Mostrando postagens com marcador Moradia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Moradia. Mostrar todas as postagens
Instituto MoraDavi oferece o direito de moradia digna a pessoas com deficiência e em vulnerabilidade social
O instituto pretende reformar no mínimo 30 casas no primeiro semestre de 2022 na região metropolitana de Belo Horizonte.
Imagem com Descrição: A foto mostra Davi Rabelo sorrindo e em uma cadeira de rodas, e seu pai, Edvaldo Rabelo, está do lado e com o braço no pescoço do filho, sorrindo e segurando um microfone. Ele é o fundador do Instituto MoraDavi.
“Davi é um jovem muito afetuoso e feliz. Sua força e coragem nos inspira todos os dias”. Edvaldo Rabelo |
Governo de SP sorteia moradias para pessoas com deficiência
O Governo de São Paulo, por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), passou a realizar os sorteios de endereço das moradias entre as famílias habilitadas com uma casa nos conjuntos habitacionais, por meio virtual. O objetivo é não atrasar as entregas e não promover aglomerações.
Já foram sorteadas virtualmente 150 moradias para pessoas com deficiência que vivem em situação de pobreza.
Os conjuntos habitacionais do CDHU contam com desenho universal, projetados especialmente para atender a parcela da população que necessita de acessibilidade arquitetônica, que minimiza as barreiras ambientais físicas nas residências.
Nos próximos meses, mais 655 casas acessíveis serão sorteadas.
Mais informações: www.saopaulo.sp.gov.br
Fonte: Secretaria das Pessoas com Deficiência de SP
Artigo da LBI entra em vigor e garante imóveis acessíveis para pessoas com deficiência
A partir do dia 27 de janeiro, novos projetos protocolados
em prefeituras de todo o Brasil devem ter porcentual de unidades de moradia
adaptáveis ou adaptadas
![]() |
| Cadeirante há 22 anos, Edson Alba passou pelo processo de pedir uma unidade adaptada antes da vigência do artigo. Foto: Nilton Fukuda |
A partir da próxima segunda-feira, 27 de janeiro, projetos
de construtoras e incorporadoras protocolados em todas as prefeituras do País
deverão atender aos critérios de acessibilidade estipulados no artigo 58 da Lei
n° 13.146/2015 –Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI),
conforme Decreto Presidencial n° 9.451 assinado em julho de 2018. Na prática,
pessoas com mobilidade reduzida, portadoras de nanismo ou limitações auditivas
e visuais, por exemplo, estão asseguradas por Lei a pedirem adaptações em
imóveis adquiridos na planta (antes do início da construção) sem que haja custo
adicional.
De acordo com o último censo do
IBGE – realizado em 2010 – cerca de 24% da população brasileira declarou ter
algum grau de deficiência ou dificuldade em habilidades motoras, visuais, de
audição ou intelectuais. A porcentagem de pessoas com dificuldade severa de
mobilidade é de 2,3%, por exemplo.
Para assegurar a acessibilidade
dessa parcela da população, a LBI conta com três artigos que impactam
diretamente no setor de construção civil. O artigo 32, já em vigor, estabelece
que construções habitacionais de cunho social e financiadas com recursos
públicos, como o Minha Casa Minha Vida, devem conter 3% de unidades adaptadas.
O artigo 45, também em vigor, corresponde a hotéis e demais estabelecimentos
comerciais e estipula a obrigatoriedade de 5% de unidades adaptadas.
O artigo 58 impacta diretamente em novos
projetos de médio e alto padrão. Para seguir a legislação,
construtoras e incorporadoras têm duas opções: protocolar empreendimentos com
100% de unidades internas adaptáveis ou imóveis com 3% de unidades internas já
adaptadas.
A unidade adaptável deve ser
projetada de forma em que possa ser convertida futuramente em unidade
acessível. Isso significa que é imprescindível que alterações
de layout, dimensões internas ou quantidade de ambientes sejam possíveis de
serem realizadas sem que a estrutura da edificação e instalações prediais sejam
afetadas. Já as unidades adaptadas devem ser entregues seguindo parâmetros
acessíveis em larguras de corredores (90 cm), portas (80 cm), banheiro
(cadeirante deve entrar e sair de frente do cômodo, ou seja, é preciso
proporcionar giro de 180° da cadeira de rodas), altura e distância máxima de
interruptores (altura pode mudar de acordo com a necessidade – pessoas com
nanismo e cadeirantes têm alturas diferentes, por exemplo), entre outras.
Sinais visuais e sonoros também compõem unidades adaptadas para pessoas com
deficiências visuais e auditivas. Os padrões de acessibilidade estão
estabelecidos em norma da ABNT NBR 9050.
Carlos Borges, vice-presidente do
Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), ressalta que será preciso
mudar a forma como os profissionais e as empresas planejam os novos projetos.
“Para conceber um empreendimento que possa ser adaptável, não é possível simplesmente
pegar uma planta normal e depois fazer uma adaptação. É preciso pensar no
projeto já com essa possibilidade. Seja na largura de corredores ou em
instalações elétricas e hidráulicas. Todo o projeto tem que ser pensado como
adaptável. É uma mudança de mindset”, diz.
O Secovi-SP e especialistas no
tema acreditam que a Lei retoma o conceito de desenho universal e fortalece a
arquitetura pensada para as pessoas. “Acredito que a Lei será uma aula
inclusiva para os arquitetos responsáveis por esses projetos. Precisamos voltar
a pensar na qualidade da moradia, em edifícios construídos para seres humanos,
que mudam com o tempo, envelhecem, adoecem, quebram uma perna ou recebem o pai
idoso para morar com ele”, acredita Silvana Cambiaghi, arquiteta e presidente
da Comissão Permanente de Acessibilidade de São Paulo.
Cadeirante há 22 anos, Edson Alba
passou pelo processo de pedir uma unidade adaptada antes da vigência do artigo.
Seis meses antes da entrega do imóvel, ele pediu o aumento da largura das
portas (de 70 cm para 90 cm) e a instalação de uma rampa entre a sacada e a
entrada da sala, pois havia um degrau no ambiente. “Acredito que a vigência do
artigo vem para somar. Ainda mais porque existe a tendência de construir
imóveis cada vez menores. Neles, a adaptação é
mais difícil e a Lei vai assegurar isso”, acredita. Edson completa que a
construtora não demonstrou resistência e todas as adaptações foram feitas sem
custo adicional.
Pelo artigo 58, estão isentos
imóveis com um dormitório e até 35 m² e imóveis de dois dormitórios com até 41
m².
Na prática. Luiz Antonio França, presidente da Associação
Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), diz que construtoras e
incorporadoras estão preparadas para seguir a legislação a partir desta
segunda-feira, 27. “Estamos falando de imóveis de médio e alto padrão, não
existe dificuldade. E a legislação é clara e objetiva”, diz.
A reportagem do Estado entrou
em contato com incorporadoras da cidade de São Paulo e nenhuma aceitou falar
sobre o tema. Apenas a Plano&Plano comentou o assunto.
“Como nossos empreendimentos são
financiados pela Caixa Econômica Federal (são construções para o Minha
Casa Minha Vida, por isso atendem ao artigo 32), já cumprimos esses
requisitos. Nos últimos três anos, 100% dos empreendimentos seguem as normas”,
diz Renee Silveira, gerente da incorporadora.
Em dezembro de 2019, o Secovi-SP,
a Abrainc e a Comissão Permanente de Acessibilidade de São Paulo com apoio de
outras entidades do setor lançaram o Guia Prático de Acessibilidade em Unidades
Residenciais. A cartilha traz detalhes sobre as exigências estabelecidas pelo
artigo 58 e traz medidas e adaptações necessárias para os novos projetos. O
guia está disponível gratuitamente no site
do Secovi-SP.
COLABOROU ANNA BARBOSA, estagiária
sob a supervisão do editor de Economia e Negócios, Alexandre Calais.
Fonte: Estadão
'Lei da Inclusão' entra em vigor este mês e prevê acessibilidade em todos os novos projetos residenciais
A nova lei também prevê áreas externas
acessíveis e 2% das vagas de garagens reservadas para pessoas com deficiência
ou mobilidade reduzida
![]() |
| Cozinha adaptada com projeto de Maurício Arruda para Tabata Contri, apresentada no Decora, do GNT (Foto: Alexandre Disaro/Divulgação) |
JULYANA
OLIVEIRA
Recentemente,
em uma palestra durante o Casa Vogue Experience, a ex-ginasta da seleção
brasileira Lais Souza contou sobre as dificuldades de acessibilidade para
cadeirantes. “Fiz algumas adaptações na casa, mas não muitas. Retirei o box do
banheiro para facilitar meu acesso, mudei a altura do balcão para conseguir
encaixar a minha cadeira de rodas e comprei uma cama de casal regulável, que me
permite levantar um pouco os pés”, conta a jovem.
Ter uma
casa adaptada e equipamentos tecnológicos e com design são elementos essenciais
para quem tem nenhuma ou pouca locomoção e necessita de ajuda diária. Esses
quesitos, no entanto, pesam no bolso. Surge no horizonte uma solução, a Lei de
Inclusão. De acordo com o Decreto Federal 9.451, a partir de 26 de janeiro de
2020, os projetos de apartamentos residenciais deverão ser entregues
convertidos ou aptos à conversão futura para o uso de pessoas com deficiências
físicas ou mobilidade reduzida.
Em
outras palavras, os novos projetos residências devem considerar largura de
portas e corredores, desníveis, altura de guarda-corpo, entre outros detalhes
construtivos. Para tanto, o comprador do imóvel deve sinalizar o desejo por uma
unidade com acessibilidade e as adaptações não podem gerar custos adicionais ao
proprietário. "A nova lei terá um grande impacto no mercado. Exigirá mais
responsabilidade dos arquitetos, além de criatividade para otimizar os espaços
privativos”, explica Renato Siqueira, arquiteto e diretor de operações do
estúdio de arquitetura Perkins and Will.
Além
dos espaços internos, as áreas externas do condomínio também devem atender aos
requisitos estabelecidos nas normas técnicas de acessibilidade. Para finalizar,
pelo menos 2% das vagas de garagem devem ser destinadas a pessoas com
deficiência ou mobilidade reduzida.
Apesar
de uma conquista, a discussão precisa ser levada adiante, de acordo com
Grazzieli Gomes Rocha, sócia diretora do escritório Aflalo/Gasperini. “A Lei de
Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que ao longo do tempo se
perdeu com a diminuição dos ambientes. Uma nova reflexão importante é a
adaptação dos projetos ao envelhecimento das pessoas. A arquitetura também
precisa ser pensada para o usuário envelhecer bem”, pontua.
Fonte:
Casa Vogue
Construtora lança residenciais com mais acessibilidade a idosos e pessoas com deficiência em BH
A Construtora Casa Mais, visando ao aumento do número de idosos e de pessoas com deficiência física, estabelece projetos que atendem à dificuldade de locomoção desse público.
Segundo pesquisas do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 10% da população,
cerca de 23 milhões de pessoas, é composta por idosos e aproximadamente 24% dos
brasileiros têm algum tipo de deficiência.
A Casa Mais lançou recentemente
empreendimentos que seguem um padrão de acessibilidade para as pessoas com dificuldades de movimentos, como os
residenciais Van Gogh, Mirante do Sol, Haroldo Andrade, Athenas e Ilha de
Santorini.
De acordo com o presidente da empresa,
Peterson Querino, além de rampas de acesso, corrimão e elevadores oferecidos em
quase todos os prédios, a construtora aposta em outros elementos para atrair
esse perfil de cliente.
“Utilizamos um piso tátil e também iluminação apropriada em todas as áreas
externas. Dessa forma, aumentamos a segurança e diminuímos os riscos de
acidentes com idosos e deficientes físicos”, salienta.
Casa adaptada para pessoas com deficiência
![]() |
| Eline Paz cadeirante poderá ser beneficiada com a nova lei. Foto: Bernardo Dantas/DP/D.A.Press |
Elaine Paz Rodrigues, 32 anos, pega três ônibus para chegar
ao trabalho. Como é tetraplégica e se locomove com a ajuda de uma cadeira de
rodas, tem dificuldades maiores que outros usuários de ônibus para chegar ao
trabalho, na Prefeitura do Recife. As dores de cabeça de Elaine não param por
aí. Moradora do Jordão Alto, na capital, vive em uma casa sem espaço
suficiente, com “excesso de paredes” para sua cadeira, como costuma dizer. Se
tivesse dinheiro suficiente, promoveria uma reforma no imóvel para viver mais
confortável.
Ontem, a Prefeitura do Recife anunciou a elaboração de um
projeto de lei para beneficiar pessoas como Elaine. A ideia é criar o Minha
casa sem limites, que prevê a reforma em residências de pessoas com deficiência
que tenham baixa renda, adaptando essas habitações populares às normas de
acessibilidade. O serviço seria feito pela Prefeitura do Recife.
Caso seja aprovado na Câmara de Vereadores, as pessoas
serão selecionadas através de edital, mediante seleção pública, que será
organizado pela Secretaria de Habitação do Recife. Recifenses com algum tipo de
dificuldade motora, a exemplo de cadeirantes, cegos, vítimas de trombose e
outras doenças que prejudicam a locomoção, são o público-alvo.
As intervenções serão realizadas apenas em unidades
residenciais já construídas, que tenham pelo menos um residente com deficiência
que more no local há mais de um ano. Para participar do programa, os
interessados deverão ter renda familiar de até três salários mínimos e também
serem proprietários do imóvel, que não poderá estar localizado em área de
risco.
Pessoas com deficiência têm dificuldade de encontrar imóveis adaptados
DANIEL VASQUES - DE SÃO PAULO
![]() |
O advogado Danilo Oliveira Freire, 26, é tetraplégico e teve que adaptar
o imóvel que alugou no Jabaquara, na zona sul de São Paulo
|
Comprar um imóvel e
ter de fazer reforma para conseguir entrar no banheiro. Pagar um condomínio que
não oferece estrutura para entrar na piscina. Pegar o elevador e não saber
quando seu andar chegou. Essa é a realidade para boa parte das pessoas com deficiência
no país.
A obrigatoriedade
de prover acessibilidade, segundo a prefeitura de São Paulo, vale apenas para a
área comum de um empreendimento residencial-ou seja, da porta do apartamento
para fora.
Na
prática, mesmo no caso da área comum, que reúne espaços como o salão de festas
e a piscina, a acessibilidade raramente é completa a ponto de permitir que o
condômino que utiliza cadeira de rodas consiga frequentar todos os ambientes.
Nos empreendimentos muito antigos, a acessibilidade
costuma ser ainda menor e os obstáculos podem estar já na entrada do prédio,
sem opção de rampa.
"Os condomínios antigos é que são deficientes, não
as pessoas, mas prevalece o bom senso, já que aplicar 100% de locomoção é
difícil. Se há um morador com deficiência, preciso fazer todas as adaptações,
mas isso é uma coisa onerosa. O visitante tem de ter acesso ao hall e ao
imóvel", diz Marcelo Mahtuk, diretor da administradora de condomínios
Manager.
Tetraplégico após um mergulho, há dez anos, o advogado
Danilo Freire, 26, conta que buscou diariamente, durante um mês, um imóvel para
alugar em São Paulo em que pudesse entrar no banheiro com a cadeira de rodas.
Como é comum que o vão das portas do banheiro meça 60 cm
- insuficiente para passar com uma cadeira de rodas, mas de acordo com a
exigência legal em São Paulo -, Freire alugou um imóvel e logo teve que reformá-lo.
Tirou o batente e a porta antiga do banheiro e instalou
uma de correr, que ocupa menos espaço. Além disso, excluiu o bidê para ter onde
deixar a cadeira de rodas. Gastou cerca de R$ 800 com as adaptações.
Agora quer comprar um apartamento, mas antevê
dificuldades. "Em São Paulo, o problema é seríssimo. Não se encontra
imóvel adaptado, nem novo, nem velho."
Ex-BBB Fernando Fernandes inspira decoração adaptada para cadeirantes
![]() |
Fernando Fernandes e a arquiteta Juliana Santana - Brasília
|
Na Casa Cor de Brasília, ex-BBB falou sobre história de superação: ‘A diferença é que antes fazia tudo em pé, agora tenho que resolver tudo sentado’.
O ex-BBB Fernando Fernandes foi homenageado pela arquiteta Juliana Santana na Casa Cor Brasília 2011. Ela criou um espaço toda adaptado para cadeirantes e chamou o brother – que perdeu o movimento das pernas após um acidente de carro – para a inauguração da exposição.
Durante o evento, Fernando falou sobre a superação do acidente. “Lógico que no começo bateu o desespero, mas logo passou. Hoje não me deparo com muito mais problemas do que antes. A diferença é que antes fazia tudo em pé, agora tenho que resolver tudo sentado”, brincou ele, que é bicampeão mundial de canoagem.
Fernando também elogiou o projeto. “Adorei cada detalhe do quarto. Parece que realmente a Juliana Santana leu os meus pensamentos. Não é a toa que já a convidei para fazer o meu projeto pessoal. Quero isso aqui!”, contou.
![]() |
Suíte criada em homenagem a Fernando Fernandes no Casa Cor Brasília
|
Ideias incríveis para um apartamento adaptado
Queridos leitores,
O blog Deficiente Ciente fez a tradução dessa matéria, extraída do site “Casos de casa” e foi encontrada no site espanhol Decoratrix.
Com cuidado e boas escolhas, pode-se criar ambientes confortáveis, bonitos e acessíveis.
Para começar, é preciso uma boa distribuição dos móveis de modo a facilitar a circulação. Vãos de portas com 90cm de largura são desejáveis e de 80cm são o mínimo para a passagem de cadeiras de rodas.
Também, portas de correr, materiais e pisos antiderrapantes, móveis com rodízios, puxadores na altura correta e abertura fácil, darão maior independência a uma pessoa com algum tipo de deficiência motora.
Nos quartos, colchas e almofadas bem escolhidas que cubram e disfarcem um pouco o aspecto hospitalar dos móveis (camas e cadeiras articuladas) vão trazer maior aconchego.
E porque não usar papeis de parede, adesivos, e pequenos móveis charmosos para compor com os móveis especiais?
Para escrivaninhas, cadeiras adaptadas e estofadas com tecidos alegres, suavizam o ambiente.
Nos banheiros, são necessárias barras de segurança, os registros têm que estar em altura acessível e os misturadores devem preferencialmente ser de monocomando.
Além disso, uma cadeira resistente a água deve ser colocada abaixo do chuveiro sem fechamento de box…
Bancadas com espaço livre em baixo, para banheiros e cozinhas ajudam a aproximação e o giro com a cadeira de rodas.
Seguem algumas fotos para ajudar a dar noções de decoração aliadas a funcionalidade e a acessibilidade e facilitar a vida de pessoas que precisem adaptar seus espaços.
| Portas de correr, antiderrapantes, móveis sobre rodas, torneiras e acessórios, tudo especialmente apropriado na organização espacial, são essenciais na criação de um lar para pessoas em cadeiras de rodas ou com mobilidade reduzida. |
| Todo o mobiliário é fixado na parede para deixar a área central livre, onde a pessoa com deficiência pode circular com facilidade. |
![]() |
| Os armários também são adaptados. Por isso a maioria das gavetas são menos de um metro acima do solo e as barras são móveis, que são acessadas através de um gancho especial . |
http://www.deficienteciente.com.br/2011/09/ideias-incriveis-para-um-apartamento-adaptado.html
Cozinha acessível
Sem puxadores, com portas sensíveis ao toque, sensores de movimento para acender as luzes, pia e fogão de altura customizável essa cozinha pode ser montada em modulos, do jeito que a pessoa desejar.
Com design inclusivo e universal, é ideal para quem mora com um deficiente, por exemplo. Assista ao vídeo e veja o designer Helder Filipov, explicando o conceito. Ele é designer da área de projetos conceituais da Whirlpool (multinacional dona das marcas Consul e Brastemp no Brasil).
Fonte: http://www.hypeness.com.br/2011/06/cozinha-inovadora/
Casa acessível apresentada na cidade de Recife
Veja o vídeo.
Fonte: Blog Deficiente Ciente
Vinhedo constrói casas adaptadas.
THIAGO ROVÊDO - VINHEDO

As moradias têm aproximadamente 46 m² de área interna, com dois quartos, sala, cozinha, área de serviço e banheiro. A área de lazer do residencial será composta por quadra esportiva e centro social. Cada morador terá disponível uma vaga de garagem.
Fonte: Jornal TodoDia
Arquitetura Acessível - Banheiro adaptado
Achei essa imagem neste site decoração: http://www.houzz.com/
É muito interessante a forma como o móvel do banheiro auxilia crianças a usarem o lavatório!
Também serve para anão.
Dessa forma todas as pessoas da casa usam o banheiro. Basta recolher ou puxar a “gavetinha”.
Essa idéia pode também ser usada na cozinha. É uma forma legal de atender a todos em uma residência!
(Só não funciona para uma residência onde tem pessoa em cadeira de rodas).
Fonte: Arquitetura Acessível













