mais feliz", contou Mariana durante o quadro. A ideia era investir o valor do prêmio nesse projeto.

Depois de uma disputa que parecia estar se encaminhando para um bom prêmio na parede, Carla viu as três últimas bolas vermelhas reduzirem a zero o saldo. E, então, Mariana apareceu para salvar a dupla: ela decidiu assinar o contrato, garantindo um valor de R$ 23.342 para o Street Cadeirante.

Nesse momento de celebração e alívio, nada melhor do que comemorar fazendo o que elas mais amam. Carla e Mariana transformaram o palco do The Wall em pista de dança e finalizaram o episódio deste sábado da melhor maneira possível: mostrando que nada é impossível.

O 'The Wall' foi gravado antes da quarentena e do distanciamento social recomendados pela Organização Mundial de Saúde devido à pandemia do coronavírus, que causa a doença covid-19. O programa segue todas as orientações dos órgãos de saúde.

Veja o vídeo clicando aqui.

Fonte: GShow
Princesas da Disney estrelam programação especial em Libras na TV

Princesas da Disney estrelam programação especial em Libras na TV


Disney Channel exibirá doze filmes das princesas durante dezembro e terá programação adaptada para surdos.

Os fãs das princesas da Disney já podem comemorar. Durante doze dias consecutivos, começando no dia 2 de dezembro, o Disney Channel exibirá doze filmes estrelados por princesas em sua programação.

Chamado de 12 Dias de Princesas, o especial exibirá Cinderela, Frozen, Moana, A Bela Adormecida, Valente, entre outras animações que foram sucesso de bilheteria e que fazem parte da empresa.

Além disso, o especial contará com uma série de curta-metragens em Libras, a língua brasileira de sinais, visando que os deficientes auditivos também possam se emocionar e se divertir com as narrativas das princesas.

Os curtas contam os clássicos contos-de-fadas da Disney em cerca de cinco minutos, os quais ficarão disponíveis posteriormente no canal oficia do Disney Júnior no YouTube a partir do dia 5 de dezembro.

Confira o calendário da exibição dos 12 dias de Princesas: 

02/12/2019 (segunda-feira): Valente
03/12/2019 (terça-feira): Aladdin
04/12/2019 (quarta-feira): A Bela Adormecida
05/12/2019 (quinta-feira): Enrolados
06/12/2019 (sexta-feira): A Bela e a Fera
07/12/2019 (sábado): Cinderela
08/12/2019 (domingo): Frozen: Uma Aventura Congelante (às 7h30)
09/12/2019 (segunda-feira): A Pequena Sereia
10/12/2019 (terça-feira): A Princesa e o Sapo
11/12/2019 (quarta-feira): Pocahontas
12/12/2019 (quinta-feira): Branca de Neve e os Sete Anões
13/12/2019 (sexta-feira): Moana: Um Mar de Aventuras

Fonte: UOL
Primeira série brasileira em Libras e português estreia na TV Cultura

Primeira série brasileira em Libras e português estreia na TV Cultura


Por LUDIMILA HONORATO – O ESTADO DE S.PAULO


No Brasil, cerca de 5% da população tem deficiência auditiva, segundo o Censo 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 9,7 milhões de pessoas, sendo que 1,7 milhão apresenta grande dificuldade para ouvir e 344,2 mil são surdas. A barreira de comunicação é inevitável em uma sociedade predominantemente ouvinte e é isso que a série Crisálida retrata.

A produção brasileira é a primeira de ficção bilíngue, na Língua Brasileira de Sinais (Libras) e em português, que estreia em 26 de setembro na TV Cultura. A data é significativa: Dia Nacional do Surdo.

Dividida em quatro episódios, a série vai contar histórias de jovens surdos que enfrentam desafios em uma sociedade desenhada, em sua maior parte, para ouvintes. Esse cenário poderia ser melhor, uma vez que Libras é a segunda língua oficial brasileira desde 2002 pela lei 10.436.

Entre as dificuldades vivenciadas pelos surdos, a produção vai apresentar situações familiares, sociais e psicológicas. O objetivo da série é mostrar que o contato com a língua de sinais é o agente transformador dos envolvidos em um universo visual.

As barreiras de comunicação começam justamente no núcleo familiar, pois cerca de 95% dos surdos são filhos de pais ouvintes, segundo a psicóloga Alessandra Giacomet. A especialista desenvolveu uma tese de doutorado sobre como os surdos observam e interpretam o mundo.

Crisálida, uma produção de Florianópolis, foi criada por Alessandra da Rosa Pinho e dirigida por Serginho Melo. A série é uma parceria entre a Arapy Produções, Raça Livre Produções e TVi Televisão e Cinema. Na TV Cultura, vai ao ar às quintas-feiras a partir das 19h15.

Confira a seguir as sinopses dos quatro episódios da série:

Episódio 1 – Os Surdos Também Amam

Jaks e Morgana desafiam muitos padrões: ele é negro e ouvinte. Ela é branca e surda. O relacionamento entre os dois está em risco permanente.

Exibição: 26/9

Episódio 2 – Boneca que Fala

Valentina e Alan são um casal surdo que enfrenta um enorme conflito: criar a filha ouvinte de quatro anos.
Exibição: 3/10

Episódio 3 – O Direito de Ser Surdo

Rubens é um jovem surdo que aprende Libras à revelia do pai, que o vê como doente. Ele tem que lutar dentro de casa pelo direito de ser surdo.
Exibição: 10/10

Episódio 4 – Lado B

Gustavo criou um projeto incrível, mas como é surdo, ele precisa convencer uma renomada empresa a investir na sua ideia.
Exibição: 17/10


Fonte: Revista D+
10 razões para assistir aos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019

10 razões para assistir aos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019


Os Jogos Parapan-Americanos Lima 2019 começam oficialmente nesta sexta-feira (23), e você tem 10 razões para acompanhar a maior delegação brasileira na história do Parapan! Medalhas, recordes, histórias inspiradoras, como as que contamos diariamente aqui no Razões, isso tudo está garantido! Aliás, nos próximos dias contaremos mais, e mais!

Sabe por quê? É com muito gosto que anunciamos nossa parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro – quanta honra, não é mesmo? Acompanharemos tudo bem de pertinho e dividiremos com você em um canal dedicado aos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019!

Preparamos um “esquenta” para você se ambientar e seguir nossos passos em Lima – enviamos um correspondente internacional, chic

#1 | O Brasil pode ficar no topo do quadro de medalhas pela 4ª vez. Já fizemos essa façanha no Rio 2007, Guadalajara 2011 e Toronto 2015. Se você quer ouvir o hino do Brasil o tempo inteiro, essa é a competição pra você.

# 2 | Esta é a maior delegação brasileira da história nos Jogos Parapan-Americanos. Nossa delegação em Lima 2019 é composta de 337 atletas, ou seja, tem brasileiro o tempo todo pra gente torcer!

# 3 | Grandes nomes brasileiros estarão na competição. Dentre eles, Daniel Dias, da natação, multi medalhista paralímpico e que só conhece medalhas de ouro em Parapan. Petrúcio Ferreira, do atletismo, que é campeão mundial e paralímpico, Débora Menezes, do taekwodo, campeã mundial, e Alana Maldonado, campeã mundial do judô.

#4 | O maior número de mulheres presente em uma delegação brasileira de Parapan. São 121 mulheres que representarão o Brasil. Isso equivale a quase 38% da delegação.

#5 | Uma geração de novos atletas estreia no Parapan. Por exemplo: Maria Clara Augusto da Silva, do atletismo, tem só 15 anos. Ela começou nas Paralimpíadas Escolares e já participou do Camping Escolar.

# 6 | Três novas modalidades estreiam nessa edição. São elas: taekwondo, badminton e tiro esportivo. Nas 17 modalidades você vai encontrar aquela que te agrada, temos certeza. 

# 7 | O Brasil terá representantes em todas as modalidades. Pode ficar tranquilo: a gente ESBANJA as cores brasileiras em todas as modalidades. Vem torcer!

# 8 | Fãs de atletismo e natação, ATENÇÃO: os dois esportes são os que mais concentram atletas brasileiros.

# 9 De olho nas vagas para Tóquio 2020! Os Jogos Parapan-Americanos darão vagas para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. A sua torcida conta muito para a gente ver o Brasil arrasar também no próximo ano!

# 10 | Histórias incríveis e inesquecíveis. Cada atleta é um mundo de histórias inspiradoras para você levar pra vida! Não perca a chance de assistir!

Ufa! Por isso tudo, Lima marca um capítulo especial na história da delegação brasileira nos Jogos Parapan-americanos. E você não pode perder um enredo que vai inspirar, emocionar e dar aquele gostinho bom de ser brasileiro!

O Universo Autista no Netflix. Atypical mostra a vida de um jovem autista em uma série.

O Universo Autista no Netflix. Atypical mostra a vida de um jovem autista em uma série.


O Universo Autista no Netflix. Atypical mostra a vida de um jovem autista em uma série.



O mundo não está preparado para conviver com o diferente. Muitas vão dizer que isso é um exagero, mas no dia a dia vivenciamos situações em que a humanidade mostra, em pequenos detalhes, toda a sua falta de habilidade para lidar com o que está fora de um padrão estabelecido. A nova série “Atypical”, do Netflix, é um belíssimo retrato disso.

Em oito capítulos, qualquer pessoa vai conseguir entender como pode ser complexo o convívio com um adolescente autista, os reflexos dessas dificuldades na família, a necessidade de um sistema educacional efetivamente inclusivo, mesmo em sociedades ricas como a americana. Com cuidado, realismo e muita sutileza, a comédia-dramática retrata exemplarmente como precisamos avançar para garantir mais qualidade de vida aos deficientes.

A história gira em torno do jovem Sam Garner, vivido pelo ator Kier Gilchrist, um autista de 18 anos, que busca levar a vida em meio às dúvidas normais da idade, que se somam à superproteção da mãe e às dificuldades de integração.

Sam é ingênuo, interpreta tudo literalmente e se sente angustiado por não entender o que é o amor. Ele passa por situações engraçadas, e outras nem tanto, que demonstram o universo desafiador que cerca os autistas. Uma das qualidades da série é mostrar o ambiente familiar como um todo, quase sempre esquecido nas discussões, e até mesmo pelo poder público, que leva em consideração apenas o deficiente, deixando em segundo plano o ambiente que o cerca.

“Atypical”, no entanto, ressalta tudo isso com clareza: a irmã que oscila entre o amor e desprezo pelo irmão, a mãe que não se enxerga mais como mulher e se redescobre nos braços de um amante, o pai que encontra dificuldades em aceitar a deficiência do filho, as cenas contínuas de bullying na escola, sem uma ação efetiva de inclusão e respeito por parte dos colegas e educadores.

Não é a primeira vez que o autismo vira tema de destaque em séries e filmes, mas certamente essa é uma excelente representação desse universo. A diferença é que “Atypical” mostra claramente que a sociedade precisa abraçar a família como um todo, que os portadores do espectro tem muito a oferecer, que as escolas precisam se adaptar e o mundo ser mais aberto e tolerante.

E a beleza da série é relatar isso com leveza e responsabilidade, sendo uma ótima oportunidade para se ter contato com uma realidade, cada vez mais crescente no mundo.

Deixamos para trás personagens como Charlie Babbitt, interpretado por Dustin Hoffman, em “Rain Man”, um autista que vivia isolado em um hospital psiquiátrico e chegamos a Linda, a personagem de Bruna Linzmeyer, na novela “Amor à vida”, que tinha grande potencial artístico e descobriu o amor, após cenas de superproteção da família. Lançado no final do ano passado, o filme o “Contador” mostra o potencial de muitos portadores do espectro. Ben Affleck interpreta  Christian Wolff , um autista que se transforma em um eficiente contador que corre risco de vida ao descobrir o desvio de dezena de milhões de dólares.

No momento, além de Atypical, os brasileiros podem tentar entender o universo autista através de Bené, personagem da jovem Daphne Bozaski, em Malhação, que como Sam tem dificuldades em se comunicar, interpreta tudo literalmente e não consegue mentir.

Sam e Bené são ótimos exemplos que estão no nosso dia-a-dia, e boa parte da sociedade insiste em tornar invisível. Só que eles estão entre nós, são reais e procuram e querem ocupar seus espaços. Duas boas lições para se ver, curtir e aprender com elas.




Cinemas têm até janeiro para garantir acessibilidade a cegos e surdos

Cinemas têm até janeiro para garantir acessibilidade a cegos e surdos


A partir do dia 1º de janeiro de 2020, todas as salas de cinema do país serão obrigadas, sob pena de multa, a oferecer aparelhos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos. A determinação está na Instrução Normativa 128/2016, da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Até o dia 16 de setembro deste ano, os exibidores precisam ter atingido a meta de 35% das salas dos grandes complexos e 30% das salas dos grupos menores.

Segundo o secretário-executivo da Ancine, João Pinho, o dia 16 de junho foi o primeiro prazo para o cumprimento das metas, com a exigência de 15% das salas de grandes complexos oferecendo os recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras) para quem solicitar.

“Agora a gente entrou efetivamente na segunda fase, que é monitoramento do cumprimento em si. Ainda tem um pouco de orientação, mas já começa com a fiscalização pelos complexos. Estamos acompanhando semanalmente pelos sistemas internos da agência e de acordo com o plano de fiscalização, que envolve visitas técnicas quando necessário. Estamos divulgando a lista dos cinemas que se declaram acessíveis”.

Segundo o último levantamento feito pela agência, divulgado no fim de junho, a meta de 15% havia sido cumprida. A lista das salas com os recursos pode ser consultada na internet e o próximo levantamento deve ser divulgado no início de setembro.

Pinho explica que as exigências de acessibilidade para o setor de cinema no Brasil começaram em 2014, com a obrigatoriedade de todos os filmes produzidos com recursos públicos oferecerem os recursos para audiência de cegos e surdos. E desde 16 de junho todos os filmes, inclusive estrangeiros, já estavam adaptados.

“Se a gente colocasse a obrigatoriedade logo, o exibidor não ia ter conteúdo acessível para oferecer ao público alvo. Isso era para criar um estoque de filmes e também de séries, porque vamos começar isso depois para a TV. Então a gente já teve 100% dos filmes nacionais, agora 100% dos filmes de qualquer nacionalidade e em 1º de janeiro 100% dos cinemas”.

O secretário explica que não há dados sobre a utilização dos recursos de acessibilidade nas salas, mas para o ano que vem o sistema da Ancine que contabiliza a bilheteria dos cinemas do país vai trazer essa informação. Além disso, ele destaca que duas câmaras técnicas montadas dentro da agência, uma sobre acessibilidade e outra com os exibidores, acompanha a implementação das medidas para avaliar a eficácia e qualidade dos serviços oferecidos.

“Tem as duas câmaras técnicas para dar o feedback, como melhorar o equipamento, aumentar o número de equipamentos disponíveis se tiver muita demanda, legenda em libras malfeita, por exemplo. Daí teremos que fazer campanhas para melhorar essas coisas”.

Segundo Pinho, o Brasil é pioneiro na área, sendo o único país que exige exibição cinematográfica com língua de sinais. “Temos recebidos feedbacks qualitativos, muito emocionantes, de pessoas com deficiência que nunca tinham ido ao cinema na vida, pessoas que nunca viram ou asistiam filme sem entender. A gente vê que está impactando positivamente a vida dessas pessoas”, explicou.


Assista na TV Brasil:


Atriz surda de 'Malhação', Tatá Cordazzo diz: 'Sempre sonhei fazer novela'

Atriz surda de 'Malhação', Tatá Cordazzo diz: 'Sempre sonhei fazer novela'

Giovanna Rispoli e Tatá Cordazzo dividem a cena em "Malhação" Foto: Estevam Avellar/Rede Globo/Divulgação



Regiane Jesus

Silêncio e sons se afinam no mesmo tom, em “Malhação”, para gritar numa só voz — emitida pela linguagem oral ou de sinais — que a surdez é invisível, mas os surdos, não. Na novela, Giovanna Rispoli interpreta a deficiente auditiva Milena, paciente e amiga da fonoaudióloga surda Sara, personagem vivida por Tatá Cordazzo, atriz que perdeu a capacidade de ouvir com poucos meses de vida. A mensagem de inclusão e representatividade transmitida em cena e fora dela proporciona às artistas uma rica troca de experiências, com direito a ensinar e aprender a lição de que é preciso combater diariamente o preconceito que insiste em assombrar tanto na ficção quanto na vida real.

— A sociedade não tem conhecimento desse universo da surdez, como eu também não tinha. Isso precisa mudar! Fico feliz quando alguém me conta que começou a fazer curso de libras por causa da minha personagem. Bate uma sensação de dever cumprido. Antes de contracenar com Tatá, só tinha entrado em contato com surdos que preferem usar as libras, mas ela me mostrou a outra parte da comunidade, os que falam. Milena é uma mistura porque sinaliza e oraliza — diz Giovanna, de 17 anos, em referência a sua personagem em “Malhação”.

Foi com o auxílio de um aparelho auditivo que Tatá começou a escutar aos 5 anos e, pouco a pouco, a desenvolver a fala através de sessões de fonoaudiologia. A deficiência auditiva não a impediu de acreditar que seria possível seguir carreira artística.

— Sempre sonhei fazer novela. Até achava que era uma realidade um pouco distante, mas nunca associei uma eventual incapacidade à minha surdez. Existem barreiras na profissão por conta da deficiência, mas em “Tempo de amar” (2017), por exemplo, participei do elenco de apoio e minha personagem (Aline) não era surda. Espero que surjam novos convites para eu fazer personagens ouvintes, mas também me sinto feliz com papéis de deficientes auditivas, já que essa é uma chance de dar visibilidade aos surdos e combater o preconceito — explica a atriz de 30 anos.

Na trama, Milena não é discriminada e leva uma vida normal. Já Tatá reconhece que, no passado, sentiu o peso de não ser exatamente igual às outras meninas.

— A adolescência é cruel, porque nessa fase é complicado ser diferente. Apesar de ter me sentido isolada em muitos momentos, sempre aceitei minha deficiência. Mas, infelizmente, muitos jovens têm vergonha de usar o aparelho auditivo. A deficiência não pode limitar nossos sonhos. Como todo mundo, a gente pode amar, viver e se divertir — frisa a intérprete de Sara.

A responsabilidade de ser uma porta-voz dessa causa é motivo de muito orgulho para Giovanna:

— Milena me trouxe um olhar mais sensível e alegre perante o mundo.

Surdez sem preconceito

Paula Pfeifer escreveu um livro sobre surdez e sugeriu que "Malhação" escalasse uma atriz deficiente auditiva Foto: Divulgação

Autora do livro “Crônicas da surdez”, palestrante e criadora do site surdosqueouvem.com.br, a deficiente auditiva Paula Pfeifer, que ouve através do implante coclear — dispositivo eletrônico que visa a proporcionar a seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico —, foi quem deu a ideia à equipe de “Malhação” para que uma atriz surda fosse escalada para atuar na trama.

— Minha sugestão foi para que prestassem atenção nas atrizes que têm deficiência auditiva na vida real, especialmente em Tatá, que havia acabado de fazer uma novela na Globo (“Tempo de amar”, de 2017). É muito poderoso quando você se vê de fato representado na TV — frisa.

Paula aplaude a iniciativa de “Malhação” em dar visibilidade ao dia a dia absolutamente comum das pessoas que têm deficiência auditiva:

— É importante mostrar numa novela que surdos ouvem, falam, fazem tudo! Também sugeri que atentassem para a diversidade da surdez e ajudassem a quebrar mitos como os de que “todo surdo é mudo”, “todo surdo usa libras”... A tecnologia já é capaz de fazer uma pessoa com surdez profunda voltar a ouvir, como é o meu caso, com meus dois ouvidos biônicos. Isso é maravilhoso!

Fonte: Extra Globo

Os Eternos terá a primeira super-heroína surda do MCU

Os Eternos terá a primeira super-heroína surda do MCU



O filme dos Eternos vai apresentar a primeira super-heroína surda do MCU (via CBR). No painel da Marvel na San Diego Comic-Con foi anunciado que a atriz surda Lauren Ridloff vai assumir o papel de Makkari e a personagem também terá a deficiência.

Nos quadrinhos, Makkari é um homem cujo maior atributo é sua super-velocidade. Mas seu temperamento impaciente faz com que muitos dos Eternos não o levem a sério. Ele também é considerado um habilidoso desenvolvedor de veículos de alta velocidade.

Criados em 1976, os Eternos são uma raça de super-humanos criados pelos alienígenas Celestiais durante sua visita à Terra. Porém, ao mesmo tempo que conceberam este grupo, os experimentos genéticos dos Celestiais originaram também os Deviantes, uma espécie de face corrompida das suas primeiras criações. De um modo geral, os Eternos podem voar, projetar energia e manipular moléculas. Eles são dotados de super-força e são praticamente imortais.

Angelina Jolie é Thena

No painel mais aguardado desta San Diego Comic-Con, a Marvel deu uma surra de novidades nos fãs: anunciou 10 novos projetos, entre eles os novos longas Viúva Negra, Shang-chi, Os Eternos, Doctor Strange: The Madness of the Multiverse e Thor: Love and Thunder, além das séries de Falcão e Soldado Invernal, WandaVision, What If…, Loki e Hawkeye. O painel também trouxe a revelação de que Natalie Portman voltará ao MCU como a versão feminina de Thor e que Angelina Jolie integra o elenco de Os Eternos.

Kevin Feige também confirmou que o estúdio trabalha nos filmes de Quarteto Fantástico, Pantera Negra 2, Capitã Marvel 2 e Guardiões da Galáxia 3, dando pistas para mais anúncios na D23, convenção exclusiva da Disney que acontece entre 23 e 25 de agosto.


A San Diego Comic-Con acontece entre 17 e 21 de julho. Acompanhe a cobertura completa do Omelete na nossa página especial, no Facebook, no Instagram, no Twitter e no YouTube.


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